“Mas ninguém vai ajudar um homem”: a argumentação dos afetos na cultura red pill
Why this work is in the frame
A frame that forgets how it found something cannot be audited. These are the routes that admitted this work.
Bibliographic record
Abstract
Frequentemente, analisamos a argumentação a partir de um princípio textual, levando em consideração a dinâmica lógica da construção do argumento. Esse tipo de análise tradicional, muito desenvolvida pela Linguística Textual, contribuiu para a reprodutibilidade da argumentação de caráter lógico-pedagógico, mas desconsiderou os resquícios inconscientes que se revelam na defesa de qualquer argumentação. Considerando que todo discurso se ergue por uma rede interdiscursiva (Maingueneau, 2008, 2015), neste capítulo, investigamos os liames da constituição argumentativa do discurso red pill dentro de sua lógica cultural. Esse discurso surge como fenômeno recente na esfera virtual de comunicação, mas que escapa para ambientes off line reproduzindo comportamentos do que esse grupo considera ser masculino. O corpus que constituímos reúne recortes do discurso extraído de um podcast, formato de programa de entrevista para internet. Neste formato, o discurso red pill encontrou uma articulação promissora, para reverberar sua doxa argumentativa (Amossy, 2020) e projetou-se para comunidades que chegam aos milhares de adeptos, sobretudo homens cisgênero entre 13 e 35 anos. Nossa análise revela que esse discurso repercute a misoginia, a fim de defender um lugar de masculino, que teria sido perdido, na atualidade, segundo seus enunciadores, fato que esclarece uma lógica de reprodução cultural que enviesa e recorta um modelo de masculinidade. Na análise, consideramos que os enunciadores se posicionam no lugar do infans, incapazes de reconhecer a castração como encontro determinante com a lei (Lacan, 1995), por isso, constroem uma lógica própria de legalidade, que flerta com a gravíssima violência de gênero, para garantir uma articulação fálica, baseada numa compreensão de masculino repleto de poder.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.002 | 0.002 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.002 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.000 | 0.000 |
| Science and technology studies | 0.001 | 0.002 |
| Scholarly communication | 0.001 | 0.000 |
| Open science | 0.001 | 0.000 |
| Research integrity | 0.004 | 0.004 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.003 | 0.005 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from it