Meio ambiente como um valor cosmopolita: uma análise sócio-histórica comparada no currículo escolar de biologia
Bibliographic record
Abstract
Resumo O trabalho apresenta uma proposta de análise baseada em teorizações a respeito de sistemas comparados de razão, cosmopolitismo e história das disciplinas escolares, na qual se busca entender como determinados objetos se tornam passíveis de reflexão e ação no currículo escolar em uma perspectiva internacional. Comparando-se aspectos históricos do ensino de Biologia no Brasil e na Alemanha, discute-se como o meio ambiente vem constituindo-se como um valor cosmopolita no currículo escolar dessa disciplina. Em termos teórico-metodológicos, documentos curriculares e livros didáticos são tratados como fontes históricas e sua análise articula-se com resultados da revisão de literatura, evidenciando como diferentes organizações culturais cruzam-se para dar inteligibilidade a esse objeto no tempo presente. As análises indicam um processo transnacional de hegemonização do valor meio ambiente de macrotendência pragmática, relacionado ao conceito de educação para o desenvolvimento sustentável. Essa tendência é atravessada pelas tradições curriculares de ensino de diversas formas, assim como pelas questões locais de cada país ligadas à história dessa disciplina escolar. Na Alemanha, as hibridizações referem-se, sobretudo, a um predomínio da macrotendência pragmática, pontuado por elementos críticos. Já no Brasil, as macrotendências transnacionais hibridizam-se com características locais principalmente por meio do desenvolvimento acadêmico do campo da Educação Ambiental e suas diferentes correntes, além de aproximações com movimentos ambientais e sociais. O trabalho evidencia como tal proposta de análise amplia as potencialidades de articulação entre estudos curriculares e educação comparada, principalmente no sentido do questionamento de consensos internacionais cosmopolitas considerados universais e transcendentais acerca do ensino.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.007 | 0.013 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.007 | 0.011 |
| Science and technology studies | 0.004 | 0.008 |
| Scholarly communication | 0.008 | 0.004 |
| Open science | 0.001 | 0.004 |
| Research integrity | 0.001 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.006 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".