MétaCan
Menu
Retour à la cohorte
Enregistrement W2578135691

Training process of student interpreters

2015· dissertation· en· W2578135691 sur OpenAlexaboutno aff
Kalina Matušin

Notice bibliographique

RevueRepositório da Universidade de Lisboa (University of Lisbon) · 2015
Typedissertation
Langueen
DomaineHealth Professions
ThématiqueInterpreting and Communication in Healthcare
Établissements canadiensnon disponible
Organismes subventionnairesnon disponible
Mots-clésTraining (meteorology)InterpreterProcess (computing)Computer scienceMathematics educationMedical educationPsychologyMedicineGeographyProgramming language
DOInon disponible

Résumé

récupéré en direct d'OpenAlex

O objetivo desta dissertação é mostrar o processo de aprendizagem de um estudante intérprete num curso de interpretação de conferências. Tentei com este trabalho mostrar como a metodologia nos cursos de interpretação se aplica na prática. Dado que o foco da maioria dos trabalhos de investigação está na perspectiva dos formadores, entretanto o objetivo principal desta dissertação é descrever a perspectiva do estudante. No primeiro capítulo desta dissertação descrevi a história da interpretação e o desenvolvimento da profissão na União Europeia. A interpretação de línguas começou a usar-se há muitos séculos atrás (a palavra intérprete foi mencionada pela primeira vez no ano 3000 antes do Cristo). Os intérpretes ajudavam nas relações comerciais, nas viagens e explorações marítimas, na propagação da religião. Depois da Primeira Guerra Mundial, Estados Unidos, Itália, Grã-Bretanha e França precisavam de intérpretes para estabelecer as condições de paz na Conferencia de Paz de Paris em 1919. Com a fundação da Liga das Nações em 1920, a interpretação consecutiva começou a ser usada como método direto de tradução nas reuniões. Nas instituições como a Organização Internacional do Trabalho, havia a necessidade para um modo de interpretação mais rápido e um sistema que incluísse também mais línguas. Foi como surgiram as primeiras tentativas de interpretação simultânea. Em 1941 em Genebra, Suíça, abriu-se o primeiro curso de interpretação para responder às necessidades do mercado. A interpretação simultânea como hoje a conhecemos surgiu durante os julgamentos de Nuremberg. De acordo com o Estatuto dos julgamentos de Nuremberga, todos os participantes tinham direito de falar e seguir o julgamento na sua língua materna e para esse efeito foram contratados os primeiros intérpretes simultâneos. Ainda no primeiro capítulo desta dissertação, descrevi o trabalho dos intérpretes na União Europeia. Igual que no julgamento de Nuremberga, na União Europeia todos os cidadãos têm direito a ler todas as políticas e todas as decisões da União na sua língua materna. Podem, 6 igualmente, ouvir as sessões plenárias do Parlamento Europeu na sua língua materna. Com vinte e oito estados membros e vinte e quatro línguas oficiais, a União Europeia é hoje o maior mercado para os intérpretes de conferências. Duas direções gerais são responsáveis para os intérpretes nas instituições da União Europeia: DG INTE no Parlamento Europeu e SCIC na Comissão Europeia. Tudo começou no ano 1952, quando os primeiros seis estados membros decidiram criar a Comunidade Europeia de Carvão e do Aço. Nessa altura já tinham um pequeno grupo de intérpretes que trabalhavam com quatro línguas. Do ano de 1957 até o ano de 2013, uniram-se à União Europeia mais vinte e dois estados membros com as suas respectivas línguas. No segundo capítulo, descrevemos o processo de aprendizagem no caso dos estudantes intérpretes. As características que definem se um indivíduo pode ser intérprete dependem da universidade que oferece o curso de interpretação. Na dissertação são mencionados vários cursos, tais como: EMCI European Master in Conference Interpreting, Universidade de Ottawa (Canadá) e Monterey Institute of International Studies (Estados Unidos). Em geral, os exames de admissão incluem vários exercícios de “divisão de atenção”1 nos intérpretes, um teste sobre os conhecimentos da União Europeia e uma entrevista. Os cursos podem durar entre um e quatro anos mas a maioria duram dois anos. No primeiro ano os estudantes aprendem a interpretação consecutiva e no segundo, a simultânea. A seguir, descrevemos o sistema de toma de notas. O mais importante é sempre ter presente que na interpretação nós interpretamos ideias e portanto, torna-se relevante apontar partes das ideias (palavras-chave, números, nomes, listas, tempos verbais e as ligações entre as ideias). São os elementos-chave que deveriam ajudar ao estudante intérprete lembrar do discurso original e produzir uma interpretação fiel ao original. Partes das ideias apontamos com a ajuda de símbolos e abreviações. Na interpretação simultânea estudantes intérpretes deveriam trabalhar com o mesmo equipamento dos intérpretes profissionais: cabine com isolamento acústico, auriculares e microfone. Nas primeiras fases da interpretação simultânea trabalha-se na “divisão de atenção”: os estudantes 1Como ao mesmo tempo ouvir o discurso original, a interpretar e controlar a interpretação. 