Queda e sua relação com fatores sociodemográficos e de saúde em idosos de uma comunidade brasileira: estudo de seguimento
Notice bibliographique
Résumé
No decorrer do processo de envelhecimento há uma diminuição das habilidades físicas, psicológicas e sociais na pessoa o que aumenta o risco de sofrer de múltiplas síndromes, uma delas é a queda. O presente estudo é analítico, observacional de coorte retrospectivo com o objetivo de determinar a prevalência de queda em um seguimento de cinco anos em duas avaliações (2007/2008 - 2013) de idosos que vivem no domicílio e a sua relação com as variáveis sociodemográficas, doenças autorreferidas, número de medicamentos, estado cognitivo, síndrome da fragilidade e capacidade funcional. A pesquisa foi realizada na cidade de Ribeirão Preto, São Paulo, com população de idosos com 65 anos ou mais de idade. A amostra foi por conglomerado em duplo estágio sendo a amostra final de 515 idosos, sendo que a primeira etapa ocorreu de agosto de 2007 a março de 2008 e a segunda realizada de julho a dezembro de 2013. O instrumento utilizado para a coleta de dados foi composto por questões sociodemográficas; doenças autorreferidas e número de medicamentos; Mini Exame do Estado Mental (MEEM); avaliação da queda; Edmonton Frail Scale (EFS); Medida de Independência Funcional (MIF) e Escala de Lawton e Brody (AIVD). Foram pareadas as informações dos 262 idosos, sendo que houve predomínio do sexo feminino (66,4%), média da idade de 73,3 (dp=6,3) anos sendo que 56,9% foram categorizados como idoso mais jovem (70 - 79 anos), média de escolaridade de 5,0 (dp=4,9) anos e 49,2% eram casados. Verificou-se que em ambas as avaliações, o estado cognitivo diminuiu de 24,87 para 22,90 pontos com aumento do déficit cognitivo de 44,7 para 58,4%. Nas AIVD a média também diminuiu de 19,41 para 17,39 pontos, aumentando a dependência funcional de 44,7% para 66,1%. Quanto a MIF, a média diminui de 120,33 para 112,49 pontos com aumento da dependência de 4,2% para 15%. Verificou-se que a média da fragilidade aumentou de 4,16 para 6,53 pontos sendo que a categoria fragilidade aumentou de 17,5% para 50,4%. Por outro lado, a média das doenças autorreferidas diminuiu de 5,63 para 5,16 dos quais tanto na primeira como na segunda avaliação 5,7% não sofrem de doenças mas na primeira avaliação 46,2% sofrem mais de cinco doenças e na segunda 41,2%. Porém quanto ao consumo de medicamentos a média aumentou de 3,59 para 4,03, sendo que 22,5% na primeira avaliação consomem mais de cinco medicamentos e na segunda 28,6%. Em relação com o idoso que sofreu queda, na primeira avaliação 57 caíram e na segunda 99, a prevalência aumentou de 21,8% para 37,8%, sendo que em ambas as avaliações 82,5% e 73,7%, respectivamente, caíram da própria altura, trazendo consequências como fraturas, feridas e escoriações, além do medo de novas reincidências. Os idosos que sofreram queda apresentaram diminuição do estado cognitivo, maior fragilidade e incapacidade funcional com um aumento das doenças autorreferidas e número de medicamentos. Na associação da queda com as diferentes variáveis, verificou-se que no período do estudo, o número de doenças autorreferidas, o maior consumo de medicamentos e o aumento da fragilidade o idoso apresenta maior risco de queda. Conclui-se que a queda é uma síndrome que está relacionada com múltiplas causas (variáveis sociodemográficas e de saúde) o que leva a maior necessidade de implementar programas com planejamento para a prevenção de queda e suas consequências por meio da educação à população idosa e seus cuidadores
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Comment cette classification a été obtenuedéplier
Prédiction distillée sur la base complète
Imitation des enseignantsNi prévalence calibrée, ni vérité terrain. Validation humaine à venir. Apprise à partir de 10 348 étiquettes directes de Codex et de 10 348 étiquettes directes de Gemma. Le mode candidate est l'union des têtes enseignantes seuillées; le consensus est leur intersection. Ces sorties portent le statut machine_predicted_unvalidated et ne sont ni des étiquettes humaines ni des étiquettes directes de modèles de pointe.
Scores Codex et Gemma par catégorie
| Catégorie | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Métarecherche | 0,001 | 0,000 |
| Méta-épidémiologie (sens strict) | 0,001 | 0,001 |
| Méta-épidémiologie (sens large) | 0,001 | 0,000 |
| Bibliométrie | 0,000 | 0,001 |
| Études des sciences et des technologies | 0,001 | 0,001 |
| Communication savante | 0,000 | 0,001 |
| Science ouverte | 0,002 | 0,001 |
| Intégrité de la recherche | 0,000 | 0,000 |
| Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger) | 0,004 | 0,001 |
Scores machine (provisoires)
Les deux têtes enseignantes du modèle étudiant, lues sur ce travail. Un score ordonne la base pour la relecture; il n'affirme jamais une catégorie, et le statut de validation accompagne chaque rangée tel quel.
Scores de référence d'un modèle non mature (critères de maturité non atteints, 7 itérations). Un score ordonne; il n'affirme jamais une catégorie.
score_only:v0-immature-baseline · tel quel depuis la passe de notation : score_only signifie que le nombre peut ordonner les travaux, et qu'aucune étiquette de catégorie n'en découleClassification
machine, non validéePrédiction automatique; les deux têtes enseignantes s’accordent sur ce qui est montré ici.
Le détail, modèle par modèle et score par score, se trouve en fin de page sous « Comment cette classification a été obtenue ».