Vagaroso, árduo e silencioso: o racismo na experiência de trabalho de um ativista negro em São Paulo (1900-1930)
Notice bibliographique
Résumé
Este artigo emprega métodos biográficos, complementados por meio de imaginação histórica, para ilustrar as inúmeras maneiras pelas quais o racismo moldou as experiências de trabalho dos sujeitos negros na São Paulo do início do seculo xx. Concentrando-se na labuta de uma das principais figuras do associativismo negro, Frederico Baptista de Souza, quando primeiro ele mostra como a imprensa negra foi um órgão fundamental para se observar o racismo no mundo do trabalho. Jornalistas negros narraram os empenhos de diversos grupos — de trabalhadores domésticos a funciona?rios públicos — em uma época em que proliferavam os esforços para apagar as contribuições dos indivíduos negros a sociedade. Em segundo lugar, ao justapor as discussões publicas de Frederico sobre questões raciais com sua experiência pessoal de trabalho, ganhamos uma perspectiva mais completa de como o racismo afetou o trabalho de pessoas negras. Como guarda da Faculdade de Direito (FD) da cidade, Frederico era responsável por patrulhar o prédio da escola. Durante esse processo, ele encontrou diariamente os restos mortais de Jacinta Maria de Santana, uma mulher negra cujo corpo quase mumificado era exposto publicamente em uma sala de aula. Por 19 anos Frederico testemunhou como alunos e professores brancos da escola humilhavam o cada?ver da mulher. O silêncio subsequente desse homem negro, pessoalmente bem-sucedido e politicamente ativo, foi intencional. As possíveis represálias por desafiar esse erro eram muito graves para o jovem trabalhador negro e sua família. O relativo privilégio que ele tinha como funcionário publico não o protegeria do racismo arraigado das instituições brasileiras que silenciariam reflexivamente a dissidência. Em suma, as experiências de Frederico nos permitem compreender melhor a dinâmica do racismo no âmbito do trabalho em sua época; elas também nos oferecem reflexões sobre a longa história do racismo silencioso dentro de instituições públicas no Brasil após a abolição.
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Comment cette classification a été obtenuedéplier
Prédiction distillée sur la base complète
Imitation des enseignantsNi prévalence calibrée, ni vérité terrain. Validation humaine à venir. Apprise à partir de 10 348 étiquettes directes de Codex et de 10 348 étiquettes directes de Gemma. Le mode candidate est l'union des têtes enseignantes seuillées; le consensus est leur intersection. Ces sorties portent le statut machine_predicted_unvalidated et ne sont ni des étiquettes humaines ni des étiquettes directes de modèles de pointe.
Scores Codex et Gemma par catégorie
| Catégorie | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Métarecherche | 0,005 | 0,002 |
| Méta-épidémiologie (sens strict) | 0,001 | 0,001 |
| Méta-épidémiologie (sens large) | 0,002 | 0,001 |
| Bibliométrie | 0,001 | 0,004 |
| Études des sciences et des technologies | 0,004 | 0,001 |
| Communication savante | 0,003 | 0,001 |
| Science ouverte | 0,002 | 0,000 |
| Intégrité de la recherche | 0,001 | 0,001 |
| Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger) | 0,004 | 0,004 |
Scores machine (provisoires)
Les deux têtes enseignantes du modèle étudiant, lues sur ce travail. Un score ordonne la base pour la relecture; il n'affirme jamais une catégorie, et le statut de validation accompagne chaque rangée tel quel.
Scores de référence d'un modèle non mature (critères de maturité non atteints, 7 itérations). Un score ordonne; il n'affirme jamais une catégorie.
score_only:v0-immature-baseline · tel quel depuis la passe de notation : score_only signifie que le nombre peut ordonner les travaux, et qu'aucune étiquette de catégorie n'en découleClassification
machine, non validéePrédiction automatique; les deux têtes enseignantes s’accordent sur ce qui est montré ici.
Le détail, modèle par modèle et score par score, se trouve en fin de page sous « Comment cette classification a été obtenue ».