Perspectivas decolonizadoras e pluriversalidade decolonial na prática e na pesquisa em administração: introdução à edição especial
Bibliographic record
Abstract
Resumo Perspectivas decoloniais e pluriversais têm aparecido com cada vez mais frequência nos estudos organizacionais, desafiando paradigmas de conhecimento ocidentais e eurocêntricos predominantes no campo da gestão. Os artigos desta edição especial oferecem uma crítica e também alternativas às perspectivas hegemônicas, colocando em primeiro plano novas possibilidades que consideram as múltiplas formas de se conhecer e organizar, particularmente aquelas originadas em comunidades menos visíveis, marginalizadas, indígenas ou minoritárias. Os estudos apresentados aqui questionam normas eurocêntricas arraigadas na teoria da gestão, privilegiando novas perspectivas que abrangem três conceitos centrais e comuns entrelaçados na questão: hibridismo, alteridade e afirmatividade. Esses temas são bastante abrangentes e refletem um compromisso em reconhecer e integrar diversas tradições epistêmicas, seguindo a noção de pluriversalidade de forma a resistir a interpretações simplistas ou monolíticas de práticas de organização humana. Tal compromisso requer a defesa de práticas editoriais mais inclusivas além das normas tradicionais para reconhecer as barreiras impostas por veículos e padrões de publicação de domínio inglês. O conjunto de artigos publicados nesta edição faz uma exploração interdisciplinar da prática e da teoria decoloniais ao mesmo tempo que demonstra um impulso específico para diversificar e pluralizar o campo dos estudos organizacionais. O envolvimento de vozes globalmente marginalizadas em todos os contextos e formas organizacionais contribui na promoção de meios reflexivos e inclusivos de desafiar práticas hegemônicas dentro da própria academia e, finalmente, encorajar acadêmicos organizacionais a adotar estruturas decoloniais capazes de criticar e renovar práticas de gestão em todo o mundo.
Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.
How this classification was reachedexpand
Full frame machine prediction
Teacher imitationNot calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.
Distilled classifier scores by category (both heads)
| Category | Codex | Gemma |
|---|---|---|
| Metaresearch | 0.004 | 0.003 |
| Meta-epidemiology (narrow) | 0.001 | 0.000 |
| Meta-epidemiology (broad) | 0.000 | 0.000 |
| Bibliometrics | 0.002 | 0.002 |
| Science and technology studies | 0.005 | 0.028 |
| Scholarly communication | 0.014 | 0.008 |
| Open science | 0.001 | 0.009 |
| Research integrity | 0.003 | 0.003 |
| Insufficient payload (model declined to judge) | 0.009 | 0.001 |
Machine scores (provisional)
The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.
Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.
score_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from itClassification
machine, unvalidatedMachine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.
How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".