MétaCan
Menu
Retour à la cohorte
Enregistrement W3039041404 · doi:10.22481/folio.v12i1.6815

REMODELAGEM DAS VARIÁVEIS ANIMACIDADE, GRAU E FORMALIDADE LÉXICA DOS SUBSTANTIVOS: O PROCESSO DE CONCORDÂNCIA NOMINAL - SANTA LEOPOLDINA/ES

2020· article· pt· W3039041404 sur OpenAlexaboutno aff
Lays de Oliveira Joel Lopes

Notice bibliographique

RevueFólio · 2020
Typearticle
Languept
DomaineArts and Humanities
ThématiqueLinguistics and Education Research
Établissements canadiensnon disponible
Organismes subventionnairesnon disponible
Mots-clésHumanitiesPhilosophy

Résumé

récupéré en direct d'OpenAlex

Este artigo é produto da dissertação de AUTOR (XXXX), que analisa o fenômeno da concordância nominal de número, no português falado, na zona rural do município de Santa Leopoldina, região serrana do estado do Espírito Santo. Na amostra, perfez-se 6313 dados, mediante uma análise de cunho atomístico do sintagma nominal – ou seja, cada elemento do sintagma nominal é considerado passível de análise. A pesquisa culminou em uma taxa geral de 61,3% de concordância nominal. Este texto visa apresentar, especificamente, o efeito da variável animacidade, grau e formalidade léxica dos substantivos na comunidade sob análise. Estudo pioneiro, acerca da concordância nominal, a obra de Scherre (1988) analisa as variáveis “animacidade dos substantivos” e “grau e formalidade léxica dos substantivos e adjetivos” como dois grupos de fatores diferentes. Em Santa Leopoldina, essas variáveis tiveram de ser remodeladas, a partir de sua amalgamação, visto que a análise dessas em separado não produzia convergência estatística, fator que aponta para a existência de ortogonalidade entre essas, como atesta Guy e Zilles (2007). Diante disso, discutiremos os resultados das variáveis analisadas separadamente e amalgamadas. Nosso objetivo é refletir sobre as motivações dos resultados leopoldinenses. A este respeito, AUTOR (XXXX, p. 177) observa que itens [- humano] e [+ animado], independentemente do grau e formalidade, desfavorecem a presença de marcas nesta comunidade. Diante disso, nossa hipótese é que o fato desses elementos serem integrados ao cotidiano campestre em Santa Leopoldina favorece a intimidade o falante e o elemento a ser flexionado, o que desfavorece a concordância nominal.
 
 ALKMIM, Tânia Maria. Sociolinguística – parte I. In.: MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Anna Christina. Introdução à linguística: domínios e fronteiras. Vol. 01. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2011, p. 21-47.
 BRAGA, M. L. A concordância de número no sintagma nominal no triângulo mineiro. 1977. 88 f. Dissertação (Mestrado em Língua Portuguesa) – Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1977.
 DIAS, Maria Clara Alvares Correia. A variação na concordância nominal: um contraste entre o urbano e o rural na fala brasiliense. Universidade de Brasília, dissertação de mestrado, 1993.
 FÖEGER, Camila Candeias. A primeira pessoa do plural no português falado em Santa Leopoldina/ES. Universidade de Federal do Espírito Santo, dissertação de mestrado, 2014.
 GUY, Gregory Riordan. Linguistic variation in Brazilian Portuguese. Tese de Doutorado. University of Pensylvania, 1981.
 GUY, Gregory Riordan; ZILLES, Ana. Sociolingüística quantitativa – instrumental de análise. São Paulo: Parábola Editorial, 2007.
 IBGE. Censo Demográfico 2010, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Cidades – Santa Leopoldina. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/cidadesat/ painel/painel.php?codmun=320 450#>. Acesso em: 25/02/2013.
 INCAPER. Programa de assistência técnica e extensão rural PROATER 2011-2013, Instituto Capixaba de Pesquisa Assistência Técnica e Extensão Rural – Santa Leopoldina. Planejamento e programação de ações (2011). Disponível em: http://www.incaper.es.gov.br/proater/municipios/ Centro_cerrano/Santa_Leopoldina.pdf. Acesso em 25/02/2013.
 IJSN. Mapas, Instituto Jones dos Santos Neves. Mapa do Espírito Santo – distância entre Santa Leopoldina-Vitória. Disponível em: http://www.ijsn.es.gov.br. Acesso em: 10/03/2014.
 LABOV, William. Padrões sociolinguísticos. São Paulo: Parábola, 2008 [1972]. (Tradução de Marcos Bagno, Maria Marta Pereira Scherre e Cardoso, Caroline Rodrigues).
 LOPES, L. O. J. A concordância nominal de número no português falado na zona rural de Santa Leopoldina. 2014. Dissertação (Mestrado em Estudos Linguísticos) – Programa de Pós-Graduação em Linguística, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2014. Disponível em: http://linguistica.ufes.br/pt-br/pos-graduacao/PPGEL/detalhes-da-tese?id=7770. Acesso em: 01/05/2020.
 Sankoff, David; Tagliamonte, Sali A.; Smith, Elen. Goldvarb X – A multivariate analysis application. Toronto: Department of Linguistics; Ottawa: Department of Mathematics, 2005 http://individual. utoronto.ca/tagliamonte/ Goldvarb/ GV_index.htm#ref.
 SANTA LEOPOLDINA, História do município. Disponível em: http://www.santaleopoldina.es.gov.br/. Acesso em 25/02/2013.
 SCHERRE, Maria Marta Pereira. A regra de concordância de número no sintagma nominal em português. Dissertação de Mestrado. PUC, Rio de Janeiro. 1978, 158p., inédito.
 _______. Reanálise da concordância nominal em português. Tese de Doutorado em Linguística. Rio de Janeiro, Faculdade de Letras, UFRJ, 1988. Em dois volumes, com 555p. Inédito
 SILVA, Janaína Biancardi da. Uma reflexão sobre a concordância nominal na fala capixaba e suas contribuições para o ensino de língua portuguesa. Trabalho de Conclusão de Curso, Ufes, Vitória, 2011.
 _______; SCHERRE, Maria Marta Pereira. A concordância nominal na fala capixaba: fatores sociais. In: CARDOSO, Caroline Rodrigues; SCHERRE, Maria Marta Pereira; LIMA-SALLES, Heloísa Maria Moreira; PACHECO, Cíntia (Orgs.). Variação linguística, contato de línguas e educação: contribuições do III encontro do grupo de estudos avançados de sociolinguística da Universidade de Brasília. Campinas, SP: Pontes Editores, 2013.
 TAGLIAMONTE, Sail A. Analysing Sociolinguistic Variation: key topics in sociolinguistic. 3ª ed. New York, Cambridge University Press, 2009.
 YACOVENCO, Lilian Coutinho; et all. Projeto Portvix: a fala de Vitória/Es em cena. Alfa: Revista de Linguística (UNESP. Online), v. 56, p. 771-806, 2012.
 WEINREICH, Uriel; LABOV, William; HERZOG, Marvin. Fundamentos empíricos para uma teoria da mudança linguística. Tradução de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola, 2006 [1968].

