RESPOSTA DA SOJA À ÉPOCAS DE APLICAÇÃO DE POTÁSSIO EM COBERTURA
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Bibliographic record
Abstract
A cultura da soja teve uma grande expansão nos últimos anos, impulsionando novas fronteiras agrícolas. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da época de aplicação de K na produtividade da soja. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, com quatro repetições, envolvendo seis manejos (tratamentos) com época de aplicação (T1 - Superfície/a lanço 15 dias após o plantio, T2 - Superfície/a lanço no plantio, T3 - Superfície/a lanço 30 dias após o plantio, T4 - Superfície/a lanço 50% da dose 15 dias após o plantio + 50% da dose 30 dias após o plantio, T5 - Superfície/a lanço 50 % da dose no plantio + 25% da dose 15 dias após o plantio + 25% da dose 30 dias após o plantio, T6 - Testemunha sem adubação superfície). Foi avaliada a população de plantas, bem como altura, inserção da primeira vagem, número total de vagens por planta, peso de mil grãos (PMG) e a produtividade média de cada tratamento. Os dados obtidos demonstram que não houve diferença estatística entre os tratamentos nas características agronômicas avaliadas, como produtividade e PMG. Porém, na média final dos experimentos, destacou-se o tratamento T4: Superfície a lanço 50% da dose 15 dias após o plantio + 50% da dose 30 dias após o plantio, diferindo 575 kg ha–1 do menor valor obtido, sendo este um indicativo para a tomada de decisão no tipo de manejo referente à adubação potássica em cobertura pelo produtor rural. Com adubação potássica aumentou o número de plantas e o parcelamento da aplicação de potássio induziu o aumento do número de vagens por plantas. Conclui-se que a aplicação total da dose potássica 30 dias após o plantio, obteve o maior valor em termo de inserção da primeira vagem e altura de planta.
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Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.002 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.000 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.001 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.001 | 0.000 |
| Open science | 0.002 | 0.001 |
| Research integrity | 0.001 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.004 | 0.001 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from it