Prevalência e fatores associados à fragilidade em pessoas idosas hipertensas por meio da Escala de Fragilidade de Edmonton e Índice de Vulnerabilidade Clínico Funcional-20
Bibliographic record
Abstract
Resumo Objetivo Avaliar a prevalência de fragilidade e comparar as variáveis associadas a essa fragilidade em pessoas idosas hipertensas comunitárias brasileiras por meio da Escala de Fragilidade de Edmonton (EFE) e o Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional-20 (IVCF-20). Métodos Trata-se de um estudo transversal e analítico, conduzido com pessoas idosas hipertensas comunitárias com idade ≥60 anos, residentes na cidade de Montes Claros, Minas Gerais, Brasil. A seleção da amostra seguiu o modelo probabilístico por conglomerado. Os dados foram coletados entre novembro de 2016 e fevereiro de 2017 por meio de aplicação de questionário em domicílio. Foram analisadas variáveis demográficas, socioeconômicas e clínico-assistenciais. Utilizou-se a regressão de Poisson com variância robusta para obter as razões de prevalência brutas e ajustadas. Resultados Participaram 281 pessoas idosas hipertensas. A prevalência geral de fragilidade pela EFE foi de 31,3% e pelo IVCF-20 foi de 22,1%. As variáveis, que após a análise múltipla, foram estatisticamente associadas à fragilidade em idosos hipertensos, pela EFE e IVCF-20 simultaneamente, foram: idade avançada (80 anos ou mais), apresentar como comorbidade artrite reumatoide/artrose, acidente vascular encefálico, autopercepção de saúde negativa, quedas e internações nos últimos 12 meses. Apenas pela EFE, menos de 4 anos de estudo, não ter prática religiosa e não possuir renda própria foram as variáveis associadas. Enquanto pelo IVCF-20, somente a renda familiar mensal associou-se à fragilidade. Conclusão Verificou-se que a fragilidade avaliada pela EFE e pelo IVCF-20 possui similaridade, no entanto, a EFE é mais sensível. Esses resultados demonstram a necessidade dos profissionais da saúde identifiquem precocemente a fragilidade.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.002 | 0.006 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.001 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.001 | 0.002 |
| Bibliometrics | 0.001 | 0.001 |
| Science and technology studies | 0.001 | 0.000 |
| Scholarly communication | 0.001 | 0.000 |
| Open science | 0.000 | 0.001 |
| Research integrity | 0.001 | 0.001 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.003 | 0.000 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".