Modelo urbano de produção rural verticalizado como alternativa de segurança alimentar às grandes cidades : um estudo da viabilidade econômica e organizacional do modelo vertical canadense e do modelo horizontal brasileiro
Notice bibliographique
Résumé
Há expectativas entre os demógrafos que a população humana global aumente nos próximos 50 anos alcançando o número de 9,2 bilhões. Esse fenômeno implicará a necessidade de obter 109 hectares de terras adicionais a fim de se produzir alimentos para toda sociedade, ou seja, uma área aproximada ao tamanho do Brasil. Por outro lado, não há essencialmente a quantidade de terras com a qualidade necessária a esta finalidade. Sendo assim, torna-se importante às grandes cidades uma remodelação em suas formas de planejamento urbano envolvendo modelos alternativos e assistenciais à fomentação da produção de alimentos, tendo como junção o rural com o urbano. É sob essa perspectiva que o presente trabalho tem como objetivo esboçar uma discussão sobre a importância dos sistemas de produção rural verticalizados para a manutenção da oferta de alimentos, equilíbrio dos preços médios e o bem estar às gerações futuras. Para tanto, o método utilizado para averiguação de viabilidade desse modelo verticalizado de produção rural foi uma pesquisa in locu na Companhia Alterrus Vertical Crop localizado em Vancouver – Canadá sob a condição observatório participante aplicando o Teste NCIC. Os resultados desse trabalho mostraram uma viabilidade econômica favorável à implantação de modelos verticalizados de produção rural em grandes centros urbanos, bem como uma discussão por meio de uma matriz SWOT das principais virtudes desse modelo ressaltando os pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças ao que se pode definir como modelos horizontais de produção rural.
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Comment cette classification a été obtenuedéplier
Prédiction machine sur la base complète
Imitation des enseignantsNi prévalence calibrée, ni vérité terrain. Validation humaine à venir. Le volet Gemma est une étiquette directe du modèle pour chaque travail de la base, lue sur la notice réduite au titre. Le volet Codex est un classifieur appris des 10 348 étiquettes directes de Codex et calibré sur les taux pondérés de l'échantillon; les champs sans appui suffisant ne portent aucun appel Codex. Le mode candidate est l'union des deux volets; le consensus est leur intersection. Ces sorties portent le statut machine_predicted_unvalidated et ne sont pas des étiquettes humaines.
Scores du classifieur distillé par catégorie (deux têtes)
| Catégorie | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Métarecherche | 0,000 | 0,001 |
| Méta-épidémiologie (sens strict) | 0,001 | 0,000 |
| Méta-épidémiologie (sens large) | 0,000 | 0,001 |
| Bibliométrie | 0,001 | 0,001 |
| Études des sciences et des technologies | 0,001 | 0,001 |
| Communication savante | 0,003 | 0,001 |
| Science ouverte | 0,001 | 0,001 |
| Intégrité de la recherche | 0,001 | 0,001 |
| Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger) | 0,009 | 0,001 |
Scores machine (provisoires)
Les deux têtes enseignantes du modèle étudiant, lues sur ce travail. Un score ordonne la base pour la relecture; il n'affirme jamais une catégorie, et le statut de validation accompagne chaque rangée tel quel.
Scores de référence d'un modèle non mature (critères de maturité non atteints, 7 itérations). Un score ordonne; il n'affirme jamais une catégorie.
score_only:v0-immature-baseline · tel quel depuis la passe de notation : score_only signifie que le nombre peut ordonner les travaux, et qu'aucune étiquette de catégorie n'en découleClassification
machine, non validéePrédiction automatique; un appel candidat d’une seule source (Gemma direct ou Codex distillé), pas un consensus.
Le détail, modèle par modèle et score par score, se trouve en fin de page sous « Comment cette classification a été obtenue ».