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Record W4396712223 · doi:10.4000/11nfw

Religiões e cidades brasileiras, caminhos cruzados

2024· article· pt· W4396712223 on OpenAlexaff
Marcella Araujo, Marcelo Moura Mello, Rodrigo Toniol

Bibliographic record

VenueAnuário Antropológico · 2024
Typearticle
Languagept
FieldSocial Sciences
TopicUrban and sociocultural dynamics
Canadian institutionsNortel (Canada)
Fundersnot available
KeywordsHumanitiesArtContext (archaeology)GeographyArchaeology

Abstract

fetched live from OpenAlex

O dossiê "Religiões e cidades brasileiras, caminhos cruzados" discute múltiplas formas de presença das religiões nas cidades brasileiras.Estão aqui reunidos artigos sobre diversas práticas religiosas, em cidades dos mais variados tamanhos, histórias de formação e localização regional.Esta proposta nasceu de cruzamentos e faz do cruzamento seu mote central.Nas salas de aula do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ, dois de nós, Marcella Araujo e Rodrigo Toniol, começaram a experimentar reflexões cruzadas entre os estudos urbanos e a antropologia da religião."Como o espaço importa para as práticas religiosas?" e "Como as práticas religiosas fazem espaço urbano?" foram as duas perguntas que nos orientaram em três disciplinas eletivas oferecidas para os cursos de bacharelado e licenciatura em Ciências Sociais.Para nossa surpresa, mais de uma centena de estudantes que abraçaram nossa proposta nos mostraram a rentabilidade analítica de pensar as espacialidades das religiões e as materialidades religiosas dos espaços.Nosso passo seguinte foi então levar essas questões ao colega Marcelo Mello, cujas pesquisas abarcam diferentes práticas religiosas e são atentas aos territórios e às circulações.Se as reflexões de Marcella e Rodrigo estão centradas em uma grande metrópole, e antiga capital federal, Marcelo nos desloca a pensar a partir de outros recortes espaciais, com escalas variadas -a circulação forçada transatlântica, a circulação regional no Caribe e no Atlântico Norte, a formação de identidades enraizadas territorialmente.Concebemos então a proposta de levar essas questões a outros colegas, cujas pesquisas abarcam diversas práticas religiosas, em distintas cidades.Nosso intuito original era contar com autoras(es) de todas as cinco regiões do país, de modo a contemplar a diversidade religiosa brasileira em cidades de pequeno, médio e grande porte.Agradecemos ao conjunto de pesquisadoras(es) que seguiram conosco nesta empreitada, sem esquecer daquelas(es) que não puderam, por outras razões, seguir a caminhada neste momento.Entre o desenho inicial e o dossiê que as(os) leitoras(es) têm agora em mãos, a região Sul do país não foi contemplada.Esperamos que as discussões aqui feitas possam render outros frutos e sanar essa lacuna.Reunido o coletivo de autoras(es), levantamos algumas provocações preliminares sobre a efervescência analítica produzida pelo diálogo entre estudos das cidades e estudos das religiões.Marcella, como socióloga urbana, chamou atenção para os papéis que as religiões desempenham na história de formação da vida econômica, política e cultural de diversas cidades brasileiras.Que o digam Salvador e Rio de Janeiro, para citar as duas capitais anteriores a Brasília, nas quais a Igreja Católica esquadrinhou freguesias, governou territórios e populações, lançou as bases das infraestruturas coloniais das cidades, além, é claro, das igrejas coloniais que se tornaram patrimônio histórico nacional.Ou pensemos no peso do turismo religioso para certas cidades, tais como: a Páscoa em Ouro Preto (Minas Gerais); as procissões em Aparecida do Norte (São Paulo); o Círio de Nazaré, em Belém (Pará); as romarias em devoção ao Padre Cícero, em Juazeiro do Norte (Ceará); entre tantas outras.

Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.

How this classification was reachedexpand

Full frame machine prediction

Teacher imitation

Not calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.

metaresearch head score (Codex)0.001
metaresearch head score (Gemma)0.002
Version: metacan-v3-hybrid-931329e0061cValidation status: machine_predicted_unvalidated
Candidate categoriesnone
Consensus categoriesnone
DomainCandidate signal: none · Consensus signal: none
Study designCandidate signal: Qualitative · Consensus signal: none
GenreCandidate signal: Empirical · Consensus signal: Empirical
Teacher disagreement score0.228
Threshold uncertainty score0.453

Distilled classifier scores by category (both heads)

CategoryCodexGemma
Metaresearch0.0010.002
Meta-epidemiology (narrow)0.0000.000
Meta-epidemiology (broad)0.0000.000
Bibliometrics0.0020.005
Science and technology studies0.0020.003
Scholarly communication0.0020.001
Open science0.0000.002
Research integrity0.0000.001
Insufficient payload (model declined to judge)0.0040.000

Machine scores (provisional)

The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.

Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.

Opus teacher head0.032
GPT teacher head0.330
Teacher spread0.298 · how far apart the two teachers sit on this one work
Validation statusscore_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from it

Classification

machine, unvalidated

Machine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.

The models applied no category: nothing in the taxonomy fit this work.
Study designQualitative
Domainnot available
GenreEmpirical

How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".

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Published2024
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