Impacto da gastrectomia vertical laparoscópica na doença do refluxo gastroesofágico : estudo prospectivo controlado com bypass gástrico laparoscópico em Y de Roux
Notice bibliographique
Résumé
A obesidade mórbida (OM) é uma patologia crescente em grande parte dos países desenvolvidos e em desenvolvimento. Uma gama enorme de comorbidades estão associadas a esta condição, gerando demanda de tratamentos e grande impacto socioeconômico aos países com maior prevalência desta doença. Dentre as comorbidades que podem estar associadas à obesidade mórbida, destaca-se a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE). Esta enfermidade possui alta prevalência na maioria dos países e gera elevados custos sociais e econômicos. A prevalência da DRGE é variável entre os estudos, na dependência da metodologia aplicada. No Brasil a sua prevalência na população adulta varia de 5% a 31%, conforme a região e metodologia da pesquisa. A DRGE é definida pelo Consenso de Montreal como a ocorrência de sintomas perturbadores e/ou complicações derivadas do refluxo de conteúdo gástrico para o esôfago. Ela é uma doença multifatorial e está associada a fatores orgânicos, ambientais, comportamentais e genéticos. Esta patologia pode manifestar-se mais comumente por sintomas típicos de refluxo (principalmente pirose e regurgitação), sintomas extra esofágicos (atípicos) ou por complicações como esofagite. Em alguns casos, na doença prolongada e na dependência de fatores associados ao sexo do paciente, idade, fatores genéticos, intensidade e aspecto do refluxo, podem ocorrer o Esôfago de Barrett e o adenocarcinoma de esôfago. Na maioria dos estudos a prevalência da DRGE em pacientes obesos é subestimada, pois nesta população há uma redução de percepção de sintomas, que é atribuída à própria condição de obesidade. A DRGE geralmente exige tratamento nas situações em que há comprometimento de qualidade de vida ou quando ocorrem complicações associadas. O tratamento pode ser clínico (medicamentos e modificações comportamentais) ou cirúrgico. 15 O tratamento cirúrgico é baseado na hiatoplastia associada a fundoplicatura gástrica, que pode incluir válvulas parciais ou totais, com índices de sucesso que variam de 85 a 90%. Embora muitos estudos demonstrem a eficácia deste tipo de tratamento cirúrgico em obesos, há uma tendência ao agravamento progressivo da obesidade, culminando com a indicação futura de cirurgia bariátrica, que é o tratamento definitivo tanto da obesidade como das comorbidades associadas. A cirurgia bariátrica, através das diversas técnicas cientificamente reconhecidas é o tratamento padrão ouro para a obesidade grau II com comorbidades e para a obesidade mórbida. As técnicas mais utilizadas no Brasil e no mundo são o Bypass gástrico em Y de Roux (BGYR) e a gastrectomia vertical (GV) , que podem ser realizados por técnica aberta ou por laparoscopia. A literatura demonstra de forma clara o benefício do bypass gástrico na redução da ocorrência de DRGE, porém na gastrectomia vertical ainda existem dúvidas em relação ao comportamento da doença em pacientes com DRGE preexistente e até mesmo sobre a possibilidade de maior ocorrência da doença após esta cirurgia. O presente estudo visa comparar os resultados em relação a ocorrência e características da DRGE em pacientes com obesidade tratados com gastrectomia vertical laparoscópica (GVL) tendo um grupo controle submetido a Bypass gástrico Laparoscópico em Y de Roux (BGLYR) . Foi realizado um estudo prospectivo controlado, com inclusão de 75 pacientes divididos em dois grupos com características semelhantes, sendo 35 pacientes submetidos a GVL e 40 pacientes a BGLYR. Todos o indivíduos foram submetidos a avaliação clínica ( através da aplicação de um questionário específico para DRGE validado para a língua portuguesa), esofagograma baritado, endoscopia digestiva alta (EDA), pH-metria esofágica de 24h e manometria esofágica, no pré-operatório e com 12 meses de seguimento pósoperatório. O estudo concluiu que a técnica de BGLYR promove redução na prevalência de DRGE, enquanto que a técnica de GVL tem importante efeito 16 refluxogênico, com aumento na prevalência de DRGE e de esofagite erosiva, além de promover aumento na exposição ácida esofágica e na prevalência de hérnia hiatal.
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Comment cette classification a été obtenuedéplier
Prédiction machine sur la base complète
Imitation des enseignantsNi prévalence calibrée, ni vérité terrain. Validation humaine à venir. Le volet Gemma est une étiquette directe du modèle pour chaque travail de la base, lue sur la notice réduite au titre. Le volet Codex est un classifieur appris des 10 348 étiquettes directes de Codex et calibré sur les taux pondérés de l'échantillon; les champs sans appui suffisant ne portent aucun appel Codex. Le mode candidate est l'union des deux volets; le consensus est leur intersection. Ces sorties portent le statut machine_predicted_unvalidated et ne sont pas des étiquettes humaines.
Scores du classifieur distillé par catégorie (deux têtes)
| Catégorie | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Métarecherche | 0,001 | 0,002 |
| Méta-épidémiologie (sens strict) | 0,000 | 0,000 |
| Méta-épidémiologie (sens large) | 0,001 | 0,001 |
| Bibliométrie | 0,000 | 0,000 |
| Études des sciences et des technologies | 0,000 | 0,000 |
| Communication savante | 0,001 | 0,000 |
| Science ouverte | 0,000 | 0,000 |
| Intégrité de la recherche | 0,000 | 0,001 |
| Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger) | 0,002 | 0,000 |
Scores machine (provisoires)
Les deux têtes enseignantes du modèle étudiant, lues sur ce travail. Un score ordonne la base pour la relecture; il n'affirme jamais une catégorie, et le statut de validation accompagne chaque rangée tel quel.
Scores de référence d'un modèle non mature (critères de maturité non atteints, 7 itérations). Un score ordonne; il n'affirme jamais une catégorie.
score_only:v0-immature-baseline · tel quel depuis la passe de notation : score_only signifie que le nombre peut ordonner les travaux, et qu'aucune étiquette de catégorie n'en découleClassification
machine, non validéePrédiction automatique; un appel candidat d’une seule source (Gemma direct ou Codex distillé), pas un consensus.
Le détail, modèle par modèle et score par score, se trouve en fin de page sous « Comment cette classification a été obtenue ».