Capítulo VII - Mudanças decorrentes dos novos prazeres e hábitos alimentares
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Abstract
Mudanças decorrentes dos novos prazeres e hábitos alimentares Angelina Bulcão Nascimento Capí tulo V I I 119 Mudanças decorrentes dos novos prazeres e hábitos alimentares Quem fica parado é poste.Quem não experimenta novos sabores morre com a boca cheia de formigas.(Encontrado em um cardápio de restaurante da estrada Rio-Bahia)Assim como as roupas, a culinária também tem modas e modismos.No mundo ocidental, houve, na segunda metade do século XX, uma alteração dos hábitos alimentares, paralela à alteração dos padrões de consumo.Os jovens, a partir de suas escolhas, desejavam mostrar que estavam fundamentalmente rejeitando as convenções ditadas pela sociedade, construídas historicamente e pautados pela tradição e pelos costumes 1 .As últimas décadas do século XX assistiram a uma verdadeira revolução alimentar-cultural.Para Eric Hobsbawn (2001), pode-se entender este movimento como o triunfo do indivíduo sobre a sociedade.[...] Neste processo o estilo jovem de ser passou a ser a marca em nível mundial, não mais como uma etapa para a vida adulta, mas como um estilo de vida.O blue jeans, o rock, o hambúrguer e a Coca-Cola são expressões simbólicas desta nova cultura.Os adolescentes ganharam maior autonomia e isso tem sido cada vez mais explorado pela indústria que vislumbra aí um mercado promissor.O adolescente era cada vez mais reconhecido, entusiasticamente, pelos fabricantes de bens de consumo 2 .No Brasil, estas mudanças não ocorreram de uma hora para outra.Nos anos 50/60, tempos do bife à cavalo, do filé à cubana, do peru à Califórnia e da compota de pêssego com creme de leite, os restaurantes sofisticados ainda procuravam imitar a cozinha francesa do início do século.O estrogonofe e a "galinha Kiev" começavam a fazer sucesso.Haviam sido criados no Vogue, badalada
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How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.000 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.002 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.002 | 0.001 |
| Open science | 0.001 | 0.001 |
| Research integrity | 0.001 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.031 | 0.007 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".