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Enregistrement W4408561630 · doi:10.5205/1981-8963.2025.265756

Letramento em saúde nas práticas de saúde: não mais prescritivas e sim coprodutoras de cuidados

2025· article· pt· W4408561630 sur OpenAlexaff
Margareth Santos Zanchetta, Katarinne Lima Moraes

Notice bibliographique

RevueRevista de Enfermagem UFPE on line · 2025
Typearticle
Languept
DomaineSocial Sciences
ThématiquePublic Health in Brazil
Établissements canadiensToronto Metropolitan University
Organismes subventionnairesnon disponible
Mots-clésHumanitiesPolitical sciencePhilosophy

Résumé

récupéré en direct d'OpenAlex

Com a nova perspectiva teórica da complexidade para entender-se LS para a prática e a pesquisa, abandona-se a perspectiva positivista3, resultando no entendimento de que é necessário superar a mera classificação e prescrição para os usuários. Isto coaduna-se com a concepção de que educar para a saúde é uma prática emancipatória e uma experiência de vida libertadora em qualquer forma de LS (individual, familiar, comunitário, eletrônico, digital etc.) quando implantamos esta prática centrada na pessoa/paciente e estrutura na equação: usuário + profissionais de saúde + organizações de saúde responsivas ao LS. Atualmente, mesmo com a crescente atenção dada ao cuidado centrado na pessoa e em seu envolvimento com tal cuidado, tanto no nível político quanto prático, a literatura tem negligenciado o papel dos serviços de saúde para realizá-lo no âmbito do LS. A maior parte da atenção tem sido dada às competências de LS dos indivíduos para acessar, compreender e usar as informações de saúde, a fim de navegar efetivamente no sistema de serviços de saúde.4 Desde 2016, a OMS5 considera o LS como um determinante social da saúde (DSS) e não unicamente uma habilidade cognitiva. Enquanto um DSS, o LS impacta os resultados em saúde, mas não deve ser tratado como apenas uma competência fixa individual, em que os recursos distribuídos e disponíveis em sua rede social devem ser considerados.6 É importante ressaltar que essa nova perspectiva conceitual de LS possui dois aspectos principais: (a) as habilidades em acessar, entender, avaliar e usar informações em saúde que os usuários/comunidades adquirem ao longo da vida e (b) a organização dos serviços de saúde para tornar os serviços e as informações de saúde acessíveis para que usuários/comunidades possam usar ambos para melhorar sua saúde.7 Essa perspectiva, requer mudanças no fazer saúde exclusivamente prescritivo, abrindo espaço para práticas coprodutivas de saúde com as quais os profissionais de saúde/serviços de saúde e usuários/comunidades colaboram no processo de cuidado. A coprodução da saúde é definida como “o trabalho interdependente de usuários e profissionais que estão criando, projetando, produzindo, entregando, avaliando e reavaliando os relacionamentos e ações que contribuem para a saúde de indivíduos e populações”.2,8 Ela traz consigo uma nova na lógica de fazer saúde, embasada na voz de usuários/comunidades, para melhoria do cuidado prestado. Isto é, o cuidado é realizado com eles e para eles. A coprodução de conhecimentos para assistência à saúde rejeita o modelo conduzido unicamente pelos profissionais de saúde no processo de entrega de serviços, o qual caracteriza os usuários/comunidades como meros recipientes de assistência. Em vez disso, este novo modelo de entender-se LS, defende que os usuários possuem um conjunto crítico de saberes. Porém, esse conhecimento não é explorado, limitando sua participação no funcionamento do sistema de serviços de saúde.4 Nesse sentido, os serviços de saúde devem implementar estratégias eficazes e baseadas em evidências para usuários/comunidades e para o contexto organizacional, de maneira a propiciar a tomada de decisões informadas sobre saúde e promovendo uma experiência de cuidado mais personalizada. Práticas de saúde guiadas pelo processo de coprodução colaborativa e participativa geram resultados sociais e científicos, contribuindo para a resolução de problemas complexos de saúde pública.9 Nesse cenário, LS individual e LS organizacional são dois requisitos essenciais para coprodução dos serviços de saúde. O desenvolvimento do LS com o engajamento de profissionais de saúde em envolver usuários/comunidades em parcerias que valorizam a coprodução de saúde pode resultar em maior qualidade, segurança e equidade no cuidado e aprendizado coletivo, entre outros.10 Por um lado, tanto serviços como profissionais devem: (a) desenvolver uma visão organizacional compartilhada sobre LS; (b) preocupar-se com a incorporação de ações concretas de LS nas políticas organizacionais; (c) identificar os líderes de LS para promover o comprometimento organizacional para atender às necessidades especiais de informação dos usuários/comunidades com diversificação de condições de LS; e (d) engajar profissionais de saúde nas iniciativas que visam à realização da coprodução de serviços de saúde.4 Portanto, a interação entre LS (individual/comunitário e organizacional) e a coprodução de serviços de saúde deve ser examinada nos níveis macro (sistemas de saúde), meso (serviços de saúde) e micro (relacionamentos paciente-profissional), a fim de implementar um ecossistema de serviços de saúde que se retroalimenta - quanto mais engajados estiverem usuários/comunidades maior será sua contribuição para construção de serviços de saúde mais eficazes.

Récupéré en direct depuis OpenAlex et désinversé. Les résumés ne sont pas conservés dans cette base de données : les index inversés représentent 8,6 Go des 9,3 Go de texte de la base, et le serveur dispose de 13 Go libres.

Comment cette classification a été obtenuedéplier

Prédiction distillée sur la base complète

Imitation des enseignants

Ni prévalence calibrée, ni vérité terrain. Validation humaine à venir. Apprise à partir de 10 348 étiquettes directes de Codex et de 10 348 étiquettes directes de Gemma. Le mode candidate est l'union des têtes enseignantes seuillées; le consensus est leur intersection. Ces sorties portent le statut machine_predicted_unvalidated et ne sont ni des étiquettes humaines ni des étiquettes directes de modèles de pointe.

score de la tête « metaresearch » (Codex)0,008
score de la tête « metaresearch » (Gemma)0,010
Version: codex-gemma-dda1882f352aStatut de validation: machine_predicted_unvalidated
Catégories candidatesMétarecherche, Méta-épidémiologie (sens strict), Études des sciences et des technologies, Communication savante, Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger)
Catégories consensuellesaucune
DomaineSignal candidat: aucune · Signal consensuel: aucune
Devis d'étudeSignal candidat: Sans objet · Signal consensuel: Sans objet
GenreSignal candidat: Empirique · Signal consensuel: Empirique
Score de désaccord entre enseignants0,492
Score d'incertitude au seuil1,000

Scores Codex et Gemma par catégorie

CatégorieCodexGemma
Métarecherche0,0080,010
Méta-épidémiologie (sens strict)0,0010,001
Méta-épidémiologie (sens large)0,0010,000
Bibliométrie0,0010,002
Études des sciences et des technologies0,0010,001
Communication savante0,0020,001
Science ouverte0,0020,000
Intégrité de la recherche0,0010,002
Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger)0,0020,001

Scores machine (provisoires)

Les deux têtes enseignantes du modèle étudiant, lues sur ce travail. Un score ordonne la base pour la relecture; il n'affirme jamais une catégorie, et le statut de validation accompagne chaque rangée tel quel.

Scores de référence d'un modèle non mature (critères de maturité non atteints, 7 itérations). Un score ordonne; il n'affirme jamais une catégorie.

Tête enseignante Opus0,066
Tête enseignante GPT0,421
Écart entre enseignants0,355 · la distance entre les deux têtes enseignantes sur ce seul travail
Statut de validationscore_only:v0-immature-baseline · tel quel depuis la passe de notation : score_only signifie que le nombre peut ordonner les travaux, et qu'aucune étiquette de catégorie n'en découle

Classification

machine, non validée

Prédiction automatique; un appel candidat d’une seule tête enseignante, pas un consensus.

Devis d'étudeSans objet
Domainenon disponible
GenreEmpirique

Le détail, modèle par modèle et score par score, se trouve en fin de page sous « Comment cette classification a été obtenue ».

En bref

Citations0
Publié2025
Routes d'admission1
Résumé présentoui

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