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Enregistrement W2988823123 · doi:10.15392/bjrs.v8i1a.1083

Comportamento do sinal TL/OSL e PTTL/PTOSL após tratamentto térmico pós-irradiação com fonte de 60Co, em amostras de LiF:Mg,Ti e CaSO4:Dy

2020· article· pt· W2988823123 sur OpenAlexaboutno aff
Patrícia L. Antonio, Linda V.E. Caldas

Notice bibliographique

RevueBrazilian Journal of Radiation Sciences · 2020
Typearticle
Languept
DomaineMaterials Science
ThématiqueLuminescence Properties of Advanced Materials
Établissements canadiensnon disponible
Organismes subventionnairesnon disponible
Mots-clésPhysicsNuclear medicineRadiochemistryChemistryMedicine

Résumé

récupéré en direct d'OpenAlex

IntroduçãoDiferentes materiais apresentam propriedades luminescentes que são aplicadas à dosimetria das radiações, e que são avaliadas usando técnicas como a termoluminescência (TL) e a luminescência opticamente estimulada (OSL). Entretanto, há outros fenômenos que podem ser empregados em dosimetria, que aplicam o uso da radiação ultravioleta (RUV) ao sinal TL e OSL das amostras; são as técnicas de TL fototransferida (PTTL) e OSL fototransferida (PTOSL), utilizadas como uma alternativa para se tentar obter um sinal mais adequado para o uso do material como um dosímetro, o que é interessante para a dosimetria das radiações, principalmente no caso onde é necessário trabalhar com doses absorvidas mais altas.O LiF:Mg,Ti é um material dosimétrico já bem estudado com relação à sua resposta TL e OSL, para diferentes aplicações [1,2]. O CaSO4 é outro material que possui resultados de sinal TL e OSL na literatura para uso em dosimetria [2-4]. Este mesmo material já foi estudado com relação ao seu sinal PTTL, utilizando uma lâmpada de RUV [5].Para se obter o sinal de fototransferência, é necessário que as seguintes etapas sejam realizadas: 1) irradiação do material, 2) tratamento térmico pós-irradiação, 3) iluminação do material, e 4) avaliação do sinal PTTL e PTOSL. O tratamento pós-irradiação ao qual o material é submetido, deve ser adequado o suficiente para que seja possível obter um sinal PTTL e PTOSL após a iluminação; se ele não for adequado, pode ocorrer esvaziamento das armadilhas rasas e profundas da amostra, eliminando todos os elétrons que forneceriam o sinal e impossibilitando, assim, a obtenção de qualquer resposta TL/PTTL ou OSL/PTOSL.Assim, o objetivo deste trabalho é estudar o efeito que um determinado tratamento térmico pós-irradiação pode causar na obtenção do sinal PTTL e PTOSL de amostras de LiF:Mg,Ti e CaSO4:Dy e, com isso, observar se estes sinais possuem valores suficientes para dar prosseguimento ao estudo da resposta fototransferida para aplicá-la em dosimetria de doses altas.MetodologiaForam utilizados dois dosímetros comerciais: CaSO4:Dy (produzido no Laboratório de Materiais Dosimétricos do IPEN) e LiF:Mg,Ti (comercializados como TLD-100 pela Thermo Fischer Scientific).Para a análise do sinal das amostras, foi utilizado o sistema leitor TL/OSL Risø, modelo TL/OSL-DA-20. No caso das amostras de CaSO4:Dy, foi utilizada temperatura final de leitura de 350°C, numa taxa de aquecimento de 10°C/s, para a avaliação do sinal TL/PTTL; para a análise da resposta OSL/PTOSL, o estímulo para a emissão do sinal foi feito utilizando LEDs azuis, com potência óptica de 90% e durante 80 s. No caso das amostras de LiF:Mg,Ti, para a análise do sinal TL/PTTL, foi utilizada temperatura final de leitura de 400°C, com taxa de aquecimento de 10°C/s; para a avaliação do sinal OSL/PTOSL, o estímulo para emissão de luz ocorreu durante 50 s e a potência óptica dos LEDs azuis utilizados foi de 90%. Após as medições dos sinais, as amostras de CaSO4:Dy foram tratadas termicamente a 300°C/3 h, e as de LiF:Mg,Ti a 400˚C/1h, para sua reutilização.Após o tratamento térmico pós-irradiação, numa das fases as amostras foram iluminadas com uma lâmpada de alta pressão de mercúrio, para a leitura das respostas PTTL e PTOSL. As condições de iluminação foram: distância entre amostra e lâmpada de 10 cm, comprimento de onda de 250 nm e tempo de iluminação de 30 minutos.ResultadosNa primeira etapa do trabalho, as amostras foram irradiadas com uma fonte de 60Co e dose absorvida de 1 kGy (irradiador Gamma-Cell, modelo 220, Atomic Energy of Canada, LTD), e em seguida tiveram seus sinais TL e OSL avaliados. As amostras de CaSO4:Dy apresentaram o pico principal de emissão do sinal TL em torno de 250°C e na altura correspondente a 2,5x104 contagens, e início do decaimento do sinal OSL em 1,4x105 contagens; os dosímetros de LiF:Mg,Ti tiveram um pico principal TL em 1,3x105 contagens, e início do decaimento do sinal OSL em 1,5x103 contagens. O sinal TL foi mais intenso para o LiF:Mg,Ti, e o OSL foi maior para o CaSO4:Dy. Na segunda fase, as amostras foram irradiadas com a mesma dose, tratadas termicamente a 280°C/15 min e, então, analisadas para três respostas: TL, OSL, e TL após a OSL. Para o CaSO4:Dy, o sinal TL foi zerado e assemelhou-se ao sinal de fundo do material, e o sinal OSL apresentou início de decaimento em 3,5x103; logo após esta leitura OSL foi feita uma medição TL na mesma amostra, e pôde-se observar um leve aumento no sinal e formação de um pico de baixa intensidade em torno de 200°C (altura deste pico em torno de 40 contagens). Para o LiF:Mg,Ti, o maior sinal TL ocorreu em 350°C (deslocado se comparado ao obtido na leitura TL após irradiação), na altura de 1,2x104 contagens, e apresentou sinal OSL nulo, correspondente ao sinal de fundo da amostra; a leitura TL após a OSL, na mesma amostra, apresentou um pico que se manteve na região de 350°C, e com altura de 1,3x104 contagens. A terceira etapa foi de irradiação das amostras, tratamento térmico, e iluminação com a luz UV. Para as amostras de CaSO4:Dy, o pico principal de emissão do sinal PTTL ocorreu em torno de 160°C e na altura correspondente a 1,4x103 contagens, e início do decaimento do sinal PTOSL em torno de 3,0x103 contagens; os dosímetros de LiF:Mg,Ti apresentaram o pico principal de PTTL em torno de 6,0x102 contagens e em 165°C, e início do decaimento do sinal PTOSL em 2,5x103 contagens.Analisando-se os resultados obtidos, é evidente que os sinais TL e OSL são mais intensos quando são tomados logo após a irradiação, ao invés dos medidos após o tratamento. Entretanto, mesmo após o tratamento térmico pós-irradiação e a iluminação, foi possível obter-se um sinal significativo de ordem de grandeza para permitir a continuidade dos estudos utilizando o tratamento de 280°C/15 min e a luz UV.ConclusõesPreliminarmente, os experimentos realizados para verificação dos sinais TL e OSL (após irradiação e após tratamento térmico), e dos sinais PTTL e PTOSL (após irradiação, tratamento térmico e iluminação com luz UV), apresentaram dados satisfatórios e favoráveis, em termos de curva de emissão do sinal TL/PTTL e curva de decaimento do sinal OSL/PTOSL, para um prosseguimento de estudos dos sinais de TL e OSL fototransferida com possível aplicação em dosimetria de doses altas.

