Práticas de leitura literária no 1.º ciclo do ensino básico para a compreensão do agir docente em Portugal
Bibliographic record
Abstract
Com este trabalho queremos contribuir para a compreensão do tratamento atual da leitura literária no 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB) em Portugal, isto é, nos primeiros quatro anos de escolaridade (crianças dos 6 aos 10 anos), bem como para uma reflexão crítica que incentive a continuidade de investimentos que sejam aliados de um agir docente reflexivo e colaborativo. Para o efeito, traçamos um percurso das prioridades que têm sido consignadas pelos documentos oficiais desde 1991 até aos programas, metas e orientações atualmente em vigor. Consideramos, de igual modo, alguns projetos na área da Leitura e o seu impacto já avaliado na promoção da leitura literária nos últimos anos, no nível de ensino em apreço, nomeadamente o Plano Nacional de Leitura (PNL) e a "Casa da Leitura". Os resultados do conjunto de medidas enunciadas evidenciaram, segundo estudos que têm sido feitos, uma enorme evolução dos alunos portugueses na leitura de textos literários, pelo que esta situação tem configurado (e beneficiado de) um quadro muito favorável a um trabalho docente com a leitura literária muito mais fundamentado. Quisemos, portanto, conhecer que práticas de leitura literária estão a ser operacionalizadas nas escolas portuguesas, no 1.º CEB, e que relação com a literatura - e com os recursos e orientações oficiais - enforma esse agir. Apresentaremos, assim, dados de um inquérito distribuído a várias dezenas de professores do 1.º CEB sobre a utilização de textos literários em contexto de sala de aula. Os dados que revelaremos não desmentem o ambiente propício a uma educação literária consistente que está a acontecer nas escolas primárias portuguesas, o que não significa que não tenhamos detetado zonas mais carentes de formação/intervenção. Terminaremos por enunciar um decálogo, tradutor das práticas mais recorrentes da nossa amostra, e faremos algumas recomendações.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.005 | 0.010 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.006 | 0.006 |
| Scholarly communication | 0.009 | 0.004 |
| Open science | 0.001 | 0.008 |
| Research integrity | 0.002 | 0.002 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.019 | 0.002 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".