Conclusão: saúde internacional, erradicação de Aedes aegypti e o fortalecimento das relações interamericanas
Notice bibliographique
Résumé
Conclusão: saúde internacional, erradicação de Aedes aegypti e o fortalecimento das relações interamericanasNo presente livro, analisaram-se as origens, o desenvolvimento, as consequências e as controvérsias suscitadas pela Campanha Mundial de Erradicação da Febre Amarela, lançada em 1918 pela Fundação Rockefeller, reformulada durante a Segunda Guerra Mundial e retomada, em 1947, sob os auspícios da Organização Sanitária Pan-Americana (OSP), com a nova designação de Campanha Continental para a Erradicação do Aedes aegypti.Durante os seus cerca de cinquenta anos de desenvolvimento, a campanha contra a febre amarela impulsionou a cooperação internacional em saúde nas Américas, estreitando os intercâmbios entre as nações da região.Apesar de sua importância no cenário das relações interamericanas, a Campanha Continental não havia merecido a atenção dos historiadores da saúde internacional anteriormente.Tal situação contrasta com o destaque dado pela historiografia ao Programa de Erradicação da Malária, lançado em 1955, em um contexto de acirramento das disputas entre as superpotências, que caracterizou a Guerra Fria; e à Campanha Mundial para a Erradicação da Varíola, iniciada em 1959 e encerrada com êxito em 1980.A Campanha Continental para a Erradicação do Aedes aegypti foi anterior aos dois programas da Organização Mundial da Saúde (OMS) servindo, inclusive, de modelo para a formulação e implementação de ambos.Embora tenha se desenvolvido no cenário da Guerra Fria, o seu lançamento, no pós-Segunda 318Guerra Mundial, foi uma consequência da crescente cooperação entre as repúblicas americanas na área da saúde, que vinha sendo construída desde a década de 1920, em meio ao desenvolvimento da Campanha Mundial de Erradicação da Febre Amarela da Fundação Rockefeller nas Américas.Recuperou-se a importância da Campanha Continental para a Erradicação do Aedes aegypti no cenário da saúde internacional no pós-Segunda Guerra Mundial, relacionando as articulações que levaram ao seu lançamento, em 1947, e o seu desenvolvimento desse momento até o fim dos anos 1960, com o processo de maior articulação das repúblicas americanas no campo sanitário.A iniciativa foi impulsionada pelas nações do continente -com destaque para o papel desempenhado pelo Brasil -que decidiram enfrentar o problema da febre amarela conjuntamente.Fred Soper foi um personagem-chave nesse processo de maior cooperação interamericana na área da saúde.Desde que foi nomeado para a chefia do Escritório Regional da Fundação Rockefeller, localizado no Rio de Janeiro, em 1927, ele procurou articular-se com os médicos e sanitaristas brasileiros que criticavam os métodos e as teorias que embasavam a implementação da Campanha Mundial de Erradicação da Febre Amarela no país.O principal alvo das críticas era a teoria dos focos-chave, segundo a qual bastava eliminar o mosquito Aedes aegypti das maiores cidades do continente para que a febre amarela desaparecesse das Américas.A teoria não admitia a possibilidade de a doença ser endêmica nas áreas rurais do país, como afirmavam os brasileiros.Paralelamente às críticas que a campanha da Fundação Rockefeller enfrentava no Brasil, descobertas realizadas na África, em meados da década de 1920, tais como a de que o macaco rhesus também era um hospedeiro do vírus da febre amarela e que outros mosquitos além de Aedes aegypti podiam transportá-lo, começaram a minar as bases práticas e epidemiológicas que sustentavam a campanha.Com a eclosão da epidemia do Rio de Janeiro em 1928-1929, esse processo de questionamento das certezas existentes acerca da doença atingiu o seu ápice.Diante da nova realidade, a Campanha Mundial de Erradicação da Febre Amarela teve que ser reorganizada, tarefa que coube a Soper.
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Comment cette classification a été obtenuedéplier
Prédiction machine sur la base complète
Imitation des enseignantsNi prévalence calibrée, ni vérité terrain. Validation humaine à venir. Le volet Gemma est une étiquette directe du modèle pour chaque travail de la base, lue sur la notice réduite au titre. Le volet Codex est un classifieur appris des 10 348 étiquettes directes de Codex et calibré sur les taux pondérés de l'échantillon; les champs sans appui suffisant ne portent aucun appel Codex. Le mode candidate est l'union des deux volets; le consensus est leur intersection. Ces sorties portent le statut machine_predicted_unvalidated et ne sont pas des étiquettes humaines.
Scores du classifieur distillé par catégorie (deux têtes)
| Catégorie | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Métarecherche | 0,002 | 0,006 |
| Méta-épidémiologie (sens strict) | 0,001 | 0,000 |
| Méta-épidémiologie (sens large) | 0,001 | 0,000 |
| Bibliométrie | 0,001 | 0,002 |
| Études des sciences et des technologies | 0,001 | 0,001 |
| Communication savante | 0,003 | 0,002 |
| Science ouverte | 0,001 | 0,001 |
| Intégrité de la recherche | 0,002 | 0,002 |
| Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger) | 0,012 | 0,002 |
Scores machine (provisoires)
Les deux têtes enseignantes du modèle étudiant, lues sur ce travail. Un score ordonne la base pour la relecture; il n'affirme jamais une catégorie, et le statut de validation accompagne chaque rangée tel quel.
Scores de référence d'un modèle non mature (critères de maturité non atteints, 7 itérations). Un score ordonne; il n'affirme jamais une catégorie.
score_only:v0-immature-baseline · tel quel depuis la passe de notation : score_only signifie que le nombre peut ordonner les travaux, et qu'aucune étiquette de catégorie n'en découleClassification
machine, non validéePrédiction automatique; un appel candidat d’une seule source (Gemma direct ou Codex distillé), pas un consensus.
Le détail, modèle par modèle et score par score, se trouve en fin de page sous « Comment cette classification a été obtenue ».