OS DISTINTOS COMUNS: TECITURAS TEÓRICAS E A EMERGÊNCIA DE RACIONALIDADES AMBIENTAIS
Bibliographic record
Abstract
O acirramento dos conflitos socioambientais demanda novas formas de compreensao dos regimes de apropriacao, manejo e gestao dos bens ambientais. A teoria dos recursos comuns de E. Ostrom realizou uma critica a tese da Tragedia dos Comuns e aos pressupostos de eficiencia da propriedade privada, mas enfatizou os dilemas da acao coletiva e a configuracao de arranjos institucionais. No campo de estudos, prevalece a compreensao dos comuns como os recursos ambientais em si, o qual a forma juridica dedica-se a enquadrar nas normas administrativas de titularidade publica ou privada, reduzindo sua dimensao relacional. Na ultima decada, um conjunto de literatura e de experiencias de mobilizacoes sociais reivindicam a defesa dos comuns como base para protecao do ambiente. O artigo objetiva revisar criticamente a abordagem da teoria dos recursos comuns para investigar eventuais correlacoes e distincoes com a emergente gramatica dos comuns nos marcos de uma racionalidade socioambiental emergente, a qual se pretende caracterizar. O estudo realiza revisao de literatura, articulando a teoria de E. Ostrom, com as recentes perspectivas de Dardot e Laval e pesquisadores latino-americanos. Nos resultados, argumenta-se pela necessidade de superacao do individualismo metodologico, a importância de incorporar pressupostos da ecologia politica e de estudos em profundidade que compreendam o carater constitutivo das dimensoes culturais e simbolicas das relacoes com o ambiente. Realiza-se uma sistematizacao desta emergente categoria dos comuns enquanto conceito relacional, nao mercantil, instituinte, diversificado em relacoes em solidariedade, cooperacao, convivencialidade, ancestralidade e interdependencia.
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How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.006 | 0.009 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.002 | 0.003 |
| Science and technology studies | 0.010 | 0.021 |
| Scholarly communication | 0.015 | 0.009 |
| Open science | 0.002 | 0.007 |
| Research integrity | 0.002 | 0.003 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.009 | 0.001 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".