Efeito da intervenção terapêutica com treino de equilíbrio e marcha com feedback visual em idosas com e sem osteoartrite de joelho: ensaio clínico randomizado
Notice bibliographique
Résumé
A osteoartrite (OA) é a afecção crônico-degenerativa mais frequente nos idosos, o que contribui para incapacidade funcional importante. A perda funcional, as alterações da marcha e a redução do controle do equilíbrio são as principais causas de progressão da OA, principalmente do joelho. Recentes estudos demonstraram que o treino de marcha e do equilíbrio são benéficos para ganho de funcionalidade e equilíbrio em idosas sem doença crônica do sistema musculoesquelético, em especial com feedback visual. Objetivo: O objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito terapêutico de um programa de treino de resistência muscular em membros inferiores, de equilíbrio e marcha associado ao feedback visual sobre os aspectos clínicos, funcionais e biomecânicos de idosas com e sem OA de joelho. Métodos: Foi conduzido um ensaio clínico controlado, paralelo, com alocação aleatória e cegamento dos avaliadores, no qual 40 idosas foram recrutadas, sendo 20 idosas com OA de joelho graus 2 ou 3 randomizadas e alocadas para o grupo de intervenção (GOA, n=20) e para o grupo controle, sem a doença (GC, n=20). A intervenção foi um programa de treino de resistência muscular em membros inferiores, equilíbrio reativo e proativo e treino de marcha associado ao feedback visual do apoio dos pés em diferentes direções. Os desfechos primários foram: a intensidade da dor pela Escala Visual Analógica, o domínio de dor e a funcionalidade pelos questionários: WOMAC (Western Ontario and MacMaster Universities Osteoarthritis) e Algo-funcional de Lequesne. Os desfechos secundários foram: o teste de caminhada de seis minutos, o questionário Falls Risk Awareness Questionnaire-FRAQ-Brasil, o desempenho físico pelo Timed Up & Go Test (TUG), a distribuição da carga plantar durante a marcha e a aceitabilidade das pacientes ao protocolo de intervenção. Análise Estatística: Os efeitos de intervenção (pré e após 2 meses) e grupos (GOA e GC), foram calculados por meio de testes t student (pareado e independente) e o tamanho de efeito foi calculado pelo teste de Cohen’d, considerando um nível de significância de 5%. Resultados: A intervenção foi efetiva para melhora da dor e edema, bem como o aumento da funcionalidade nas idosas com OA de joelho pré e pós intervenção e em relação ao controle, com tamanho de efeito de moderado a alto. O equilíbrio dinâmico (TUG), apresentou aumento do equilíbrio com tamanho de efeito maior nas idosas com OA, e a percepção do risco de quedas (FRAQ) e o teste de caminha de 6 minutos (TC6) aumentaram pré e pós intervenção para ambos os grupos de idosas (GOA e GC) com tamanho de efeito alto na percepção do risco de quedas. Além disso, houve redução da carga plantar sobre as áreas do mediopé e retropé medial e lateral pré e pós intervenção, para as idosas do GOA de joelho, mas ainda mantendo-se aumentada área de contato em mediopé quando comparado ao GC pós intervenção. Ambos grupos (GOA e GC), apresentaram excelente aceitabilidade, adequação e viabilidade ao programa de intervenção. Conclusão: O protocolo de treino de resistência muscular, treino de equilíbrio reativo e pró-ativo e marcha com feedback visual foi efetivo, no período de 2 meses consecutivos, para reduzir a dor e edema das idosas com OA de joelho. Além disso, aumentou a funcionalidade dos joelhos, o equilíbrio, a distância de caminhada e a percepção de quedas das idosas com e sem OA de joelho. Durante a marcha com feedback visual, o protocolo de intervenção promoveu um melhor ajuste da distribuição da carga plantar sobre as regiões do mediopé e retropé medial e lateral das idosas com OA de joelho. As idosas com e sem OA mostraram excelente aceitabilidade e viabilidade da intervenção.
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Comment cette classification a été obtenuedéplier
Prédiction machine sur la base complète
Imitation des enseignantsNi prévalence calibrée, ni vérité terrain. Validation humaine à venir. Le volet Gemma est une étiquette directe du modèle pour chaque travail de la base, lue sur la notice réduite au titre. Le volet Codex est un classifieur appris des 10 348 étiquettes directes de Codex et calibré sur les taux pondérés de l'échantillon; les champs sans appui suffisant ne portent aucun appel Codex. Le mode candidate est l'union des deux volets; le consensus est leur intersection. Ces sorties portent le statut machine_predicted_unvalidated et ne sont pas des étiquettes humaines.
Scores du classifieur distillé par catégorie (deux têtes)
| Catégorie | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Métarecherche | 0,001 | 0,002 |
| Méta-épidémiologie (sens strict) | 0,000 | 0,000 |
| Méta-épidémiologie (sens large) | 0,002 | 0,001 |
| Bibliométrie | 0,001 | 0,000 |
| Études des sciences et des technologies | 0,000 | 0,001 |
| Communication savante | 0,001 | 0,000 |
| Science ouverte | 0,000 | 0,001 |
| Intégrité de la recherche | 0,001 | 0,001 |
| Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger) | 0,003 | 0,000 |
Scores machine (provisoires)
Les deux têtes enseignantes du modèle étudiant, lues sur ce travail. Un score ordonne la base pour la relecture; il n'affirme jamais une catégorie, et le statut de validation accompagne chaque rangée tel quel.
Scores de référence d'un modèle non mature (critères de maturité non atteints, 7 itérations). Un score ordonne; il n'affirme jamais une catégorie.
score_only:v0-immature-baseline · tel quel depuis la passe de notation : score_only signifie que le nombre peut ordonner les travaux, et qu'aucune étiquette de catégorie n'en découleClassification
machine, non validéePrédiction automatique; un appel candidat d’une seule source (Gemma direct ou Codex distillé), pas un consensus.
Le détail, modèle par modèle et score par score, se trouve en fin de page sous « Comment cette classification a été obtenue ».