AS BRINCADEIRAS LÚDICO-AGRESSIVAS A PARTIR DO OLHAR DAS PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
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Bibliographic record
Abstract
A Educação Infantil tem como eixos principais as interações e as brincadeiras. As brincadeiras constituem-se por diferentes abordagens e possuem um referencial teórico amplo e necessário aos saberes e fazeres das professoras de Educação Infantil. Essa pesquisa surgiu da observação das brincadeiras das crianças e o modo como as professoras lidavam com as brincadeiras lúdico-agressivas e os brinquedos relacionados a elas. A partir disso surgiu a seguinte indagação: Quais as percepções das professoras da Educação Infantil sobre as causas das brincadeiras lúdico-agressivas? Assim, elaborou-se o objetivo geral: Reconhecer as percepções das professoras da Educação Infantil sobre as causas das brincadeiras lúdico-agressivas; e os específicos: Examinar a influência da mídia nas brincadeiras lúdico-agressivas; identificar como o contexto sociocultural afeta as brincadeiras; relacionar o conhecimento das professoras sobre as brincadeiras lúdico-agressivas com o que consideram suas causas. Utilizou-se como metodologia a pesquisa qualitativa através de questionário no formato online, que continha 7 (sete) perguntas e foi enviado para 9 (nove) professoras, das quais tivemos o retorno de 6 (seis). As principais referências foram: Volpato (2017), Brasil (2018), Barbosa (2011), Brougère (2006), entre outros. Notou-se que as professoras ainda possuem um pensamento estigmatizado e falta conhecimento teórico em relação a essas brincadeiras. Suas ações diante das brincadeiras lúdico-agressivas é de proibi-las no contexto da Educação Infantil, sem proporcionar uma discussão aprofundada com as crianças. As professoras atribuem as causas das brincadeiras lúdico-agressivas ao fácil e exagerado acesso às mídias e indicam os pais e irmãos como responsáveis pelos comportamentos lúdico-agressivos das crianças.
 Palavras-chave: Brincadeiras lúdico-agressivas. Professoras. Educação Infantil.
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Full frame distilled prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. Learned from the 10,348 direct Codex labels and 10,348 direct Gemma labels. Candidate is the union of thresholded teacher heads; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels or direct frontier model labels.
Codex and Gemma teacher scores by category
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.003 | 0.005 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.005 |
| Science and technology studies | 0.002 | 0.001 |
| Scholarly communication | 0.002 | 0.001 |
| Open science | 0.003 | 0.001 |
| Research integrity | 0.001 | 0.002 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.006 | 0.022 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from it