Effects of sexism in the workplace on mental health: a systematic review
Bibliographic record
Abstract
Objetivo: Identificar os efeitos do sexismo no trabalho (nas formas de assédio sexual, desigualdade salarial, obstáculos para progressão na carreira e discriminação sexual) sobre a saúde mental de trabalhadores através de uma revisão sistemática da literatura científica. Métodos: Uma estratégia de busca foi desenvolvida utilizando Operadores Booleanos, termos MeSH e palavras-chave relacionadas a trabalhadoras, assédio sexual, desigualdade salarial entre homens e mulheres, progressão na carreira e sintomas ou transtornos depressivos. A busca foi realizada em cinco bases de dados (PubMed, PsycInfo, Web Of Science, LILACS and CINAHL), das quais 1613 artigos foram analisados por título e resumo, 314 lidos na íntegra por duas revisoras e 105 obedeceram aos critérios de inclusão. Dados de interesse de 58 artigos não estavam disponíveis para extração e por isso estes foram excluídos. Comorbidades (por exemplo: ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático e distúrbios do sono) foram incluídos somente se o estudo também tivesse avaliado depressão. A amostra final foi composta por 47 artigos, que tiveram sua qualidade metodológica avaliada através da escala Newcastle-Ottawa. Resultados: O assunto mais comumente estudado foi assédio sexual. Diversas áreas de trabalho e populações de vários países estão representadas nesses artigos, sendo os Estados Unidos da América a fonte mais comum de afiliação dos autores. Todos os estudos foram publicados por, ou em colaboração com Universidades em países desenvolvidos. Poucos estudos consideraram auto-declaração de gênero e a intersecção entre sexo e etnia, evidenciando a necessidade de mais estudos sobre sexismo no sendo conduzidos ao redor do mundo, especialmente em países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, que atualmente estão subrepresentados. Dados extraídos de 47 artigos sugerem que mulheres são mais expostas a assédio e abuso sexual no ambiente de trabalho, recebem menores salários, vivenciam mais dificuldades ligadas ao gênero para progredir na carreira, além de serem mais expostas a discriminação sexual no trabalho. Essas exposições parecem aumentar o risco para depressão e comorbidades independentemente de sexo, porém mulheres são, em geral, mais expostas e mais acometidas por esses transtornos. Conclusão: Mulheres são, em geral, mais expostas a todos os eventos ligados a sexismo no trabalho. Sofrer assédio ou abuso sexual no ambiente de trabalho, desigualdade salarial, dificuldades para \nxviii \nprogredir na carreira e discriminação sexual no trabalho parecem contribuir para o desenvolvimento de transtornos psicológicos como depressão e comorbidades em ambos os sexos. Alguns resultados sugerem que homens podem ser mais vulneráveis aos transtornos psicológicos após sofrerem assédio ou abuso sexual no trabalho, porém mulheres são mais comumente vitimizadas e mais afetadas pelos transtornos avaliados nessa revisão.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.007 | 0.004 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.005 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.003 |
| Science and technology studies | 0.001 | 0.000 |
| Scholarly communication | 0.000 | 0.000 |
| Open science | 0.003 | 0.000 |
| Research integrity | 0.001 | 0.002 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.000 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; both teacher heads agree on what is shown here.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".