7 aprendem como ao mesmo tempo ouvir o discurso original, a interpretar e controlar a interpretação. É um processo artificial que só se consegue fazer se o estudante tem um amplo vocabulário na sua língua materna (língua A) e se tem um conhecimento profundo das línguas com as quais trabalha (línguas B e C). Para uma interpretação simultânea eficaz, o estudante pode usar várias estratégias. As seguintes estratégias são conhecidas como estratégias de compreensão: antecipação, contextualização, activação do conhecimento relevante, seleção da informação e espera. E as estratégias de produção são a técnica Salami, simplificação, generalização, resumos, explicação e uso dos elementos da prosódia. À questão de números também foram dedicados vários parágrafos neste trabalho. Trata-se duma questão muito falada entre os intérpretes. Porque fazemos tantos erros com os números? Como resolvê-los no meio duma interpretação? Tentei dar respostas também a estas perguntas. Erros na interpretação surgem frequentemente devido a vários factores: falta de experiência, falta de conhecimento, rapidez do discurso original e etc. É claro que estudantes fazem mais erros que os profissionais mas com tempo eles também desenvolvem estratégias para interpretarem discursos diferentes e com tempo ganham experiência. Ainda no segundo capítulo, apresentei como os intérpretes são avaliados e concluí que são os clientes os que melhor julgam a qualidade da interpretação. O terceiro capítulo é dedicado à aplicação na prática da metodologia descrita no segundo capítulo da dissertação. Para o efeito foram escolhidos dois discursos da mesma autora: um para a interpretação consecutiva e outro para a interpretação simultânea. Dividi os sub-capítulos em três partes: preparação para a interpretação, a interpretação e a auto-avaliação. Primeiro foi descrito o processo de preparação que inclui um mapa mental com palavras e termos que poderiam surgir no discurso e dez minutos passados na Internet a pesquisar o tema e a procurar os termos que poderiam surgir no discurso. Na segunda parte descrevemos a interpretação consecutiva. Depois da transcrição ortográfica do discurso original, seguem os meus apontamentos 8 e a interpretação para a língua Croata. Para o melhor entendimento, traduzi a interpretação para a língua Inglesa. A auto-avaliação foi feita no último lugar. Depois da interpretação consecutiva, segue a interpretação simultânea. O processo de preparação neste caso inclui também um mapa mental e dez minutos passados na Internet a pesquisar sobre o tema do discurso. Foi feita uma transcrição ortográfica do original junto com a interpretação para a língua Croata. A seguir traduzi a interpretação para a língua Inglesa. No caso da interpretação simultânea, a auto-avaliação também foi feita. Com este trabalho quis mostrar, em primeiro lugar, como a profissão se desenvolveu no tempo e qual é a importância que hoje tem. Quis juntar, também, todas as estratégias e tácticas que um estudante intérprete aprende num curso de interpretação. Por último, o objetivo foi dar exemplos concretos das interpretações de um estudante. Penso que o trabalho será útil tanto para os estudantes como para os formadores porque une ao mesmo tempo dois aspectos importantes dum curso qualquer: a parte teórica (muitas vezes deixada de lado nos cursos de interpretação) e a parte prática. Os estudantes podem desta maneira ver como uma colega sua aplica as técnicas e as estratégias tantas vezes mencionadas nos cursos de interpretação. Os intérpretes formadores, por outro lado, podem analisar em pormenor a perspetiva de uma estudante, o que também lhes poderia ajudar na futura formação de intérpretes. Palavras-chave: interpretação de conferências, história da interpretação, estudante intérprete, União Europeia, interpretação consecutiva e simultânea.

