Necessidade e interesse da razão: fim ou início da metafísica?
Why this work is in the frame
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Bibliographic record
Abstract
Conforme aponta Kant, no prefácio da primeira edição da CRP (1781), ainda que a razão reflita, por um lado, a impossibilidade de se esquivar para sempre de um gênero de questões, por outro, exige que as mesmas sejam respondidas e investigadas. Isto é, impelida por si própria, a razão se vê enredada em questões metafísicas, das quais precisa dar conta como parte de sua tarefa. Nesse sentido, ela tem de atender a certas necessidades puramente racionais, para além do domínio cognitivo. As investigações metafísicas trazidas pelo racionalismo e pelo empirismo não alcançaram a solidez almejada para a razão filosófica, pois, enquanto ainda insuficientes metodicamente, o primeiro fazia afirmações sem fundamento e o segundo colocara em xeque as bases da própria razão. Para resolver as questões nesse campo de batalhas, Kant inicia a CRP propondo refletir e espelhar-se no método empregado pelas ciências que obtiveram sucesso (lógica, matemática e física), buscando imitá-las. Assim, cogita-se como sendo também produtivo a razão, na solução dos conflitos interiores gerados por questões que se impõem necessariamente a ela, essa alteração de método que se denomina revolução copernicana. Parece que deste modo são suspensos o caráter paradoxal e o clima de querela interminável, desde as consequências extraídas, para o todo da razão, da aplicação da revolução copernicana à metafísica (filosofia). Pois graças a isso é que a razão desperta para o caráter genuíno e legítimo da necessidade presente nela, de encaminhar respostas às questões que nascem em seu interior.
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Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.000 | 0.000 |
| Science and technology studies | 0.001 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.002 | 0.001 |
| Open science | 0.001 | 0.000 |
| Research integrity | 0.000 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.007 | 0.004 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from it