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Record W4410201271 · doi:10.56238/arev7n5-140

EDUCAÇÃO DECOLONIAL – SABERES INSURGENTES DO “SUL GLOBAL” E O GIRO DECOLONIAL COMO HORIZONTE PARA A TRANSFORMAÇÃO CRÍTICA DA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA

2025· article· pt· W4410201271 on OpenAlexaboutno aff
Antônio Nacílio Sousa dos Santos, José Neto de Oliveira Felippe, Douglas Luiz de Oliveira Moura, Waldyr Barcellos Júnior, Wanderson da Silva Santi, Peterson Ayres Cabelleira, Alex de Mesquita Marinho, Joner Ney Vieira Da Silva, Daniel Baptista, Valéria de Sá Correia Reis, Célia Petronilha Fonseca Barboza

Bibliographic record

VenueAracê. · 2025
Typearticle
Languagept
FieldSocial Sciences
TopicRural and Ethnic Education
Canadian institutionsnot available
Fundersnot available
KeywordsPhilosophy

Abstract

fetched live from OpenAlex

Em um mundo profundamente marcado por hierarquias epistêmicas herdadas da colonialidade do poder, a educação tem sido, historicamente, um dos principais instrumentos de manutenção das desigualdades. Isto é, mais do que apenas transmitir conteúdos, o sistema educacional, em muitas partes do globo, tem reproduzido visões de mundo eurocentradas, silenciando saberes, práticas e experiências oriundas dos povos do Sul global. Em outras palavras, a escola ocidental moderna, com seus currículos padronizados e sua lógica universalista, opera muitas vezes como um aparelho de apagamento das epistemologias que nascem do corpo, do território, da oralidade e da resistência. Dessa forma, é fundamental observar que os saberes insurgentes, forjados nas lutas populares, nas espiritualidades ancestrais, nos movimentos sociais e nos territórios periféricos, emergem como forças potentes de reexistência e reconfiguração da prática educativa. Assim, o presente artigo tem como objeto de investigação os processos de insurgência epistêmica protagonizados por sujeitos do Sul global que, ao desafiarem o monopólio do saber ocidental, constroem práticas educativas baseadas na interculturalidade crítica e na desobediência epistêmica. Com o objetivo de analisar como essas práticas se articulam ao giro decolonial na educação, buscamos compreender em que medida elas oferecem horizontes reais para a transformação crítica da escola contemporânea. Nesse contexto, a pesquisa se orienta pela seguinte pergunta de partida: como os saberes insurgentes do Sul global, articulados ao giro decolonial, podem contribuir para a reconstrução de uma educação crítica, plural e comprometida com a superação das hierarquias coloniais do saber? Para isso, utilizamos como repertório teórico os trabalhos de Antunes (2009; 2021), Althusser (1970), Bessa Freire (2011), Dussel (2000; 2009), Escobar (2014; 2018), Fanon (2008; 2022), Frigotto (2001; 2010), Freire (1968; 1971), hooks (2013; 2015), Laval (2019), Laval e Dardot (2016), Mignolo (2006; 2010; 2012), Quijano (1992; 2000; 2002; 2020), Santos (2013; 2017), Simpson (2017), Smith (2007), Smith, Tuck e Yang (2019), Walsh (2013; 2019), entre outros. A pesquisa é de cunho qualitativa (Minayo, 2007), descritiva e bibliográfica (Gil, 2008) e com o viés analítico compreensivo (Weber, 1949). Os achados indicam que os saberes insurgentes têm promovido rupturas com a monocultura do saber, reposicionando a escola como território de encruzilhada epistêmica. A interculturalidade crítica emerge como ferramenta de transformação, ressignificando currículos, práticas pedagógicas e a própria formação docente. A valorização do corpo, da espiritualidade, da oralidade e do território mostra-se essencial para a reconstrução de vínculos educativos mais justos. O giro decolonial, articulado à reexistência dos povos oprimidos, oferece base para uma ecologia de saberes que afirma o pluralismo epistêmico. Constata-se, portanto, que a educação decolonial não é um complemento ao modelo vigente, mas um projeto alternativo de mundo.

Fetched live from OpenAlex and de-inverted. Abstracts are not stored in this database: the inverted indexes are 8.6 GB of the frame’s 9.3 GB of text, and the host has 13 GB free.

How this classification was reachedexpand

Full frame machine prediction

Teacher imitation

Not calibrated prevalence, not ground truth. Human validation pending. The Gemma side is a direct model label for every work in the frame, read from the title-only record. The Codex side is a classifier learned from the 10,348 direct Codex labels and calibrated to design-weighted sample rates; fields without enough sample support carry no Codex call. Candidate is the union of the two sides; consensus is their intersection. These outputs are machine_predicted_unvalidated and are not human labels.

metaresearch head score (Codex)0.001
metaresearch head score (Gemma)0.002
Version: metacan-v3-hybrid-931329e0061cValidation status: machine_predicted_unvalidated
Candidate categoriesScience and technology studies
Consensus categoriesnone
DomainCandidate signal: none · Consensus signal: none
Study designCandidate signal: Theoretical or conceptual · Consensus signal: Theoretical or conceptual
GenreCandidate signal: Empirical · Consensus signal: none
Teacher disagreement score0.996
Threshold uncertainty score0.069

Distilled classifier scores by category (both heads)

CategoryCodexGemma
Metaresearch0.0010.002
Meta-epidemiology (narrow)0.0000.000
Meta-epidemiology (broad)0.0000.000
Bibliometrics0.0010.001
Science and technology studies0.0040.017
Scholarly communication0.0040.003
Open science0.0010.003
Research integrity0.0010.003
Insufficient payload (model declined to judge)0.0100.001

Machine scores (provisional)

The two teacher heads of the student model, read on this work. A score orders the frame for review; it never asserts a category, and the validation status ships verbatim with every row.

Baseline scores from an immature model (maturity gate not passed, 7 training rounds). Scores rank; they never assert a category.

Opus teacher head0.053
GPT teacher head0.401
Teacher spread0.348 · how far apart the two teachers sit on this one work
Validation statusscore_only:v0-immature-baseline · verbatim from the scoring run: score_only means the number may rank works, and no category label ships from it

Classification

machine, unvalidated

Machine predicted; a candidate call from one source (direct Gemma or distilled Codex), not a consensus.

Study designTheoretical or conceptual
Domainnot available
GenreEmpirical

How this classification was reached, model by model and score by score, is at the end of the page under "How this classification was reached".

Quick stats

Citations1
Published2025
Admission routes1
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