Capacidade antioxidante de flores de capuchinha (Tropaeolum majus L.)
Bibliographic record
Abstract
As flores comestíveis são utilizadas na alimentação humana há centenas de anos a fim de melhorar a aparência e o sabor de diversos pratos na culinária. Dentre as flores que podem ser ingeridas, uma das mais conhecidas é a capuchinha (Tropaeolum majus L.), de origem mexicana e peruana, cuja coloração do cálice varia, podendo ser amarelo claro, alaranjado ou vermelha. A capuchinha é fonte de compostos bioativos, como a quercetina, as antocianinas, o ácido gálico, os ácidos clorogénicos e carotenoides, os quais conferem capacidade antioxidante a essas flores. Assim, transcendendo a sua aparência visual e o seu sabor, a capuchinha oferece benefícios à saúde da população devido aos seus compostos antioxidantes, que ajudam no combate de doenças crônicas, auxiliam na prevenção de degeneração muscular, de desordens imunológicas e da oxidação de lipoproteínas de baixa densidade. Tendo isso em vista, o objetivo do trabalho foi determinar a capacidade antioxidante das flores de capuchinha. As flores utilizadas foram as capuchinhas alaranjadas, amarelas e vermelhas. A determinação da capacidade antioxidante foi feita através do método ABTS. As flores de capuchinha vermelha apresentaram a maior capacidade antioxidante (13,59 μmol de Trolox/g) seguido pelas flores alaranjadas (4,10 μmol de Trolox/g) e amarelas (2,99 μmol de Trolox/g). Este resultado pode ser explicado pela maior concentração de compostos fenólicos presentes nas flores vermelhas. Dessa forma, as capuchinhas, em especial as de flores vermelhas, poderiam ser mais utilizadas na alimentação humana devido aos seus potenciais benefícios para a saúde.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.000 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.000 | 0.000 |
| Scholarly communication | 0.001 | 0.000 |
| Open science | 0.001 | 0.000 |
| Research integrity | 0.000 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.002 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one teacher head, not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".