Las Políticas Públicas Canadienses entre Proteccionismo y Diversidad Cultural
Bibliographic record
Abstract
A dimensão internacional tem ocupado sempre um lugar importante nas políticas públicas canadenses do setor das comunicações, sendo considerado os Estados Unidos um vizinho inevitável por sua proximidade geográfica e como uma ameaça por ser uma potência hegemônica cujas indústrias culturais ocupam um lugar essencial dentro das exportações do país. Neste contexto, as políticas implementadas por Ottawa têm sido tradicionalmente influenciadas por dois princípios, da abertura e do fechamento que se deram a conhecer na área econômica e cultural. Agora, desde os anos 80, temos assistido o estabelecimento de políticas de liberalização dos intercâmbios, tanto em escala continental, com o Acordo de Livre Comércio das Américas (ALCA) quanto na escala planetária no marco da Organização Mundial do Comércio (OMC) e a trabalhos sobre as noções de isenção, exceção e diversidade cultural particularmente dentro da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciências e Cultura (UNESCO). Neste artigo nos propomos ver em que medida as políticas públicas canadenses se despregaram em continuidade ou em ruptura, logo da multiplicação das decisões multilaterais. Para isto, veremos em primeiro lugar a influência dos acordos de livre comércio sobre as políticas públicas no setor da comunicação. Veremos que o setor das revistas foi o primeiro objeto de confronto entre o Canadá e Estados Unidos, o que conduziu as autoridades políticas canadenses a modificar os mecanismos de apoio ao mesmo tempo em que tentavam manter os aspectos econômicos e culturais como os primeiros de abertura e fechamento. Finalmente nos interrogaremos de maneira mais precisa sobre a possibilidade de manter ferramentas de políticas que descansam sobre a noção de “conteúdo canadense” enquanto que o forte está cada vez mais posto sobre a “diversidade cultural”, no processo de negociação internacional com a UNESCO, na qual foi firmada uma convenção no outono de 2005.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.004 | 0.005 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.002 | 0.003 |
| Science and technology studies | 0.009 | 0.017 |
| Scholarly communication | 0.017 | 0.003 |
| Open science | 0.001 | 0.004 |
| Research integrity | 0.002 | 0.005 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.013 | 0.001 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".