Prevalência de fragilidade e funcionalidade em pessoas com osteoartrite de joelho
Bibliographic record
Abstract
Introdução: Com o envelhecimento populacional, é possível observar alterações morfológicas e funcionais que tornam o indivíduo vulnerável ao desenvolvimento de algumas condições crônicas de saúde como a Osteoartrite (OA) e a Síndrome da Fragilidade. A OA é uma doença osteoarticular degenerativa, crônica e inflamatória, que afeta as funções físicas necessárias para as atividades de vida diárias. A fragilidade é uma condição clínica que causa a deterioração na capacidade funcional e das reservas fisiológicas em diversos sistemas, causando, assim, maior vulnerabilidade do organismo aos desafios ambientais, incorrendo em diminuição da atividade física e tornando-se um fator de risco para a incapacidade. Estudos anteriores verificaram que a OA foi significativamente associada a síndrome da fragilidade, sendo uma das comorbidades mais freqüentemente observada em idosos frágeis dentre angina, infarto do miocárdio, hipertensão, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca congestiva, doença arterial periférica, diabetes, câncer e doença pulmonar. Assim, a coexistência destas duas condições pode impactar negativamente na saúde dessas pessoas. Objetivo: O objetivo deste trabalho foi verificar a prevalência de fragilidade em indivíduos com OA de joelho e avaliar a funcionalidade dessas pessoas. Materiais e métodos: Este é um estudo transversal foi realizado no Instituto Integrado de Saúde - INISA, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul - UFMS. Os critérios de elegibilidade do estudo incluíam: pessoas de ambos os sexos, com idade acima de 45 anos, com diagnóstico clínico ou radiográfico de OA de joelho e com sintomas presentes há pelo menos 03 meses. Pessoas com OA de joelho da comunidade de Campo Grande responderam a escala de Edmonton e foram divididas em dois grupos: Grupo frágil (GF), que incluiu pessoas classificadas com fragilidade; e grupo não frágil (GNF), que incluiu pessoas sem características de fragilidade. Os participantes do estudo responderam sobre os dados clínicos e sócio demográficos como idade, sexo, estado civil, escolaridade, comorbidades, uso de medicamentos. Também responderam ao questionário Western Ontario and McMaster Universities Osteoarthitis Index (WOMAC) que avalia dor, rigidez e função física; e International Physical Activity questionnaire (IPAQ) (versão curta), que avalia nível de atividade física. Os participantes também realizaram testes para avaliação de desempenho físico: caminhada rápida de 40 metros (TC40m), de subir e descer escada (TEscada); e de sentar e levantar de 30s (TSL30s). Este projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFMS (nº 4.828.627). Resultados: De 137 pessoas analisadas, foram incluídos 33 participante com OA de joelho e média de idade de 63,1 anos, destes 19 (57,6%) foram classificados como frágeis: 10 eram aparentemente frágeis, 5 apresentaram fragilidade leve, 3 apresentaram fragilidade moderada e 1, fragilidade severa. Os participantes eram a maioria do sexo feminino (66,7%), casados (54,5%), com nível de escolaridade até o ensino médio (75,7%) e renda entre 1 a 2 salários mínimos (51,2%) Os participantes usavam em média 1,3 medicamentos, apresentavam 3,8 comorbidades e 30,3% faziam uso de suplementação de colágeno, a maioria dos participantes era ativa ou muito ativa (60,4%) segundo o IPAQ. O GF e o GNF não obtiveram diferenças significativas quanto às características clínicas e sócio demográficas com exceção do tempo de dor no joelho, na qual o GF apresentou média significativamente maior que o GNF. O GF apresentou resultados auto relatados significativamente piores que o GNF com relação à dor, função física e pontuação total avaliada pelo WOMAC. O GF também apresentou desempenho significativamente pior que o GNF nos TC40m, TEscada e TSL30s Conclusão: Foi encontrada uma alta prevalência de pessoas com OA de joelho que apresentavam fragilidade. Embora a maioria dos participantes do GF fossem aparentemente frágeis ou apresentassem fragilidade leve, o GF apresentou pior percepção da funcionalidade e pior desempenho físico funcional do que o GNF. Também foi observado que o tempo de dor no joelho e intensidade da dor foi pior em pessoas com OA de joelho consideradas frágeis que as não frágeis.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.001 | 0.003 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.000 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.001 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.001 | 0.000 |
| Scholarly communication | 0.001 | 0.001 |
| Open science | 0.000 | 0.001 |
| Research integrity | 0.001 | 0.000 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.005 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".