Récupéré en direct depuis OpenAlex et désinversé. Les résumés ne sont pas conservés dans cette base de données : les index inversés représentent 8,6 Go des 9,3 Go de texte de la base, et le serveur dispose de 13 Go libres.

Comment cette classification a été obtenuedéplier

Prédiction distillée sur la base complète

Imitation des enseignants

Ni prévalence calibrée, ni vérité terrain. Validation humaine à venir. Apprise à partir de 10 348 étiquettes directes de Codex et de 10 348 étiquettes directes de Gemma. Le mode candidate est l'union des têtes enseignantes seuillées; le consensus est leur intersection. Ces sorties portent le statut machine_predicted_unvalidated et ne sont ni des étiquettes humaines ni des étiquettes directes de modèles de pointe.

score de la tête « metaresearch » (Codex)0,001
score de la tête « metaresearch » (Gemma)0,000
Version: codex-gemma-dda1882f352aStatut de validation: machine_predicted_unvalidated
Catégories candidatesMéta-épidémiologie (sens strict)
Catégories consensuellesaucune
DomaineSignal candidat: aucune · Signal consensuel: aucune
Devis d'étudeSignal candidat: Qualitatif · Signal consensuel: Qualitatif
GenreSignal candidat: Empirique · Signal consensuel: Empirique
Score de désaccord entre enseignants0,191
Score d'incertitude au seuil1,000

Scores Codex et Gemma par catégorie

CatégorieCodexGemma
Métarecherche0,0010,000
Méta-épidémiologie (sens strict)0,0000,000
Méta-épidémiologie (sens large)0,0010,000
Bibliométrie0,0010,001
Études des sciences et des technologies0,0010,000
Communication savante0,0000,000
Science ouverte0,0020,000
Intégrité de la recherche0,0010,002
Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger)0,0000,000

Scores machine (provisoires)

Les deux têtes enseignantes du modèle étudiant, lues sur ce travail. Un score ordonne la base pour la relecture; il n'affirme jamais une catégorie, et le statut de validation accompagne chaque rangée tel quel.

Scores de référence d'un modèle non mature (critères de maturité non atteints, 7 itérations). Un score ordonne; il n'affirme jamais une catégorie.

Tête enseignante Opus0,072
Tête enseignante GPT0,415
Écart entre enseignants0,343 · la distance entre les deux têtes enseignantes sur ce seul travail
Statut de validationscore_only:v0-immature-baseline · tel quel depuis la passe de notation : score_only signifie que le nombre peut ordonner les travaux, et qu'aucune étiquette de catégorie n'en découle

Classification

machine, non validée

Prédiction automatique; un appel candidat d’une seule tête enseignante, pas un consensus.

Devis d'étudeQualitatif
Domainenon disponible
GenreEmpirique

Le détail, modèle par modèle et score par score, se trouve en fin de page sous « Comment cette classification a été obtenue ».

En bref

Citations0
Publié2015
Routes d'admission1
Résumé présentoui

Explorer davantage

Même revueRepositório da Universidade de Lisboa (University of Lisbon)Même sujetInterpreting and Communication in HealthcareTravaux en français237 207