Avaliação da aprendizagem: A questão dos futuros professores como protagonistas do processo
Notice bibliographique
Résumé
O material e a pesquisa aqui explicados foram coletados durante o curso intitulado Didática, ministrado para futuros professores de diferentes áreas do conhecimento em uma universidade privada localizada no Sul do Brasil. Esta é uma unidade obrigatória do currículo e foi construída usando três elementos da pedagogia: aprender, ensinar e avaliar. O estudo centra-se na dimensão da avaliação docente. Parte da própria ansiedade dos alunos de graduação em relação à avaliação, que é utilizada como meio para estudar o progresso da teoria avaliativa. Os alunos foram convidados a formular perguntas sobre avaliação, expressando suas dúvidas, os aspectos que os preocupam relacionados ao assunto e o que consideram essencial para aprender a habilidade de fazer uma boa avaliação. A análise realizada resultou em três categorias finais: Princípios e concepções de avaliação; Administração do processo de avaliação; Avaliação em grupos específicos. A análise discursiva textual é um método apropriado para análise de pesquisas no campo da formação de professores. Referências BERNARDO, G. Educação pelo argumento. Rio de Janeiro: Rocco, 2007. CAMARGO, J.; PORTO, J. S. O efeito tamanho da turma sobre o desempenho escolar: uma avaliação do impacto da “enturmação” no ensino fundamental do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: UFRGS, 2014. DENZIN, N. K.; LINCOLN, Y. O planejamento da pesquisa qualitativa. Teorias e abordagens. Porto Alegre: Artmed, 2006. FLICK, U. An introduction to qualitative research. 5. ed. Thousand Oaks: Sage publications, 2014. FINKEL, D.L. Teaching with your mouth shut. Portsmouth, N.H. Boynton/Cook, 2000. GRILLO, M.; FREITAS, A. L. S. Autoavaliação: por que e como realizá-la? In: GRILLO, M.; GESSINGER, R. M. (Orgs.). Por que falar ainda em avaliação? Porto Alegre: Edipucrs, 2010. GADAMER, H. G. Verdad y método: fundamentos de una hermenéutica filosófica. Salamanca: Sígueme, 1984. HADJI, C. Ajudar os alunos a fazer a autoregulação da sua aprendizagem: Porque? Como? Pinhais: Melo, 2016. HADJI, C. Avaliação desmistificada. Porto Alegre: Artmed, 2005. HANUSHEK, E. A. Publicly provided education. In: AUERBACH, A. J.; FELDSTEIN, M. (Ed.). Handbook of public economics. Amsterdam: North-Holland, 2002. JOHNSON D. W. AND JOHNSON R. T., , Learning together and alone: Cooperative, competitive, and individualistic learning. Boston, MA: Allyn and Bacon, 1999. LIMA, V.M.R. Universalidades e singularidades presentes no método de Análise Textual Discursiva. In: LIMA, V.M.R.; RAMOS, M. ; PAULA, M.C. Métodos de análise em pesquisa qualitativa: releituras atuais. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2019. LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2011. MITTLER, P. Working towards inclusive education: social contexts. New York: David Fulton, 2012. MORAES, R.; GALIAZZI, M.C. Análise Textual Discursiva. Ijuí: Unijuí, 2007. PÉREZ GÓMEZ, A. I. Educação na era digital: a escola educativa. Porto Alegre: Penso, 2015. SILVA, T. T. A produção social da identidade e da diferença. In: SILVA, T. T. (Org.). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. 11. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. STAKE, R. E. Qualitative Research: studying how things work. New York: Guilford, 2010. TARDIF, J. L’évaluation des compétences: documenter le parcours de développement. Montréal: Chenelière Éducation, 2006. TRIVIÑOS, A. N. S. Introdução à pesquisa em ciências sociais. São Paulo: Atlas, 1987 YIN, R.K. Case study research: design and methods. 5. ed. Thousand Oaks: Sage publications, 2013. OLABUENAGA, J. I. R. Metodologia de investigación cualitativa. Bilbao:Universidad de Deusto, 2007. SOUZA, R S ; GALIAZZI, M. C. Compreensões acerca da hermenêutica na Análise Textual Discursiva. Editora.Ijuí: Unijuí Ano 31 nº 100 Set./Dez. 2016 Ens, R. T., Ribas, M. S., & de Amorim Favoreto, E. D. Discursive Textual Analysis of Brazil’s National Curricular Guidelines for Youth and Adult Education: Meanings and Senses. Creative Education, 7, 1759-1764, 2016. http://dx.doi.org/10.4236/ce.2016.712179.
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Comment cette classification a été obtenuedéplier
Prédiction distillée sur la base complète
Imitation des enseignantsNi prévalence calibrée, ni vérité terrain. Validation humaine à venir. Apprise à partir de 10 348 étiquettes directes de Codex et de 10 348 étiquettes directes de Gemma. Le mode candidate est l'union des têtes enseignantes seuillées; le consensus est leur intersection. Ces sorties portent le statut machine_predicted_unvalidated et ne sont ni des étiquettes humaines ni des étiquettes directes de modèles de pointe.
Scores Codex et Gemma par catégorie
| Catégorie | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Métarecherche | 0,003 | 0,000 |
| Méta-épidémiologie (sens strict) | 0,001 | 0,001 |
| Méta-épidémiologie (sens large) | 0,001 | 0,000 |
| Bibliométrie | 0,000 | 0,003 |
| Études des sciences et des technologies | 0,004 | 0,001 |
| Communication savante | 0,001 | 0,001 |
| Science ouverte | 0,002 | 0,001 |
| Intégrité de la recherche | 0,000 | 0,001 |
| Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger) | 0,011 | 0,001 |
Scores machine (provisoires)
Les deux têtes enseignantes du modèle étudiant, lues sur ce travail. Un score ordonne la base pour la relecture; il n'affirme jamais une catégorie, et le statut de validation accompagne chaque rangée tel quel.
Scores de référence d'un modèle non mature (critères de maturité non atteints, 7 itérations). Un score ordonne; il n'affirme jamais une catégorie.
score_only:v0-immature-baseline · tel quel depuis la passe de notation : score_only signifie que le nombre peut ordonner les travaux, et qu'aucune étiquette de catégorie n'en découleClassification
machine, non validéePrédiction automatique; les deux têtes enseignantes s’accordent sur ce qui est montré ici.
Le détail, modèle par modèle et score par score, se trouve en fin de page sous « Comment cette classification a été obtenue ».