Tembiasakue Rapê: a longa estrada Guarani na história e na memória- reconstruindo o passado, ressignificando o presente e trilhando o futuro.
Bibliographic record
Abstract
Ao longo dos séculos o Guarani foi visto como objeto de estudo e do direito, sendo-lhe negada a característica de agente de sua própria memória/história/narrativa, como protagonista dinâmico, ativo e consequentemente sem espaço para manifestar-se, era o indígena domesticado sobressaindo à imagem genérica construída pelo senso comum ao longo da trágica história que todos já conhecem. Entretanto, assim como os demais seres humanos que habitam a imensidão do planeta terra, enquanto indígenas temos o passado bem vivo na nossa memória e na a capacidade de reconstituir o nosso passado; nosso futuro depende muito da habilidade de compreender e tirar boas lições do que nos aconteceu em outrora. O passado é relembrado por meio das narrativas na fala dos tujá’i (velhinhos), contadores de história Guarani. Conhecimento que é transmitido nas conversas na opy(casa ritual), na beira do fogo quando dos acampamentos de pescaria, caçadas ou ainda nos momentos em que seus olhos e alma parecem voltar no tempo e as narrativas fluem como as águas de um igarapé, adentrando a noite. Para que nosso modo de vida percorra outros modos de narrar o passado e o presente, busca-se a qualificação nos meios acadêmicos, uma abrangência maior de conhecimento enquanto sociedade Guarani e as interações com a sociedade não indígena, engendrando novos conceitos, experiências interpretativas sobre o outro e o que foi dito sobre nós de forma autoritária e violento. É uma tentativa de compreender, traduzir e a posteriori interpretar, para conhecerem-se melhor ambas as sociedades e ampliar os horizontes de conhecimentos e possibilidades, sabendo de antemão que essas aproximações humanas não são tão tranquilas quanto parecem ser. Ser mediador dessa realidade não é nada fácil, ou seja, é um grande desafio.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.004 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.002 |
| Science and technology studies | 0.009 | 0.011 |
| Scholarly communication | 0.007 | 0.005 |
| Open science | 0.001 | 0.006 |
| Research integrity | 0.002 | 0.004 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.012 | 0.002 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".