Poder da imagem: a figura da criança como recurso de comoção da opinião pública
Bibliographic record
Abstract
Diariamente, a midia oferece um numero infinito de imagens, que em sua maioria tem a funcao de ilustrar uma materia ou ser um complemento do texto. Porem, em alguns casos, uma foto se torna tao marcante que acaba por ser, ela mesma, o conteudo principal. O texto jornalistico passa, entao, a trabalhar em funcao desse recurso visual. Sao imagens que se fixam no noticiario, tornando-se representacao de uma realidade. E dessas imagens que surge a inquietacao deste trabalho, que se propoe a analisar os motivos que levam uma imagem especifica a ter o poder de comover e transformar a sociedade. O artigo ao qual esse resumo se refere busca entender o porque de imagens jornalisticas de um mesmo evento, nesse caso em particular a guerra da Siria, passam a ter um peso de comocao maior quando envolvem a figura da crianca. O conflito em si e bastante documentado e noticiado, mas parece haver mais destaque no interesse publico quando criancas estao envolvidas. Pois, mesmo que essa realidade atinja amplamente a Siria, e assim por obvio tambem as criancas, o impacto imagetico de ver o sofrimento infantil parece causar mais engajamento popular. O objetivo da pesquisa e analisar de que forma a presenca da crianca em imagens de conflitos, tragedias ou em situacoes de risco, ao serem divulgadas na midia, podem gerar impacto e influenciar a opiniao publica, ao despertar o sentimento de comocao. Para este estudo, foram analisadas duas imagens: a de Aylan Kurdi, crianca siria de tres anos de idade que morreu afogada no mar Mediterrâneo tentando emigrar para o Canada, em 2015; e a imagem de Omran Daqneesh, crianca siria de cinco anos ferida apos o bombardeio em Aleppo, em 2016. Ambas as fotografias tem ligacao direta com a crise na Siria e mostram a realidade da populacao. Essas imagens tornaram-se simbolo de uma realidade e sao configuradas como produtora de sentido, pois elas sao o proprio fato. O percurso do trabalho foi feito atraves da analise de imagem, entendendo-a como imagem visual, ou seja, que possui materialidade. Busca-se, em cada fotografia, encontrar elementos que provoquem comocao. A pesquisa investiga a figura da crianca e sua significância em geral, tanto no sentido da analise de imagem quanto de discurso. Uma consideracao esperada ao fim do trabalho e o reconhecimento do poder da imagem como forma de comocao durante conflitos, com registros desde antes da Primeira Guerra Mundial, na qual a fotografia ja teve papel de registro e divulgacao. Entre outras digressoes, apresentamos potenciais motivos para que a figura da infância seja tao sensivel a diversas culturas. A crianca e, afinal, um ser que todos, independentemente do contexto social, tendem a defender. Diariamente, a midia oferece um numero infinito de imagens, que em sua maioria tem a funcao de ilustrar uma materia ou ser um complemento do texto. Porem, em alguns casos, uma foto se torna tao marcante que acaba por ser, ela mesma, o conteudo principal. O texto jornalistico passa, entao, a trabalhar em funcao desse recurso visual. Sao imagens que se fixam no noticiario, tornando-se representacao de uma realidade. E dessas imagens que surge a inquietacao deste trabalho, que se propoe a analisar os motivos que levam uma imagem especifica a ter o poder de comover e transformar a sociedade. O artigo ao qual esse resumo se refere busca entender o porque de imagens jornalisticas de um mesmo evento, nesse caso em particular a guerra da Siria, passam a ter um peso de comocao maior quando envolvem a figura da crianca. O conflito em si e bastante documentado e noticiado, mas parece haver mais destaque no interesse publico quando criancas estao envolvidas. Pois, mesmo que essa realidade atinja amplamente a Siria, e assim por obvio tambem as criancas, o impacto imagetico de ver o sofrimento infantil parece causar mais engajamento popular. O objetivo da pesquisa e analisar de que forma a presenca da crianca em imagens de conflitos, tragedias ou em situacoes de risco, ao serem divulgadas na midia, podem gerar impacto e influenciar a opiniao publica, ao despertar o sentimento de comocao. Para este estudo, foram analisadas duas imagens: a de Aylan Kurdi, crianca siria de tres anos de idade que morreu afogada no mar Mediterrâneo tentando emigrar