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Record W3128346238

INVESTIGANDO INSURGÊNCIA NAS ABORDAGENS DE PLANEJAMENTO E PROJETO URBANO

2020· article· pt· W3128346238 on OpenAlex

Why this work is in the frame

A frame that forgets how it found something cannot be audited. These are the routes that admitted this work.

aboutThe title or abstract carries a Canadian signal from the geographic lexicon.
no affNo Canadian affiliation: this work is invisible to an affiliation-only frame.
No Canadian affiliation. An affiliation-only frame, the usual design, would never have seen this work. It is one of the works that make the case for inverting the frame.

Bibliographic record

VenueVI Encontro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo · 2020
Typearticle
Languagept
FieldSocial Sciences
TopicUrban Development and Societal Issues
Canadian institutionsnot available
Fundersnot available
KeywordsHumanitiesPolitical sciencePhilosophy
DOInot available

Abstract

fetched live from OpenAlex

Esta Sessao Livre dedica-se ao debate dos desdobramentos dos novos arranjos sociotecnicos [coletivos, ativistas, agentes comunitarios, etc.] do primeiro quartel do seculo XXI nos processos e praticas vigentes em Arquitetura e Urbanismo, e em Planejamento Urbano. Diante das formas renovadas de producao de desigualdades, de problemas economicos com expressao nas cidades, da associacao entre forcas autoritarias e dinâmicas de expropriacao da vida (MBEMBE, 2016), parece imprescindivel buscar compreender como a inteligencia coletiva tem sido reativada por um conjunto de praticas de inovacao democratica em que cidadas e cidadaos tem forjado outros saberes e modos de existencia na cidade. Esses novos arranjos tem mobilizado politicamente a nocao de Comum [ commons ] tanto em resistencia aos cercamentos, privatizacoes e despossessoes associados ao capitalismo neoliberal, quanto em experiencias de construcao de espacos cooperados e autonomos (HARDT & NEGRI, 2018). A ideia de Comum implica a participacao ativa e a pratica direta, ou seja, e a atividade que propicia a existencia do comum e o ampara em sua duracao, e nao a caracteristica previa do lugar – publico ou privado. Pressupoe a gestao direta, de acordo com regras de varios niveis estabelecidas anteriormente entre os parceiros que participam do comum [ commoners ] e, neste sentido, coloca em xeque nao so a ideia de propriedade [da terra, intelectual, etc.], mas tambem a de espaco publico, na medida em que este pressupoe uma tutela externa aos participantes [do Estado] (DARDOT & LAVAL, 2017). Ha uma serie de espacos sendo apropriados dentro dessa perspectiva, sejam eles em territorios populares ou em areas nobres de grandes cidades. Essa expressao renovada das lutas contemporâneas parte tambem da reivindicacao pelo direito, mobilizadas pelo desejo coletivo de fazer cidade e, mais, de reinventa-la. Criam-se possibilidades de forjar e sustentar outros mundos. Transita, portanto, na liminaridade entre a utopia e a emergencia. Lefebvre (1999) compreende o pensamento utopiano como “utopia concreta”, que cria condicoes para a experimentacao e a transformacao do/no cotidiano, ou seja, a possibilidade do impossivel no possivel (LIMONAD, 2016). Aprofundar a compreensao a respeito das praticas, dos processos e dos agentes de producao e apropriacao da cidade significa reconhecer a vida urbana associativa e insurgente como aquela que impulsiona a vida publica institucional. Deste modo, e fundamental que os estudos urbanos apreendam tais experiencias espaciais cotidianas como um metodo situado na manutencao da vida. Percebe-se que, para alem do espaco disciplinar ja concebido e estabelecido, ha saberes que sao elaborados na experiencia partilhada de produzir um espaco em comum, portanto enraizado nessas acoes coletivas. Essa interrelacao entre a reproducao do cotidiano e da totalidade, da ordem proxima e da ordem distante, conduz inevitavelmente ao confronto de distintas praticas espaciais, do concebido frente ao vivido. Esse saber-fazer habitar, onde uma certa producao do comum pode emergir, tensiona sobretudo o papel do profissional Arquiteto Urbanista, tanto em termos da busca de novas formas de projetar [participativas] quanto dos atravessamentos tematicos, das relacoes de poder e das categorias identificadas em contextos individuais e arranjos coletivos, que mobilizam a acao no/sobre o urbano no presente. Assim, a discussao proposta articula um conjunto de processos e praticas apresentados e debatidos sob a perspectiva das estrategias e ferramentas para analise e proporsicao sobre a realidade, desenvolvidas com vistas a contribuicoes para o projeto e o planejamento urbano, que inclui: (1) um paralelo entre insurgencias e politicas municipais em Sao Paulo, com objetivo de fornecer um panorama sobre o tema nas primeiras decadas do seculo XXI na cidade, utilizando cinco elementos para conducao da analise: tempo, narrativas, escala espacial, questionamentos e conceitos (MARINO, 2020); (2) uma reflexao sobre as disputas pelo direito a cidade em Sao Paulo, sobretudo quanto as reapropriacoes das infraestruturas e recursos do espaco urbano, absorvido em um repertorio de acao (COLOSSO, 2020); (3) a investigacao das nocoes conceituais que fundamentam as praticas de inventario participativo, considerando o alargamento da nocao de patrimonio que inclui referencias de expressao cotidiana, bem como narrativas nao oficiais entre os bens culturais com interesse de preservacao (DE ALMEIDA, 2020); (4) a reflexao e investigacao critica em torno da melhoria dos processos de design em colaboracao com comunidades de baixa renda, a fim de gerar protocolos, diretrizes e tecnicas que reflitam os processos de coproducao nas cidades e comunidades brasileiras (ROSA, 2020); e (5) uma analise sobre as insurgencias em Curitiba, quanto as suas potencialidades e limites dos processos de coproducao urbana e com relacao a sua incidencia na elaboracao de politicas publicas (MAZIVIERO, 2020). A partir dessa reflexao pretende-se aqui investigar sobre os caminhos para a concepcao de praticas e processos – em especial no campo de atuacao do planejamento e do projeto urbano, que partam da vida cotidiana, da praxis e do envolvimento dos cidadaos na criacao de solucoes mais justas e adequadas as suas realidades. Nesse percurso, debater estrategias e ferramentas mais eficazes para reconhecer os saberes e praticas populares materializadas no territorio, de modo a estabelecer aliancas e acoes entre moradores e profissionais numa logica de rede, e fundamental como metodo para projetar e pensar a cidade contemporaneamente. Trata-se ainda de vislumbrar uma reflexao critica sobre o papel do Arquiteto Urbanista, frente a novos formatos de participacao na producao da cidade e da arquitetura. REFERENCIAS DARDOT, P.; LAVAL, C. . Comum: ensaio para revolucao no seculo XXI. Sao Paulo: Boitempo, 2017. HARDT, M; NEGRI, A. Assembly : a Organizacao Multitudinaria do Comum . Sao Paulo: ed. Politeia, 2018. LEFEBVRE, Henri .  A revolucao urbana. 1a ed. Belo Horizonte: UFMG, 1999. LIMONAD, Ester. “Utopias urbanas sonhos ou pesadelos? Cortando as cabecas da Hidra de Lerna”. In. Anais Coloquio Internacional de Geocritica , 14., 2016, Barcelona: Universitat de Barcelona, 2016. MBEMBE, A.. “Necropolitica”. In: Revista do PPGAV/EBA/UFRJ . N. 32. P. 124-151, 2016.

Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.

Full frame distilled prediction

Teacher imitation

Not calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.

metaresearch head score (Codex)0.004
metaresearch head score (Gemma)0.004
Version: codex-gemma-dda1882f352aValidation status: machine_predicted_unvalidated
Candidate categoriesMeta-epidemiology (narrow), Science and technology studies, Scholarly communication, Research integrity, Insufficient payload (model declined to judge)
Consensus categoriesMeta-epidemiology (narrow), Research integrity, Insufficient payload (model declined to judge)
DomainCandidate signal: none · Consensus signal: none
Study designCandidate signal: Not applicable · Consensus signal: Not applicable
GenreCandidate signal: Empirical · Consensus signal: Empirical
Teacher disagreement score0.357
Threshold uncertainty score1.000

Codex and Gemma teacher scores by category

CategoryCodexGemma
Metaresearch0.0040.004
Meta-epidemiology (narrow)0.0020.002
Meta-epidemiology (broad)0.0030.002
Bibliometrics0.0000.003
Science and technology studies0.0030.001
Scholarly communication0.0020.001
Open science0.0030.001
Research integrity0.0020.003
Insufficient payload (model declined to judge)0.0020.001

Machine scores (provisional)

The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.

Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.

Opus teacher head0.054
GPT teacher head0.294
Teacher spread0.240 · how far apart the two teachers sit on this one work
Validation statusscore_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from it