Bibliographic record
Abstract
Este artigo tem como objetivo propor uma análise de alguns aspectos do anticartesianismo cultural existente no Brasil. Não se trata de uma abordagem no sentido amplo do tema, mas somente aquela que está diretamente associada ao debate sobre a questão da relação mente-corpo e de como a abordagem via pensamento cartesiano teria contribuído para a formação, no ambiente cultural brasileiro, tanto de uma recepção negativa das ideias do pensador francês, quanto para a formulação de uma concepção própria para tratar da questão. Para alcançar esse objetivo o presente artigo foi dividido em duas partes. A primeira, denominada Lygia Clark e Hélio Oiticica: emergência do corpo e experiência sensorial na retórica dos artistas brasileiros da contracultura da década de 1960, destaca o surgimento da referida recepção negativa ao estatuto atribuído ao corpo pela metafísica cartesiana, a partir do discurso de importantes artistas brasileiros, tais como Lygia Clark e Hélio Oiticica, assim como em observações de alguns estudiosos da obra dos dois artistas. Na segunda parte, denominada Experiências corporais: a arte que vem do corpo no movimento contemporâneo brasileiro, o artigo destacará o trabalho de teóricos da arte contemporânea brasileira, tais como Paulo Herkenhoff, Fernanda Magalhães, Aracy Amaral e Mônica Botelho Alvim, que, a partir de observações do processo criativo de artistas contemporâneos, utilizam, evidentemente cada um a seu modo, o anticartesianismo como argumento central no processo de valorização da experiência enquanto parte atuante no processo da relação mente-corpo, propondo, assim, novas perspectivas ontológicas para o entendimento do indivíduo e sua identidade na realidade social.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.002 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.002 | 0.003 |
| Science and technology studies | 0.005 | 0.010 |
| Scholarly communication | 0.004 | 0.001 |
| Open science | 0.000 | 0.002 |
| Research integrity | 0.001 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.004 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".