“Meu povo está falando”: resistência e liberdade num debate sobre apropriação cultura na literatura
Bibliographic record
Abstract
Este é um livro que deseja expandir a discussão, e não fechá-la. Nos últimos anos, a noção de “apropriação cultural” tem pautado debates no âmbito da estética, da filosofia e do direito, além de políticas públicas e privadas pelo mundo. O Canada Council for the Arts – bem como seus homólogos em províncias como Ontario e Québec – reconhece o conceito de “apropriação” para a formulação de suas políticas culturais em território canadense. Na França, a administração de Emmanuel Macron comissionou um relatório – marco na história da museologia francesa – sobre a composição do patrimônio oriundo de culturas africanas e atualmente sob responsabilidade do Estado francês. Entregue à presidência da república em 2018, tal relatório possui, entre outros objetivos, o de averiguar a possível restituição desses objetos aos países de origem. Nos Estados Unidos e na Inglaterra, veículos como The New York Times e The Guardian (para citar apenas dois importantes jornais) retomam o tema de tempos em tempos, dedicando-lhe reportagens, ensaios e artigos críticos. Grandes e pequenas instituições – museus, institutos culturais, galerias de arte, grupos de teatro, associações de escritores, universidades etc. – se debruçam sobre o conceito de “apropriação” no esforço de apreender sua complexidade e, por vezes, adotar uma posição diante dos problemas que ele propõe. No Brasil, o assunto ganhou certa atenção há alguns anos, porém ainda parece pouco discutido e estudado. Daí uma das pretensões deste livro. Os nove escritores entrevistados abordam temas diversos, fornecendo novas perspectivas sobre questões literárias envolvendo a noção de “apropriação cultural”. É certo que essas perspectivas se vinculam às preocupações estéticas e à trajetória individual dos artistas, e como tais estão sujeitas à mudança, sobretudo quando se trata de assunto tão complexo. Em todo caso, ao insistir sobre ponto tantas vezes polêmico, este livro aspira ser, no fundo, uma contribuição ao fortalecimento da democracia.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.008 | 0.010 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.002 | 0.003 |
| Science and technology studies | 0.023 | 0.051 |
| Scholarly communication | 0.015 | 0.010 |
| Open science | 0.002 | 0.006 |
| Research integrity | 0.005 | 0.007 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.008 | 0.001 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".