China and Japan in Africa: Globalization and New Norms of Development Assistance and Cooperation
Bibliographic record
Abstract
Globalization has shifted the fortunes of states and established new patterns of political and economic interchange, with attendant challenges to traditional norms of development assistance and cooperation. Two Asian economic winners in the globalization game – Japan and China – are contributing novel paths of dealing with Africa that challenge traditional approaches to development assistance. This is positioning both states to contribute to our understanding of ways to address the development challenges of the continent that shifts from past preoccupations with humanitarianism to development cooperation that is modeled on partnership, African ownership and mutual benefit. This new focus also accords greater input to African leaders in determining their own development requirements, while extending Sino-Japanese rivalry to the African development cooperation space. Both countries have established inter-governmental linkages with Africa through special conference diplomacy with African leaders to discuss the process and content of cooperation – Japan’s Tokyo International Conference on African Development (TICAD), and China’s Forum on China-Africa Cooperation (FOCAC). This paper offers a comparative analysis of China and Japan’s approaches to development assistance and cooperation in Africa, and assesses how their systematic engagement with the continent is challenging the old patterns of development assistance, and highlighting the continent’s slow rise from the margins of globalization.Keywords: Go Globalism, China’s Africa policy, Post Reactive State, OECD/DAC, South-South Cooperation, Japan’s Africa Policy, TICAD, FOCAC, Norms. Resumo:Com o processo de globalização, vimos uma mudança nas fortunas dos estados e o estabelecimento de novos padrões de intercâmbio nos campos políticos e econômicos, que são acompanhados por desafios as perspectivas tradicionais sobre assistência e cooperação para o desenvolvimento. O Japão e a China, dois ganhadores asiáticos no jogo da globalização, estão apontando novos caminhos nas maneiras de se relacionar com a África que desafiam as abordagens tradicionais a assistência para o desenvolvimento. Isso posiciona ambos Estados para contribuírem com o entendimento de opções para enfrentar os desafios de desenvolvimento do continente que se desloca das antigas preocupações com o humanitarismo para o desenvolvimento cooperativo moldado pelo conceito de parceria, propriedade africana, e benefícios mútuos. Esse novo foco pretende oferecer uma abertura para uma contribuição mais ampla da liderança africana na definição dos próprios interesses para o desenvolvimento, quanto no processo, estendendo-se a rivalidade entre os japoneses e os chineses no espaço do desenvolvimento cooperativo na África. Ambos os países têm estabelecidos ligações intergovernamentais com os países africanos por meio da diplomacia nos congressos especiais com os líderes africanos para discutir o processo e conteúdo da cooperação. No Japão, o Tokyo International Conference on African Development (TICAD) e na China, o Forum on China-African Cooperation (FOCAC). Consideramos as políticas e os perspectivos desses dois países – os chineses de “Go Globalism” e os japoneses do estado pós-reativo – sobre a maneira de ajudar e colaborar com o desenvolvimento na África. Tratamos especificamente de verificar se esses investimentos sistematizados apoiam a autonomia africana em comparação aos padrões antigos do desenvolvimento. A questão chave é se os dois atores se desviam das normas existentes da cooperação no desenvolvimento de maneira significativa. Concluímos que até agora não há informação suficiente para determinar que a presença desses dois estados na África deve ser tratada como uma mudança paradigmática das práticas normativas na cooperação no desenvolvimento desse continente.Palavras-chave: Go Globalism, Política chinesa para África, Estado pós-reativo, OECD/DAC, Cooperação Sul-Sul, Política japonesa para África, TICAD, FOCAC, normas. DOI: 10.20424/2237-7743/bjir.v4n2p157-197
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How this classification was reachedexpand
Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.000 | 0.000 |
| Science and technology studies | 0.000 | 0.000 |
| Scholarly communication | 0.000 | 0.001 |
| Open science | 0.000 | 0.000 |
| Research integrity | 0.000 | 0.000 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.000 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one teacher head, not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".