O MODO VERBAL NA AQUISIÇÃO DO PORTUGUÊS BRASILEIRO: EVIDÊNCIAS NATURALISTAS E EXPERIMENTAIS DA PERCEPÇÃO, EXPRESSÃO E COMPREENSÃO DA DISTINÇÃO REALIS/IRREALIS
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Bibliographic record
Abstract
[pt] A presente dissertação se insere em uma teoria da aquisição da linguagem que concilia uma abordagem psicolingüística com uma concepção minimalista de língua. As hipóteses de trabalho que a nortearam foram: o que é gramaticalmente relevante tem de estar expresso na interface fônica; a interpretação semântica do complexo TAM (Tempo, Aspecto, Modo) acarreta dificuldade na identificação da morfologia de modo; distinções conceptuais fundamentais, como a oposição realis/irrealis, são expressas pela criança, independentemente de a morfologia da língua ter sido totalmente identificada (Hipótese da Oposição Semântica). Um estudo da produção espontânea de duas crianças de 1;5 a 2;5 de idade e 4 experimentos foram conduzidos. Na análise dos dados da fala espontânea, constatou-se que a oposição realis/irrealis é expressa pela criança por meio da distinção entre formas verbais flexionadas e não-flexionadas, sendo que o chamado Infinitivo Raiz (IR) aparece como alternativa ao subjuntivo para expressão do modo irrealis. Os resultados de dois experimentos de produção eliciada sugerem que a distinção indicativo/subjuntivo é percebida por crianças de 3 anos, embora aos 5 anos de idade a expressão do subjuntivo ainda apresente dificuldade. Um experimento de compreensão com perguntas SIM/NÃO com crianças de 5-7 anos, e seu follow-up, sugerem que o contraste indicativo/subjuntivo em completivas é reconhecido, ainda que respostas negativas imponham dificuldades que independem do modo, particularmente aos 5 anos. Os resultados são compatíveis com as hipóteses e sugerem que a presença do IR no português brasileiro é indicativa da alteração paramétrica em curso (de sujeito nulo para preenchido).
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Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.002 | 0.002 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.002 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.000 |
| Science and technology studies | 0.003 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.003 | 0.000 |
| Open science | 0.001 | 0.000 |
| Research integrity | 0.001 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.017 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from it