Estéticas da Necropolítica no Brasil e no Québec: Crítica da Razão de Exclusão
Bibliographic record
Abstract
Este texto está em forma de projeto visando a analisar obras das literaturas quebequense e brasileira que põem em cena condições precárias de vida, como “zonas de inimizade” de um estado neoliberal que pouco se preocupa com o bem-estar de seus cidadãos. A Estética da necropolítica se inspira das noções de biopoder de Foucault (1979) e de necropolítica de Mbembe (2014/16), tentando trazer a discussão para os espaços das Américas onde vários grupos sociais são submetidos a condições de vida arriscadas que lhes confere o status de “mortos-vivos”. Nesse sentido, no entre-lugar dos centros urbanos organizados e das periferias negligenciadas pelos poderes públicos (favelas, trapiches, lazaretos, asilos, cárceres, matas, metrôs, etc.) quer-se mapear, analisar e classificar, de acordo com as diferentes estratégias que determinam, de um lado, a crítica da razão da exclusão, em situação transtextual e transacional, e, de outro lado, as mobilidades nos espaços semiosféricos que permitem a ultrapassagem das zonas necropolíticas para as zonas do discurso oficial. A crise da Covid-19 propiciou o escancaramento do projeto neoliberal de aniquilamento das populações carentes, negros, indígenas, migrantes, trabalhadores informais, etc. Nesse caso, busca-se proceder, à luz dos pressupostos da literatura comparada interamericana, ao levantamento e à análise de obras produzidas nos séculos XX e XXI, no contexto híbrido das Américas. Põem-se em evidência obras do Québec (Catherine Mavrikakis (2016), Henri Lamoureux (2003), France Théoret (2006) e do Brasil (Jorge Amado 1937/82), Moacyr Scliar (1992), Márcio Souza (1983)), que revelam muitas zonas de necropolítica que a história foi incapaz de evidenciar. Esta é a Crítica da Razão de Exclusão que pretendemos sistematizar com a análise do presente projeto.
 
 Palavras-chave: Necropolítica. Biopoder. Exclusão. Literatura Quebequense. Literatura Brasileira. Semiosfera. Texto-xadrez.
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How this classification was reachedexpand
Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.002 | 0.002 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.000 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.004 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.001 | 0.000 |
| Open science | 0.002 | 0.001 |
| Research integrity | 0.000 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.015 | 0.005 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; both teacher heads agree on what is shown here.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".