Os Irmãos Corsos no Brasil – Edição, texto e cultura
Bibliographic record
Abstract
Rosângela Maria Oliveira Guimarães 1Alexandre Dumas, o mais famoso folhetinista francês, tem um percurso consolidado na cultura brasileira, desde o século XIX, com a publicação de seus textos em jornais (folhetins) e depois em livros até os dias de hoje, circulando em vários tipos de edição.A estrutura folhetinesca atraente talvez seja uma das razões para a permanência dessa rede de textos.Edição francesa organizada por um biógrafo 2 Les Frères Corses da Editora Gallimard 1 tem 231 páginas, dividindo-se em "texto integral" até a 164, e um dossiê, a partir da 167 sobre Dumas (pai) e sua obra. 3Trata-se de uma edição de bolso, com prefácio e notas de Claude Schopp, biógrafo consagrado do autor.Traz características materiais próprias: letras pequenas, espaçamento simples, em papel jornal, mas bem apresentada editorialmente.É bastante documentada pelo organizador, com informações sobre o livro e o folhetinista, assim como traz uma lista de edições de sua obra na França, das adaptações para o cinema, teatro e tevê e ainda bibliografia crítica sobre Dumas e seus folhetins, além de notas explicativas a respeito do romance em questão. 4Tais cuidados acerca do livro revelam em primeiro lugar a preocupação de um biógrafo, em trazer informações para o leitor que enriqueçam a compreensão do texto apresentado; por outro lado, denota zelo em relação ao aspecto documental, situando e enriquecendo a publicação em causa, requisito que nem sempre comparece em edições populares, em sua maioria, inclusive as francesas.É claro que se trata de uma edição organizada por um biógrafo, a qual, mesmo preservando características de um livro popular, inova ao acrescentar informações sistemáticas que num suporte deste tipo não compareciam com tanto esmero.Os Irmãos Corsos no Brasil -Edição, texto e cultura Belphégor, 12-1 | 2014 1 5 A edição, apesar de aproveitar o máximo de papel, tenta 'desafogar' as páginas iniciais dos capítulos, dando pausas entre os cabeçalhos e o início de cada um, numerados em algarismos romanos e sem títulos.Edições brasileiras 6 Conforme mapeamento, a novela Os Irmãos Corsos foi publicada pelo Clube do Livro de São Paulo, em 1972, no mesmo volume de A Princesa Várvara, com o título A Família Corsa e tradução de Emilio Romeo e Nelly Cordes, 83 páginas.E também em edição infanto-juvenil pela Abril Cultural (1973), 172 páginas; pela Melhoramentos de São Paulo na década de 60 (1964, 119 p.), tendo sido localizada ainda uma sem data (101 p.).Não significa que o romance não tenha tido outras edições antes ou depois dos períodos mencionados.7 Em geral, as edições brasileiras de romances-folhetins de Dumas durante o século XX mantiveram aspectos editoriais que não só reforçaram, muitas vezes, o destino popular dos textos, como revelaram certo exagero em aproveitar os mínimos espaços das edições, sobrecarregando visualmente os projetos gráficos das obras.Nota-se que não são reservadas novas páginas para o início de cada capítulo, acontecendo na mesma página que termina o anterior, com letras pequenas, espaços simples, etc. 8 No cotejo entre a tradução do Clube do Livro, A Família Corsa (1972) e a edição francesa de 2007 da Gallimard percebe-se que a brasileira segue de perto o original.Trata-se de uma novela curta, com 164 páginas.Entre o original e a tradução mencionada, há poucas adaptações de linguagem do texto ao ambiente brasileiro, com acréscimos mínimos.Parecem até recriações textuais, a partir dos fatos narrados.Os gêmeos nas edições francesa/Clube do Livro/Abril Cultural 19 O romance aborda o tema da vingança, e de modo cômico, no que diz respeito à guerra dos Orlandi contra os Colona: a desavença entre as famílias se deu por causa da fuga de uma galinha para o galinheiro do vizinho.No entanto, as contendas familiares que a Os Irmãos Corsos no Brasil -Edição, texto e cultura Belphégor, 12-1 | 2014
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How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.004 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.003 | 0.005 |
| Science and technology studies | 0.008 | 0.009 |
| Scholarly communication | 0.006 | 0.002 |
| Open science | 0.000 | 0.002 |
| Research integrity | 0.001 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.010 | 0.001 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".