para o Canada, em 2015; e a imagem de Omran Daqneesh, crianca siria de cinco anos ferida apos o bombardeio em Aleppo, em 2016. Ambas as fotografias tem ligacao direta com a crise na Siria e mostram a realidade da populacao. Essas imagens tornaram-se simbolo de uma realidade e sao configuradas como produtora de sentido, pois elas sao o proprio fato. O percurso do trabalho foi feito atraves da analise de imagem, entendendo-a como imagem visual, ou seja, que possui materialidade. Busca-se, em cada fotografia, encontrar elementos que provoquem comocao. A pesquisa investiga a figura da crianca e sua significância em geral, tanto no sentido da analise de imagem quanto de discurso. Uma consideracao esperada ao fim do trabalho e o reconhecimento do poder da imagem como forma de comocao durante conflitos, com registros desde antes da Primeira Guerra Mundial, na qual a fotografia ja teve papel de registro e divulgacao. Entre outras digressoes, apresentamos potenciais motivos para que a figura da infância seja tao sensivel a diversas culturas. A crianca e, afinal, um ser que todos, independentemente do contexto social, tendem a defender. Diariamente, a midia oferece um numero infinito de imagens, que em sua maioria tem a funcao de ilustrar uma materia ou ser um complemento do texto. Porem, em alguns casos, uma foto se torna tao marcante que acaba por ser, ela mesma, o conteudo principal. O texto jornalistico passa, entao, a trabalhar em funcao desse recurso visual. Sao imagens que se fixam no noticiario, tornando-se representacao de uma realidade. E dessas imagens que surge a inquietacao deste trabalho, que se propoe a analisar os motivos que levam uma imagem especifica a ter o poder de comover e transformar a sociedade. O artigo ao qual esse resumo se refere busca entender o porque de imagens jornalisticas de um mesmo evento, nesse caso em particular a guerra da Siria, passam a ter um peso de comocao maior quando envolvem a figura da crianca. O conflito em si e bastante documentado e noticiado, mas parece haver mais destaque no interesse publico quando criancas estao envolvidas. Pois, mesmo que essa realidade atinja amplamente a Siria, e assim por obvio tambem as criancas, o impacto imagetico de ver o sofrimento infantil parece causar mais engajamento popular. O objetivo da pesquisa e analisar de que forma a presenca da crianca em imagens de conflitos, tragedias ou em situacoes de risco, ao serem divulgadas na midia, podem gerar impacto e influenciar a opiniao publica, ao despertar o sentimento de comocao. Para este estudo, foram analisadas duas imagens: a de Aylan Kurdi, crianca siria de tres anos de idade que morreu afogada no mar Mediterrâneo tentando emigrar para o Canada, em 2015; e a imagem de Omran Daqneesh, crianca siria de cinco anos ferida apos o bombardeio em Aleppo, em 2016. Ambas as fotografias tem ligacao direta com a crise na Siria e mostram a realidade da populacao. Essas imagens tornaram-se simbolo de uma realidade e sao configuradas como produtora de sentido, pois elas sao o proprio fato. O percurso do trabalho foi feito atraves da analise de imagem, entendendo-a como imagem visual, ou seja, que possui materialidade. Busca-se, em cada fotografia, encontrar elementos que provoquem comocao. A pesquisa investiga a figura da crianca e sua significância em geral, tanto no sentido da analise de imagem quanto de discurso. Uma consideracao esperada ao fim do trabalho e o reconhecimento do poder da imagem como forma de comocao durante conflitos, com registros desde antes da Primeira Guerra Mundial, na qual a fotografia ja teve papel de registro e divulgacao. Entre outras digressoes, apresentamos potenciais motivos para que a figura da infância seja tao sensivel a diversas culturas. A crianca e, afinal, um ser que todos, independentemente do contexto social, tendem a defender.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.002 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.000 | 0.000 |
| Science and technology studies | 0.001 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.003 | 0.001 |
| Open science | 0.001 | 0.000 |
| Research integrity | 0.000 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.040 | 0.003 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; both teacher heads agree on what is shown here.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".