Actividades das crianças e jovens no espectáculo artístico e desportivo: a infância na Indústria do Entretenimento
Bibliographic record
Abstract
Escrever sobre crianças trabalhadoras no espetáculo artístico,remete-nos, muitas vezes, para um mundo de glamour, uma experiência ainda pouco conhecida e investigada que conduz a um “senso comum” repleto de ideias pré-concebidas e estereotipadas, daquilo que estas actividades significam e implicam, sobretudo para as crianças. Se analisarmos para além da aparência, considerarmos a essência dessetrabalho e compreendermos os mecanismos sociais que o produzem, perceberemos crianças que trabalham muitas vezes longos e difíceis períodos de tempo. Este texto procura compreender, a partir do paradigma crítico da Sociologia da Infância, o papel das crianças que trabalham nas actividades artísticas, considerando-as como parte da indústria doespectáculo e do entretenimento. Pretende, ainda, discutir o conceito de trabalho artístico, que é demasiado amplo, até mesmo para exprimir a essência das realidades que o sustentam. Desta forma, pretende-se contribuir para a análise do Trabalho Infantil Artístico em Portugal, contribuindo para a desocultação de uma realidade que aparece largamenteinvisibilizada e/ou disfarçada. Assim, pretende conhecer as práticas sociais das crianças artistas, nas suas actividades espaciais e temporalmente situadas (casa, escola, local de realização de actividades, “recreio”, etc.), nos modos como tais práticas enredam os grupos sociais de pertença, asinstituições de socialização e a vida social em sentido mais lato. Palavras-chave: Infância. Trabalho. Trabalho Infantil Artístico.
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How this classification was reachedexpand
Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.002 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.000 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.002 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.002 | 0.001 |
| Open science | 0.001 | 0.000 |
| Research integrity | 0.001 | 0.002 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.023 | 0.003 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; both teacher heads agree on what is shown here.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".