Bibliographic record
Abstract
Dentre os trabalhos que analisam os movimentos sociais e as lutas políticas contemporâneas contra a apropriação, por parte do grande capital monopolista, dos recursos naturais, dos 'bens comuns', dos espaços e serviços públicos, o livro Comum: ensaio sobre a revolução no século XXI, de Pierre Dardot e Christian Laval, merece destaque tanto pela análise acurada que faz da bibliografia sobre o 'comum' e os 'comuns' quanto pela forma original que pretende 'refundar' o conceito.O Comum é fruto das pesquisas desenvolvidas pelos autores no seminário Question Marx e do seminário Du publica au commun, organizado pelo Colégio Internacional de Filosofia e pelo Centro de Economia da Sorbonne entre 2010 e 2012.A obra, apesar de abordar uma questão nova, a revolução do comum, pode ser lida e analisada como continuidade de trabalhos anteriores, como A nova razão do mundo (Dardot e Laval, 2016) e Marx, prenon: Karl (Dardot e Laval, 2012).Esses trabalhos, em maior ou menor medida, buscam, por um lado, analisar as condições econômica, política e social do capitalismo contemporâneo e, por outro lado, retomar o pensamento crítico, por meio de uma verdadeira 'arqueologia das ideias'.O tema da obra é a instituição do comum como elemento central da revolução no século XXI.De acordo com os autores, o comum não é um bem, objeto, lugar ou coisa; antes, ele é uma instituição que se efetiva na esfera coletiva.Diferentemente do que propõem Hardt e Negri (2016), Dardot e Laval entendem que a priori "nada é comum em si ou por natureza" (Dardot e Laval, 2017, p. 618), mas são as práticas coletivas que decidem, em última instância, se uma coisa ou conjunto de coisas devem ser postas na esfera do comum.Situando historicamente, o comum é o princípio
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.005 | 0.009 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.002 | 0.002 |
| Science and technology studies | 0.019 | 0.028 |
| Scholarly communication | 0.022 | 0.015 |
| Open science | 0.002 | 0.016 |
| Research integrity | 0.004 | 0.006 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.022 | 0.005 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".