Influência da hiperplasia condilar no crescimento craniofacial e estabilidade do tratamento de pacientes classe III pós surto de crescimento pubertáro
Bibliographic record
Abstract
A estabilidade do tratamento cirúrgico da classe III tem sido uma preocupação com relatos de pequenas ou significativas alterações mandibulares pós-cirúrgicas, Alguns pacientes afetados pela instabilidade do tratamento podem manter relação oclusal aceitável com compensações ortodônticas pós-cirúrgicas, mas outros irão desenvolver alterações oclusais e esqueléticas de forma significativa, necessitando de intervenção adicional ortodôntica e cirúrgica gerando custo adicional e aumento da morbidade. Muitas variáveis têm sido apontadas como preditoras da instabilidade do tratamento, mas poucos estudos sugerem a hiperplasia condilar (HC) como um fator de risco para a correção cirúrgica da Classe III. 51 pacientes classe III foram selecionados consecutivamente de uma população de pacientes operados entre 1996 e 2007 por um único cirurgião. Telerradiografias em norma lateral foram selecionadas nas seguintes fases: diagnóstico inicial, imediatamente antes da cirurgia, imediatamente após a cirurgia e com pelo menos um ano de acompanhamento pós-cirúrgico. Um total de 19 pontos de referência foram identificados e digitalizados através da utilização do software DFPlus (Dentofacial Software Inc, Toronto, Ontario, Canada). Estes pontos de referência foram utilizados para calcular 21 medidas lineares e/ou angulares e 10 medidas horizontais e verticais. A amostra que apresentava classe III associada a hiperplasia condilar obteve maior taxa de crescimento mandibular total pós puberal (2,6 mm) e maior comprimento do corpo (2,2 mm). Diante de uma má oclusão esquelética de classe III associada a HC, a adoção de uma abordagem de tratamento diferenciada é de fundamental importância para a obtenção de resultados estáveis, embora os tratamentos que envolvam a manipulação da articulação temporomandibular...
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.002 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.001 | 0.000 |
| Scholarly communication | 0.001 | 0.000 |
| Open science | 0.000 | 0.000 |
| Research integrity | 0.000 | 0.000 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.005 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".