POBREZA MENSTRUAL E OS IMPACTOS NA SAÚDE DA MULHER
Why this work is in the frame
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Bibliographic record
Abstract
INTRODUÇÃO: pobreza menstrual é um fenômeno complexo na qual, se conceitua na transdisciplinar e multidimensional, e que é vivido por meninas e mulheres que não possui acesso a recursos, infraestrutura e conhecimento para que deste modo, tenham total capacidade de cuidar da menstruação. OBETIVO: mostrar os impactos que a pobreza menstrual acarreta a vida da mulher. METEDOLOGIA: trata-se de uma revisão bibliográfica integrativa. RESULTADO E DISCUSSÃO: Um trabalho feito para compreender a desigualdade socioeconômicas em gestão de higiene menstrual em países de renda média, mostra que a maioria das mulheres não tem acesso a produtos básicos e usam objetos como espuma de colchão, pano, algodão e papel higiênico. Muitas relataram o ambiente sanitário, que por sua vez é muito precário e sobre com a escassez de água potável, sabão e até mesmo de um local privado e seguro. A saúde menstrual é uma questão de saúde pública e de direitos humanos, para isso faz-se necessário a garantia de um ambiente sociocultural que haja uma troca de conhecimento e que conceda conforto e dignidade. Para isso é preciso quebrar os paradigmas estruturais e socioculturais para que incluam homens e meninos, a fim de reduzir o estigma sobre a menstruação que é um fruto das normas patriarcais. CONCLUSÃO: É possível afirmar que os aspectos culturais e educacionais propiciem diretamente para a pobreza menstrual. Além de disso, é preciso avaliarmos as questões de gênero, etnia, raça e cor. Por fim, para intervir nessa situação é essencial que haja políticas públicas, profissionais mais bem treinados, educação de qualidade afim de alcançar o público masculino e desmitificar os estigmas sobre a menstruação e as normas patriarcais.
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Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.000 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.000 | 0.000 |
| Scholarly communication | 0.000 | 0.000 |
| Open science | 0.000 | 0.000 |
| Research integrity | 0.000 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.004 | 0.011 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from it