EUDAIMONIA COMO O TEMPO DA JUSTIÇA NO TIMEU DE PLATÃO
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Bibliographic record
Abstract
No livro X da República, é questionado se há uma obra de arte necessária à cidade ideal, Kallipolis. Para poder permanecer nesta polis, a arte deveria ser útil (ophelin). Supomos a rapsódia de Sólon (parágrafo 21a) como a arte por meio da qual Crítias, no Timeu, narra a história de Atlântida e de Atenas como uma arte útil. Mas qual o teor desta rapsódia? Qual a repercussão no Timeu da poesia de Sólon? O Timeu traz a poesia de Sólon como capaz de revelar a imortalidade do Demiurgo e também como este Deus, capaz de situar a origem do cosmos no tempo-céu (Uranos) é diferente de Poseidon, Deus de Atlantis. Em ambos os deuses, o tempo é cíclico (aion), a exemplo de nos festivais em homenagem aos deuses (como as Apatúrias e as Panatenéias), tanto no Antigo Egito quanto em Atenas, pois nestes festivais, o retorno é causado pelo próprio tempo. Enquanto em Atlântida o princípio condutor é trazido por Poseidon, e o seu norte é a ostentação, na cidade de Atenas este princípio é trazido por Atenas, Deusa símia à egípcia Neith (parágrafo 21e) cuja justiça é tida como eterna, sendo a riqueza mais relevante a virtude. Esta justiça (parágrafos 17d; 41c; 112e; divina - 85b; 109b) seria ainda passível de ser encontrada no exercício da Alma do Cosmos de servir de repouso ao pensamento (nous). A diferença entre esta Alma e a rapsódia de Sólon chegará a ser caracterizada como de natureza mimética. Seria preciso ascender ao movimento da Alma para se sintonizar nela. Por meio desta sintonia que se daria a sobreposição entre Alma (psiquê), tempo (aion) e justiça (dike). Por esta sobreposição não ter tido lugar em Atlantis, que esta cidade teria vindo a sucumbir, sofrendo punição divina, já em Atenas esta mesma sobreposição viria a ser capaz de revelar o lugar da Eudaimonia (parágrafo 121b-c) como da Alma do Cosmo por referência às formas (eidos) perfeitas desta Alma.
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Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.000 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.002 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.000 | 0.000 |
| Open science | 0.001 | 0.001 |
| Research integrity | 0.000 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.019 | 0.006 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from it