Manual de Treino Funcional
Notice bibliographique
Résumé
Cada dia que passa, mais pessoas procuram programas de exercício físico, e são submetidas a inúmeras metodologias e técnicas que proporcionam estímulos e inovações para que se mantenham motivadas a praticar exercício físico. No entanto, pode-se considerar que não existem metodologias e técnicas perfeitas nem melhores que outras, sobretudo porque muitas vezes não são adaptadas às necessidades e limitações de cada individuo. “ Tenho comigo seis servos honestos que me ensinaram tudo o que sei. Eles são O QuÊ?, Porquê?, Quando?, Como?, Quem?, Onde?” (Joseph Rudyard Kipling 1865 - 1936) Como praticante regular de exercício físico e sobretudo como profissional sinto a necessidade de cada vez mais enriquecer o meu conhecimento sobre o exercício físico baseado na ciência. No desenvolvimento do meu trabalho diário sou constantemente abordado com questões sobre o Porquê? Como? Quando? O Quê? das opções que adoptamos como praticantes e como treinadores em relação à prescrição de exercício. O ímpeto de publicar um manual sobre o treino funcional, surge da perceção que ao longo de todo o tempo, em que exerço a minha atividade profissional, fui tendo relativamente à evolução dos programas de exercício físico à disposição dos utentes dos ginásios/health clubs e da fidelização das pessoas a esses mesmos programas. Esse ímpeto surge também da necessidade de reagrupar ideias, organizar exercícios com determinados equipamentos e classifica-los segundo os “4 pilares do movimento humano” (Santana,1999), definir metodologias de ensino com o objetivo de credibilizar o profissional que está ligado ao treino funcional como área emergente no mercado do fitness, quer seja aplicado em sessões de treino personalizado, sessões para pequenos ou grandes grupos de pessoas. Segundo Santana (2007), o treino funcional é “um espectro de atividades que condicionam o corpo consistentemente com a integração dos seus movimentos e/ou utilizações.” “O treino funcional engloba um conjunto de métodos e aplicações que ajudam na transferência do treino para a competição (…) a função deve ser vista como uma abordagem integrada (ao contrário de isolada) que envolve o movimento de partes múltiplas do corpo em múltiplos planos.” (Gambetta, 2007) Partindo destas considerações, pretende-se que na prática dos programas de exercício haja sempre a capacidade de adaptação do indivíduo a estímulos internos e externos, com a finalidade de obter o máximo rendimento nas suas atividades diárias e/ou na modalidade desportiva que pratica. O treino funcional deve ser encarado pelo indivíduo como a melhoria constante das capacidades físicas motoras. O treino funcional deverá proporcionar ao indivíduo a capacidade de ser mais forte, mais veloz, mais coordenado, mais potente, mais ágil, mais equilibrado, etc. No fundo, pretende- 15 se com o treino funcional que o indivíduo esteja mais e melhor preparado para qualquer ação motora, que seja eficaz e efetivo na resposta a cada estímulo, independentemente da idade, condição física e psíquica “num ambiente que preserve o equilíbrio e a estabilidade das articulações enquanto evita riscos de lesão.” (McGill, 2009) Na procura de melhores resultados, acredito que com o treino funcional se pode desenvolver o corpo de forma harmoniosa, capaz de desfrutar de todos os benefícios dos exercícios e sentir prazer ao realizá-los em qualquer espaço físico, interior ou ao ar livre em contacto com a Natureza. Por outro lado, no treino mais tradicional realizado nas máquinas em sala de exercício, o ambiente nunca muda – é como treinar dentro de uma cabine telefónica. Existe neste tipo de treino “restrição da amplitude de movimento em articulações específicas que retardam a aprendizagem motora dos movimentos fundamentais (Cook,2010). Não existe uma total liberdade de movimentos, pois “há uma diminuição de estimulação e treino das unidades motoras” onde vários segmentos do corpo estão a ser estabilizados. O movimento no quotidiano e na maior parte das modalidades desportivas “é multidimensional, caótico e aleatório (McGill, 2009).
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Comment cette classification a été obtenuedéplier
Prédiction distillée sur la base complète
Imitation des enseignantsNi prévalence calibrée, ni vérité terrain. Validation humaine à venir. Apprise à partir de 10 348 étiquettes directes de Codex et de 10 348 étiquettes directes de Gemma. Le mode candidate est l'union des têtes enseignantes seuillées; le consensus est leur intersection. Ces sorties portent le statut machine_predicted_unvalidated et ne sont ni des étiquettes humaines ni des étiquettes directes de modèles de pointe.
Scores Codex et Gemma par catégorie
| Catégorie | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Métarecherche | 0,006 | 0,001 |
| Méta-épidémiologie (sens strict) | 0,001 | 0,001 |
| Méta-épidémiologie (sens large) | 0,001 | 0,000 |
| Bibliométrie | 0,007 | 0,005 |
| Études des sciences et des technologies | 0,004 | 0,003 |
| Communication savante | 0,000 | 0,001 |
| Science ouverte | 0,001 | 0,000 |
| Intégrité de la recherche | 0,001 | 0,001 |
| Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger) | 0,000 | 0,000 |
Scores machine (provisoires)
Les deux têtes enseignantes du modèle étudiant, lues sur ce travail. Un score ordonne la base pour la relecture; il n'affirme jamais une catégorie, et le statut de validation accompagne chaque rangée tel quel.
Scores de référence d'un modèle non mature (critères de maturité non atteints, 7 itérations). Un score ordonne; il n'affirme jamais une catégorie.
score_only:v0-immature-baseline · tel quel depuis la passe de notation : score_only signifie que le nombre peut ordonner les travaux, et qu'aucune étiquette de catégorie n'en découleClassification
machine, non validéePrédiction automatique; les deux têtes enseignantes s’accordent sur ce qui est montré ici.
Le détail, modèle par modèle et score par score, se trouve en fin de page sous « Comment cette classification a été obtenue ».