Les didactiques peuvent-elles être critiques ? Apports des pédagogies et épistémologies sociocritiques
Bibliographic record
Abstract
Resumo: O presente artigo propõe uma outra racionalidade às didáticas com a noção de “didáticas críticas” (DC). Ele desenha um contra-relevo das didáticas fazendo surgir aspectos ocultos que elas rejeitam, não percebem, não problematizam, não questionam ou não teorizam. Diante das crises socioambientais que vivem as sociedades contemporâneas e diante das problemáticas e desafios que essas crises representam para a educação formal, as didáticas não podem mais ousar se apresentar como uma área estritamente disciplinar, descontextualizada, associal e apolítica, submetida somente aos critérios (ou mitos) da cientificidade, ignorando os males sociais (classismo, neocolonialismo, neoliberalismo, racismo, sexismo, conflitos armados, guerras, deslocamentos populacionais e outras violências) que, paradoxalmente, repercutem nas relações ensino-aprendizagem, objeto das pesquisas em didáticas. Mas, será que as didáticas podem ser críticas? Respondemos pela afirmativa. Nosso processo de teorização-conceitualização é baseado na teoria social crítica e na teoria racial crítica. As didáticas críticas são associadas à epistemologia e à pedagogia críticas como terceiro termo de uma “tríade crítica” da relação ensino-aprendizagem. Apesar de parecerem inusitadas nos dias de hoje, as DC fazem eco à pansofia de Comenius na “Magna Didactica” do século XVIII. A partir dessas perspectivas histórica e teórica-conceitual, evidenciamos algumas ancoragens das didáticas, elaboramos uma crítica das pesquisas em didáticas, apresentamos elementos de criticidade de uma pesquisa e propomos princípios axiológicos, ontológicos, epistemológicos e praxológicos para esboçar um campo socioeducativo promissor - “didáticas críticas” - para o ensino-aprendizagem, a pesquisa e a formação. Palavras-chaves: teoria social crítica; teoria racial crítica; criticidade, pedagogia crítica; epistemologia crítica; didáticas críticas.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.012 | 0.014 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.004 | 0.003 |
| Science and technology studies | 0.011 | 0.072 |
| Scholarly communication | 0.023 | 0.017 |
| Open science | 0.002 | 0.009 |
| Research integrity | 0.007 | 0.012 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.009 | 0.002 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".