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Record W1951052991 · doi:10.5020/2924

Promoção da saúde e as escolas: como avançar

2014· article· pt· W1951052991 on OpenAlexaboutno aff
Daniela Gardano Bucharles Mont’Alverne, Ana Maria Fontenele Catrib

Bibliographic record

VenueRevista Brasileira em Promoção da saúde · 2014
Typearticle
Languagept
FieldHealth Professions
TopicSchool Health and Nursing Education
Canadian institutionsnot available
Fundersnot available
KeywordsHumanitiesArt

Abstract

fetched live from OpenAlex

Nos campos de ação da promoção da saúde, descritos pela Carta de Ottawa em 1986, destaca-se a criação de ambientes favoráveis à saúde(1). Nesta linha de pensamento várias estratégias têm sido utilizadas para se implantar políticas de promoção da saúde, dentre elas, a Escola Promotora da Saúde.No ano de 1995, a Organização Pan-Americana da Saúde, Oficina Regional da Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS) lançou oficialmente a Iniciativa Regional de Escolas Promotoras de Saúde. Desde então, todos os países da América Latina e do Caribe têm fortalecido suas ações de promoção da saúde na escola revendo as atividades desenvolvidas no campo da saúde escolar(2). Para a escola ser denominada Escola Promotora da Saúde ela deve ter uma visão integral do ser humano, em especial as crianças e os adolescentes, dentro do seu ambiente familiar, comunitário e social. Ela deve desenvolver um ambiente saudável buscando relações construtivas e harmônicas, sendo capaz desta forma de despertar nos participantes aptidões e atitudes para a saúde, promovendo a autonomia, a criatividade e a participação dos alunos, bem como de toda a comunidade escolar(3). Em nenhum outro momento histórico, falou-se tanto em saúde e promoção da saúde como no atual, ou seja, verifica-se a atribuição de promover saúde no ambiente escolar como elemento transformador da realidade. A escola tem papel político fundamental neste contexto, pois é ali que se constrói, destrói ou se perpetua uma ideologia através da transmissão de valores e crenças, além de ser este, um ambiente propício para o desenvolvimento de ações educativas em saúde. É a infância o momento decisivo para a construção e solidificação dos hábitos e atitudes e, em vista disso, a importância do papel da escola como o ambiente potencializador para o desenvolvimento de um trabalho direcionado, sistematizado e permanente. “Através da estratégia de Escola Promotora da Saúde, a saúde escolar tem a possibilidade de avançar e ampliar a sua concepção e práticas com uma visão integral e interdisciplinar do ser humano, dentro de um contexto comunitário, ambiental e político mais amplo”(4:6). A Escola Promotora da Saúde busca através desenvolver conhecimentos, habilidades e destrezas para o autocuidado da saúde e a prevenção das condutas de risco. Além disto, cria estratégias educativas despertando por meio de uma análise crítica e reflexiva sobre os valores, condutas, condições sociais e estilos de vida, contribui para a melhoria da saúde e do desenvolvimento humano, colaborando para a construção da cidadania e democracia, e reforçando a solidariedade, o espírito de comunidade e os direitos humanos(3). Segundo a Organização Panamericana de saúde, a promoção da saúde dentro do âmbito escolar tem três componentes principais, a educação para saúde de forma generalizada, a criação de entorno saudável e o fornecimento de serviços de saúde(4). Se pretendermos, efetivamente, promover saúde, podemos contar com a escola como parceira nessa jornada, e se pretendermos realizar ações efetivas deeducação em saúde na escola, temos que contar com o apoio e o envolvimento dos professores. O papel do professor, na escola, é complexo e merece destaque porque ele é um agente (trans)formador(3,4).A concretização de projetos de promoção da saúde no contexto escolar está apoiada no professor, o qual representa um elo importante e fundamental neste contexto, sendo um multiplicador de ideias, devendo estar capacitado para abordar o conceito de saúde preconizado nas Conferências Internacionais, VIII Conferência Nacional de Saúde, nas Políticas Públicas de Saúde e nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN)(1) através não só do domínio de informações, mas das estratégias educativas necessárias para a construção integrada do conhecimento. No presente número da Revista Brasileira em Promoção da Saúde, apresenta-se um artigo que versa exatamente sobre a importância da criação de entorno saudável na rede escolar, principalmente quando estas ações estão ocorrendo em uma região de baixo nível socioeconômico. Neste, demonstra-se que a criação de comportamentos saudáveis desde o período pré-escolar além de ser importante impacta na vida saudável das crianças. Ações simples como atividades lúdicas na escola refletem em um aprendizado que com certeza marcará a vida destas crianças, desde que sejam contínuas. A RBPS acredita que a capacitação dos professores e profissionais da saúde, através de suas páginas, contribuirá para ser um alicerce para o futuro da Escola Promotora de Saúde no Brasil, e um exemplo para outros países compartilharem esta idéia. doi:10.5020/18061230.2013.p307

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How this classification was reachedexpand

Full frame distilled prediction

Teacher imitation

Not calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.

metaresearch head score (Codex)0.007
metaresearch head score (Gemma)0.005
Version: codex-gemma-dda1882f352aValidation status: machine_predicted_unvalidated
Candidate categoriesMeta-epidemiology (narrow), Science and technology studies, Research integrity, Insufficient payload (model declined to judge)
Consensus categoriesMeta-epidemiology (narrow), Research integrity, Insufficient payload (model declined to judge)
DomainCandidate signal: none · Consensus signal: none
Study designCandidate signal: Not applicable · Consensus signal: Not applicable
GenreCandidate signal: Empirical · Consensus signal: Empirical
Teacher disagreement score0.190
Threshold uncertainty score0.999

Codex and Gemma teacher scores by category

CategoryCodexGemma
Metaresearch0.0070.005
Meta-epidemiology (narrow)0.0020.002
Meta-epidemiology (broad)0.0030.001
Bibliometrics0.0010.002
Science and technology studies0.0040.000
Scholarly communication0.0010.001
Open science0.0020.001
Research integrity0.0020.005
Insufficient payload (model declined to judge)0.0050.019

Machine scores (provisional)

The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.

Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.

Opus teacher head0.079
GPT teacher head0.422
Teacher spread0.343 · how far apart the two teachers sit on this one work
Validation statusscore_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from it

Classification

machine, unvalidated

Machine predicted; both teacher heads agree on what is shown here.

Study designNot applicable
Domainnot available
GenreEmpirical

How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".

Quick stats

Citations8
Published2014
Admission routes1
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