Récupéré en direct depuis OpenAlex et désinversé. Les résumés ne sont pas conservés dans cette base de données : les index inversés représentent 8,6 Go des 9,3 Go de texte de la base, et le serveur dispose de 13 Go libres.

Comment cette classification a été obtenuedéplier

Prédiction distillée sur la base complète

Imitation des enseignants

Ni prévalence calibrée, ni vérité terrain. Validation humaine à venir. Apprise à partir de 10 348 étiquettes directes de Codex et de 10 348 étiquettes directes de Gemma. Le mode candidate est l'union des têtes enseignantes seuillées; le consensus est leur intersection. Ces sorties portent le statut machine_predicted_unvalidated et ne sont ni des étiquettes humaines ni des étiquettes directes de modèles de pointe.

score de la tête « metaresearch » (Codex)0,001
score de la tête « metaresearch » (Gemma)0,000
Version: codex-gemma-dda1882f352aStatut de validation: machine_predicted_unvalidated
Catégories candidatesMéta-épidémiologie (sens strict), Communication savante, Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger)
Catégories consensuellesCharge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger)
DomaineSignal candidat: aucune · Signal consensuel: aucune
Devis d'étudeSignal candidat: Sans objet · Signal consensuel: aucune
GenreSignal candidat: Empirique · Signal consensuel: Empirique
Score de désaccord entre enseignants0,642
Score d'incertitude au seuil1,000

Scores Codex et Gemma par catégorie

CatégorieCodexGemma
Métarecherche0,0010,000
Méta-épidémiologie (sens strict)0,0010,001
Méta-épidémiologie (sens large)0,0010,000
Bibliométrie0,0000,000
Études des sciences et des technologies0,0010,000
Communication savante0,0020,000
Science ouverte0,0010,000
Intégrité de la recherche0,0000,001
Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger)0,0060,001

Scores machine (provisoires)

Les deux têtes enseignantes du modèle étudiant, lues sur ce travail. Un score ordonne la base pour la relecture; il n'affirme jamais une catégorie, et le statut de validation accompagne chaque rangée tel quel.

Scores de référence d'un modèle non mature (critères de maturité non atteints, 7 itérations). Un score ordonne; il n'affirme jamais une catégorie.

Tête enseignante Opus0,092
Tête enseignante GPT0,339
Écart entre enseignants0,247 · la distance entre les deux têtes enseignantes sur ce seul travail
Statut de validationscore_only:v0-immature-baseline · tel quel depuis la passe de notation : score_only signifie que le nombre peut ordonner les travaux, et qu'aucune étiquette de catégorie n'en découle

Classification

machine, non validée

Prédiction automatique; les deux têtes enseignantes s’accordent sur ce qui est montré ici.

Devis d'étudeSans objet
Domainenon disponible
GenreEmpirique

Le détail, modèle par modèle et score par score, se trouve en fin de page sous « Comment cette classification a été obtenue ».

En bref

Citations0
Publié2020
Routes d'admission1
Résumé présentoui

Explorer davantage

Même revueFólioMême sujetLinguistics and Education ResearchTravaux en français237 207