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Enregistrement W4410201271 · doi:10.56238/arev7n5-140

EDUCAÇÃO DECOLONIAL – SABERES INSURGENTES DO “SUL GLOBAL” E O GIRO DECOLONIAL COMO HORIZONTE PARA A TRANSFORMAÇÃO CRÍTICA DA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA

2025· article· pt· W4410201271 sur OpenAlex

Pourquoi ce travail est dans la base

Une base qui oublie comment elle a trouvé un travail ne peut pas être vérifiée. Voici les voies qui ont admis celui-ci.

aboutLe titre ou le résumé porte un signal canadien du lexique géographique.
no affAucune affiliation canadienne : ce travail est invisible pour une base fondée sur la seule affiliation.
Aucune affiliation canadienne. Une base fondée sur la seule affiliation (le devis habituel) n'aurait jamais vu ce travail. C'est l'un des travaux qui justifient l'inversion de la base.

Notice bibliographique

RevueAracê. · 2025
Typearticle
Languept
DomaineSocial Sciences
ThématiqueRural and Ethnic Education
Établissements canadiensnon disponible
Organismes subventionnairesnon disponible
Mots-clésPhilosophy

Résumé

récupéré en direct d'OpenAlex

Em um mundo profundamente marcado por hierarquias epistêmicas herdadas da colonialidade do poder, a educação tem sido, historicamente, um dos principais instrumentos de manutenção das desigualdades. Isto é, mais do que apenas transmitir conteúdos, o sistema educacional, em muitas partes do globo, tem reproduzido visões de mundo eurocentradas, silenciando saberes, práticas e experiências oriundas dos povos do Sul global. Em outras palavras, a escola ocidental moderna, com seus currículos padronizados e sua lógica universalista, opera muitas vezes como um aparelho de apagamento das epistemologias que nascem do corpo, do território, da oralidade e da resistência. Dessa forma, é fundamental observar que os saberes insurgentes, forjados nas lutas populares, nas espiritualidades ancestrais, nos movimentos sociais e nos territórios periféricos, emergem como forças potentes de reexistência e reconfiguração da prática educativa. Assim, o presente artigo tem como objeto de investigação os processos de insurgência epistêmica protagonizados por sujeitos do Sul global que, ao desafiarem o monopólio do saber ocidental, constroem práticas educativas baseadas na interculturalidade crítica e na desobediência epistêmica. Com o objetivo de analisar como essas práticas se articulam ao giro decolonial na educação, buscamos compreender em que medida elas oferecem horizontes reais para a transformação crítica da escola contemporânea. Nesse contexto, a pesquisa se orienta pela seguinte pergunta de partida: como os saberes insurgentes do Sul global, articulados ao giro decolonial, podem contribuir para a reconstrução de uma educação crítica, plural e comprometida com a superação das hierarquias coloniais do saber? Para isso, utilizamos como repertório teórico os trabalhos de Antunes (2009; 2021), Althusser (1970), Bessa Freire (2011), Dussel (2000; 2009), Escobar (2014; 2018), Fanon (2008; 2022), Frigotto (2001; 2010), Freire (1968; 1971), hooks (2013; 2015), Laval (2019), Laval e Dardot (2016), Mignolo (2006; 2010; 2012), Quijano (1992; 2000; 2002; 2020), Santos (2013; 2017), Simpson (2017), Smith (2007), Smith, Tuck e Yang (2019), Walsh (2013; 2019), entre outros. A pesquisa é de cunho qualitativa (Minayo, 2007), descritiva e bibliográfica (Gil, 2008) e com o viés analítico compreensivo (Weber, 1949). Os achados indicam que os saberes insurgentes têm promovido rupturas com a monocultura do saber, reposicionando a escola como território de encruzilhada epistêmica. A interculturalidade crítica emerge como ferramenta de transformação, ressignificando currículos, práticas pedagógicas e a própria formação docente. A valorização do corpo, da espiritualidade, da oralidade e do território mostra-se essencial para a reconstrução de vínculos educativos mais justos. O giro decolonial, articulado à reexistência dos povos oprimidos, oferece base para uma ecologia de saberes que afirma o pluralismo epistêmico. Constata-se, portanto, que a educação decolonial não é um complemento ao modelo vigente, mas um projeto alternativo de mundo.

Récupéré en direct depuis OpenAlex et désinversé. Les résumés ne sont pas conservés dans cette base de données : les index inversés représentent 8,6 Go des 9,3 Go de texte de la base, et le serveur dispose de 13 Go libres.

Prédiction distillée sur la base complète

Imitation des enseignants

Ni prévalence calibrée, ni vérité terrain. Validation humaine à venir. Apprise à partir de 10 348 étiquettes directes de Codex et de 10 348 étiquettes directes de Gemma. Le mode candidate est l'union des têtes enseignantes seuillées; le consensus est leur intersection. Ces sorties portent le statut machine_predicted_unvalidated et ne sont ni des étiquettes humaines ni des étiquettes directes de modèles de pointe.

score de la tête « metaresearch » (Codex)0,002
score de la tête « metaresearch » (Gemma)0,001
Version: codex-gemma-dda1882f352aStatut de validation: machine_predicted_unvalidated
Catégories candidatesMéta-épidémiologie (sens strict), Études des sciences et des technologies, Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger)
Catégories consensuellesCharge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger)
DomaineSignal candidat: aucune · Signal consensuel: aucune
Devis d'étudeSignal candidat: Sans objet · Signal consensuel: Sans objet
GenreSignal candidat: Empirique · Signal consensuel: Empirique
Score de désaccord entre enseignants0,184
Score d'incertitude au seuil1,000

Scores Codex et Gemma par catégorie

CatégorieCodexGemma
Métarecherche0,0020,001
Méta-épidémiologie (sens strict)0,0010,001
Méta-épidémiologie (sens large)0,0010,001
Bibliométrie0,0000,002
Études des sciences et des technologies0,0020,001
Communication savante0,0010,001
Science ouverte0,0010,000
Intégrité de la recherche0,0010,001
Charge utile insuffisante (le modèle a refusé de juger)0,0010,001

Scores machine (provisoires)

Les deux têtes enseignantes du modèle étudiant, lues sur ce travail. