Mielomeningocele: abordagens fetais e prognóstico
Notice bibliographique
Résumé
Introdução: A espinha bífida é a anomalia congênita do Sistema Nervoso Central compatível com a vida mais comum, tendo como forma mais frequente a mielomeningocele. Cerca de 88 a 96% dos pacientes com espinha bífida sobrevivem até um ano de idade, e 75% deles sobrevivem até a idade adulta, porém com múltiplas comorbidades. O Brasil é o quarto país com maior incidência de anencefalia e espinha bífida, atrás apenas do México, do Chile e do Paraguai. Nos últimos anos, tem surgido diferentes abordagens cirúrgicas para a correção da mielomeningocele. Objetivo: O presente trabalho de revisão bibliográfica teve como objetivo analisar e comparar as abordagens cirúrgicas de reparo pré-natal existentes, bem como seus desfechos e riscos. Material e Métodos: Buscas por artigos relacionados ao tema foram realizadas nas plataformas PubMed e Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), incluindo os termos: “myelomeningocele”, “spina bífida” e “fetal surgery”. As referências duplicadas foram excluídas, e foram selecionados artigos publicados entre 2009 e 2020, nos idiomas português ou inglês. A leitura dos artigos foi realizada de acordo com a ordem de best match e, ao longo da leitura na íntegra dos artigos selecionados, foram resgatadas referências mais antigas consideradas importantes para a revisão. Resultados: Em 2011, após a publicação do estudo MOMS (Management of Myelomeningocele Study), tornou-se evidente os benefícios da cirurgia pré-natal quando comparada com a tradicional correção pós-natal. Atualmente, existem, além da cirurgia a céu aberto intrauterina, a possibilidade de correção minimamente invasiva do defeito da coluna por técnicas fetoscópicas. É consenso entre sociedades como a American College of Obstetricians and Gynaecologists (ACOG) e a The Society of Obstetricians and Gynaecologists of Canada (SOGC) que o reparo pré-natal da mielomeningocele traz benefícios comprovados, à custa do aumento de riscos materno-fetais. As cirurgias abertas apresentam algumas complicações exclusivas, como a deiscência focal ou completa da cicatriz uterina, bem como um risco maior de rotura uterina, o que contraindica o nascimento pela via de parto vaginal. O reparo fetoscópico reduz esses riscos maternos associados à histerotomia. No entanto, observou-se incidência maior de deiscência de sutura do reparo da mielomeningocele, necessitando de reparo posterior, bem como de rotura prematura de membranas ovulares. O nascimento antes de 34 semanas ocorreu também com maior frequência após reparo fetoscópico, porém essa diferença parece menor quando a técnica fetoscópica é utilizada com a exteriorização do útero. Conclusão: Acreditamos que a cirurgia fetoscópica minimamente invasiva deve ser a base para o futuro do reparo intrauterino para correção da mielomeningocele. Para que tal fato se concretize, será necessário alcançar maior uniformidade entre as técnicas atualmente utilizadas e uma comparação direta, em estudo de alto grau de qualidade científica, com o reparo pré-natal “a céu aberto”.
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Comment cette classification a été obtenuedéplier
Prédiction distillée sur la base complète
Imitation des enseignantsNi prévalence calibrée, ni vérité terrain. Validation humaine à venir. Apprise à partir de 10 348 étiquettes directes de Codex et de 10 348 étiquettes directes de Gemma. Le mode candidate est l'union des têtes enseignantes seuillées; le consensus est leur intersection. Ces sorties portent le statut machine_predicted_unvalidated et ne sont ni des étiquettes humaines ni des étiquettes directes de modèles de pointe.
Scores Codex et Gemma par catégorie
| Catégorie | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Métarecherche | 0,000 | 0,002 |
| Méta-épidémiologie (sens strict) | 0,001 | 0,001 |
| Méta-épidémiologie (sens large) | 0,001 | 0,000 |
| Bibliométrie | 0,000 | 0,001 |
| Études des sciences et des technologies | 0,000 | 0,000 |
| Communication savante | 0,000 | 0,000 |
| Science ouverte | 0,001 | 0,000 |
| Intégrité de la recherche | 0,001 | 0,001 |
| Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger) | 0,004 | 0,003 |
Scores machine (provisoires)
Les deux têtes enseignantes du modèle étudiant, lues sur ce travail. Un score ordonne la base pour la relecture; il n'affirme jamais une catégorie, et le statut de validation accompagne chaque rangée tel quel.
Scores de référence d'un modèle non mature (critères de maturité non atteints, 7 itérations). Un score ordonne; il n'affirme jamais une catégorie.
score_only:v0-immature-baseline · tel quel depuis la passe de notation : score_only signifie que le nombre peut ordonner les travaux, et qu'aucune étiquette de catégorie n'en découleClassification
machine, non validéePrédiction automatique; les deux têtes enseignantes s’accordent sur ce qui est montré ici.
Le détail, modèle par modèle et score par score, se trouve en fin de page sous « Comment cette classification a été obtenue ».