Evolução, impacto e potencial dos parques tecnológicos do Brasil
Notice bibliographique
Résumé
Em função da relevância do movimento de parques tecnológicos no Brasil, é necessário desenvolver um quadro sistêmico que permita realizar análises científicas e técnicas cada vez mais assertivas sobre a evolução, os impactos e os principais gargalos para o sucesso, bem como estabelecer estratégias para alavancar a performance destes empreendimentos e de suas organizações vinculadas. As análises devem considerar os recursos necessários (estruturais e financeiros) e disponíveis (capital intelectual e tecnológico), a fim de que seja possível estabelecer políticas eficazes, que utilizem bem os recursos públicos, para que os parques manifestem todo o potencial pretendido, cumprindo a missão institucional de vetores de inovação tecnológica, desenvolvimento e prosperidade, para a qual foram criados. Nas perspectivas social, ambiental e econômica do desenvolvimento sustentável, as políticas públicas devem contribuir para a construção de uma nova matriz econômica para as regiões e o país, que inclua, dentre outros, a criação e consolidação de empresas de base tecnológica, e, consequentemente, a geração de emprego e renda de qualidade, promovendo o bem-estar social. Este objetivo só pode ser alcançado por meio da inovação e do desenvolvimento tecnológico, que dependem de sólida base científica e um sistema educacional de excelência mundial. Os parques tecnológicos, enquanto ambientes promotores de inovação, representam uma das alternativas viáveis na construção deste caminho. No contexto acima, foi desenvolvido este estudo “Evolução, impacto e potencial dos parques tecnológicos do Brasil”, com o apoio institucional do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e científico e técnico do Núcleo de Tecnologias de Gestão (NTG), grupo de pesquisa e extensão tecnológica da Universidade Federal de Viçosa (UFV). Este trabalho dá continuidade ao estudo realizado e publicado em 2021, “Parques tecnológicos do Brasil”. Nesta edição, serão apresentadas as informações mais atuais e relevantes sobre os parques tecnológicos do Brasil, tendo como referência os dados provenientes da Plataforma MCTI-InovaData-Br , com a linha de base de janeiro de 2025 e indicadores da série histórica de 2018 a 2024. Conforme os resultados deste Estudo, o país possui 113 parques tecnológicos, sendo 64 parques em estágio de operação, com 2.706 empresas e organizações vinculadas, 42 parques em implantação e 7 parques em planejamento. Os parques tecnológicos, enquanto áreas de inovação, devem impactar seu território, contribuindo com o planejamento urbano do seu entorno e fortalecimento das relações do ecossistema de inovação e empreendedorismo, à medida que incorporam programas e/ou mecanismos de geração de empresas de base tecnológica, como hubs de inovação, incubadoras, aceleradoras, laboratórios abertos, espaços makers, dentre outros. Todas estas relações ratificam o papel dos parques tecnológicos como organizações intermediárias do modelo de inovação proposto pela Hélice Tríplice, capazes de mobilizar empresas, governos e universidades, de forma colaborativa, na busca de soluções tecnológicas inovadoras que contribuam para o cumprimento de sua função social de promotor de desenvolvimento para o território. Assim, a tese deste Estudo é que a evolução, o impacto e o potencial dos parques tecnológicos do Brasil só poderão ser bem avaliados a partir de um framework de avaliação que entende as relações entre os ambientes de inovação e destes com os ecossistemas de empreendedorismo, educação e CT&I, em um modelo de inovação sistêmico, à luz da Triple Helix, no qual a inovação tecnológica é a força motriz para o desenvolvimento sustentável. O trabalho foi organizado nesta Apresentação, que aborda os conceitos e contextos de possíveis relações causais do sistema de empreendedorismo e CT&I, no qual os parques estão inseridos. Nesta seção, será apresentada a metodologia de pesquisa adotada, construída numa perspectiva de construtos de performance, monitoramento e avaliação. O Capítulo 2 aborda a evolução do movimento de parques tecnológicos no Brasil, enquanto o Capítulo 3 apresenta o impacto dos parques e de suas empresas vinculadas. Os Capítulos 2 e 3 apresentam análises e discussões considerando, também, o movimento de parques em nível mundial. Por fim, as discussões que buscam apontar direcionamentos estratégicos para as políticas públicas e gestão de parques tecnológicos no Brasil, considerando o potencial destes empreendimentos.
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Comment cette classification a été obtenuedéplier
Prédiction machine sur la base complète
Imitation des enseignantsNi prévalence calibrée, ni vérité terrain. Validation humaine à venir. Le volet Gemma est une étiquette directe du modèle pour chaque travail de la base, lue sur la notice réduite au titre. Le volet Codex est un classifieur appris des 10 348 étiquettes directes de Codex et calibré sur les taux pondérés de l'échantillon; les champs sans appui suffisant ne portent aucun appel Codex. Le mode candidate est l'union des deux volets; le consensus est leur intersection. Ces sorties portent le statut machine_predicted_unvalidated et ne sont pas des étiquettes humaines.
Scores du classifieur distillé par catégorie (deux têtes)
| Catégorie | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Métarecherche | 0,001 | 0,004 |
| Méta-épidémiologie (sens strict) | 0,000 | 0,000 |
| Méta-épidémiologie (sens large) | 0,000 | 0,000 |
| Bibliométrie | 0,004 | 0,008 |
| Études des sciences et des technologies | 0,002 | 0,002 |
| Communication savante | 0,005 | 0,001 |
| Science ouverte | 0,001 | 0,001 |
| Intégrité de la recherche | 0,001 | 0,001 |
| Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger) | 0,004 | 0,000 |
Scores machine (provisoires)
Les deux têtes enseignantes du modèle étudiant, lues sur ce travail. Un score ordonne la base pour la relecture; il n'affirme jamais une catégorie, et le statut de validation accompagne chaque rangée tel quel.
Scores de référence d'un modèle non mature (critères de maturité non atteints, 7 itérations). Un score ordonne; il n'affirme jamais une catégorie.
score_only:v0-immature-baseline · tel quel depuis la passe de notation : score_only signifie que le nombre peut ordonner les travaux, et qu'aucune étiquette de catégorie n'en découleClassification
machine, non validéePrédiction automatique; un appel candidat d’une seule source (Gemma direct ou Codex distillé), pas un consensus.
Le détail, modèle par modèle et score par score, se trouve en fin de page sous « Comment cette classification a été obtenue ».