Récupéré en direct depuis OpenAlex et désinversé. Les résumés ne sont pas conservés dans cette base de données : les index inversés représentent 8,6 Go des 9,3 Go de texte de la base, et le serveur dispose de 13 Go libres.

Comment cette classification a été obtenuedéplier

Prédiction distillée sur la base complète

Imitation des enseignants

Ni prévalence calibrée, ni vérité terrain. Validation humaine à venir. Apprise à partir de 10 348 étiquettes directes de Codex et de 10 348 étiquettes directes de Gemma. Le mode candidate est l'union des têtes enseignantes seuillées; le consensus est leur intersection. Ces sorties portent le statut machine_predicted_unvalidated et ne sont ni des étiquettes humaines ni des étiquettes directes de modèles de pointe.

score de la tête « metaresearch » (Codex)0,005
score de la tête « metaresearch » (Gemma)0,002
Version: codex-gemma-dda1882f352aStatut de validation: machine_predicted_unvalidated
Catégories candidatesMéta-épidémiologie (sens strict), Communication savante, Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger)
Catégories consensuellesaucune
DomaineSignal candidat: aucune · Signal consensuel: aucune
Devis d'étudeSignal candidat: Expérimental (laboratoire) · Signal consensuel: Expérimental (laboratoire)
GenreSignal candidat: Empirique · Signal consensuel: Empirique
Score de désaccord entre enseignants0,050
Score d'incertitude au seuil1,000

Scores Codex et Gemma par catégorie

CatégorieCodexGemma
Métarecherche0,0050,002
Méta-épidémiologie (sens strict)0,0010,001
Méta-épidémiologie (sens large)0,0010,000
Bibliométrie0,0000,001
Études des sciences et des technologies0,0010,001
Communication savante0,0030,004
Science ouverte0,0030,000
Intégrité de la recherche0,0000,001
Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger)0,0010,000

Scores machine (provisoires)

Les deux têtes enseignantes du modèle étudiant, lues sur ce travail. Un score ordonne la base pour la relecture; il n'affirme jamais une catégorie, et le statut de validation accompagne chaque rangée tel quel.

Scores de référence d'un modèle non mature (critères de maturité non atteints, 7 itérations). Un score ordonne; il n'affirme jamais une catégorie.

Tête enseignante Opus0,042
Tête enseignante GPT0,306
Écart entre enseignants0,264 · la distance entre les deux têtes enseignantes sur ce seul travail
Statut de validationscore_only:v0-immature-baseline · tel quel depuis la passe de notation : score_only signifie que le nombre peut ordonner les travaux, et qu'aucune étiquette de catégorie n'en découle

Classification

machine, non validée

Prédiction automatique; un appel candidat d’une seule tête enseignante, pas un consensus.

Devis d'étudeExpérimental (laboratoire)
Domainenon disponible
GenreEmpirique

Le détail, modèle par modèle et score par score, se trouve en fin de page sous « Comment cette classification a été obtenue ».

En bref

Citations2
Publié2020
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Résumé présentoui

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