TEMPO DE TELA DOS NATIVOS DIGITAIS NA PANDEMIA DO CORONAVÍRUS
Bibliographic record
Abstract
Os efeitos do uso de smartphone por crianças na relação com seus cuidadores foi pouco explorada no Brasil. Aliado a isso, o isolamento social, decorrente da pandemia da Covid-19, produziu mudanças significativas no cotidiano das famílias brasileiras e intensificou o tempo de exposição das crianças aos celulares. Este trabalho teve como objetivo verificar o impacto potencial do uso de smartphones por crianças pré-escolares na relação com seus cuidadores. Foi realizado um estudo de revisão bibliográfica narrativa, no campo de desenvolvimento humano, com bases teóricas psicanalíticas. Os dados encontrados demonstraram que o uso de telas realizadas por crianças durante a pandemia pode ser benéfico ou maléfico. Do ponto de vista positivo, é possível destacar que a utilização do aparelho digital possui como finalidade principal garantir entretenimento e lazer às crianças, podendo contribuir no desenvolvimento de habilidades como criatividade e comunicação. Em relação aos fatores negativos, o uso abusivo da tecnologia pode substituir brincadeiras lúdicas e atividades fundamentais na fase infantil, além de reduzir interações com outras pessoas e limitar a diversidade de estímulos a qual se é exposta. Torna-se evidente a importância do monitoramento dos cuidadores frente ao uso do smartphone realizado pelas crianças, para que ocorra de maneira construtiva e moderada. Também é necessário que a família procure apresentar diferentes brincadeiras que não envolvam meios tecnológicos, prezando pela intensificação da convivência no núcleo familiar.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.000 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.002 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.001 | 0.000 |
| Open science | 0.002 | 0.002 |
| Research integrity | 0.000 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.003 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one teacher head, not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".