Suplementação de iodo na gravidez e impacto no desenvolvimento neurocognitivo da criança
Bibliographic record
Abstract
Introdução: O iodo é fundamental para a síntese das hormonas tiroideias, que desempenham um papel essencial no desenvolvimento cerebral. Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde emitiu, em 2013, uma orientação clínica que recomenda a suplementação de iodo a mulheres em preconceção, grávidas ou a amamentar. Objetivos: O objetivo desta revisão é determinar se a suplementação de iodo na gravidez tem impacto no neurodesenvolvimento da criança. Métodos: Foi efetuada uma revisão baseada na evidência, recorrendo à análise de normas de orientação clínica, revisões sistemáticas, meta-análises e ensaios clínicos aleatorizados e controlados indexados nas bases de dados National Institute for Health and Care Excellence, Agency for Healthcare Research and Quality, Canadian Medical Association Practice Guidelines Infobase, The Cochrane Library, Database of Abstracts of Reviews of Effectiveness, Bandolier, Evidence Based Medicine Online e PubMed. Resultados: Foram incluídas seis revisões sistemáticas e meta-análises e duas normas de orientação clínica. Estas últimas recomendam a suplementação de iodo antes da conceção, durante a gravidez e lactação. A suplementação de iodo durante a gravidez em regiões com deficiência severa reduz o risco de cretinismo e aumenta o quociente de inteligência. Relativamente ao efeito no neurodesenvolvimento, em áreas com deficiência leve a moderada os resultados são divergentes. Discussão: A suplementação materna de iodo tem efeitos positivos no neurodesenvolvimento em regiões com deficiência severa. Contudo, existem poucos estudos de boa qualidade realizados em regiões com deficiência leve a moderada. Conclusões: São necessários ensaios clínicos aleatorizados e controlados de qualidade, em regiões com deficiência leve a moderada de iodo, para esclarecer os efeitos desta suplementação.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.019 | 0.070 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.003 | 0.005 |
| Bibliometrics | 0.004 | 0.004 |
| Science and technology studies | 0.001 | 0.002 |
| Scholarly communication | 0.005 | 0.003 |
| Open science | 0.002 | 0.002 |
| Research integrity | 0.002 | 0.002 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.005 | 0.001 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".