Português Música como ferramenta terapêutica para afasia progressiva primária
Pourquoi ce travail est dans la base
Une base qui oublie comment elle a trouvé un travail ne peut pas être vérifiée. Voici les voies qui ont admis celui-ci.
Notice bibliographique
Résumé
Introdução: A Afasia Progressiva Primária (APP) é uma doença neurodegenerativa caracterizada pela perda gradual e permanente de componentes da linguagem. Objetivo: Este relato de caso propõe investigar a viabilidade e os efeitos da música como ferramenta fonoaudiológica em uma intervenção com indivíduo com APP. Método: Realizou-se uma intervenção com um indivíduo do sexo masculino, 84 anos, com onze anos de escolaridade e diagnóstico de APP não-fluente/agramatical em estágio moderado. A intervenção com o uso da música teve como objetivo estimular a fluência da fala e a memória, realizada ao longo de 10 sessões, cada uma com 45 minutos de duração, além de reforços diários supervisionados por um cuidador familiar. O participante foi avaliado antes e após o experimento utilizando os instrumentos: Bateria Montreal Toulouse de Avaliação da Linguagem (MTL-Brasil), Avaliação Funcional das Habilidades de Comunicação (ASHA-FACS Brasil) e um questionário sobre a percepção do participante e seu cuidador a respeito dos efeitos da intervenção. Resultados: O uso da música na intervenção fonoaudiológica mostrou-se viável, com adesão tanto do participante quanto da família. Os resultados quantitativos indicaram ligeira melhora em provas de habilidades verbais e praxias não verbais, manutenção em provas de compreensão e piora em provas discursivas. A análise qualitativa apontou benefícios para a compreensão, humor e bem-estar do participante. Conclusão: A música teve efeitos positivos na intervenção com este indivíduo com APP. No entanto, como os resultados foram diversos, não é possível atribuí-los exclusivamente à música, a qual se apresenta como um recurso plausível para a terapia fonoaudiológica.
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Prédiction distillée sur la base complète
Imitation des enseignantsNi prévalence calibrée, ni vérité terrain. Validation humaine à venir. Apprise à partir de 10 348 étiquettes directes de Codex et de 10 348 étiquettes directes de Gemma. Le mode candidate est l'union des têtes enseignantes seuillées; le consensus est leur intersection. Ces sorties portent le statut machine_predicted_unvalidated et ne sont ni des étiquettes humaines ni des étiquettes directes de modèles de pointe.
Scores Codex et Gemma par catégorie
| Catégorie | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Métarecherche | 0,001 | 0,000 |
| Méta-épidémiologie (sens strict) | 0,001 | 0,001 |
| Méta-épidémiologie (sens large) | 0,001 | 0,000 |
| Bibliométrie | 0,000 | 0,001 |
| Études des sciences et des technologies | 0,001 | 0,000 |
| Communication savante | 0,001 | 0,000 |
| Science ouverte | 0,002 | 0,001 |
| Intégrité de la recherche | 0,001 | 0,001 |
| Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger) | 0,013 | 0,002 |
Scores machine (provisoires)
Les deux têtes enseignantes du modèle étudiant, lues sur ce travail. Un score ordonne la base pour la relecture; il n'affirme jamais une catégorie, et le statut de validation accompagne chaque rangée tel quel.
Scores de référence d'un modèle non mature (critères de maturité non atteints, 7 itérations). Un score ordonne; il n'affirme jamais une catégorie.
score_only:v0-immature-baseline · tel quel depuis la passe de notation : score_only signifie que le nombre peut ordonner les travaux, et qu'aucune étiquette de catégorie n'en découle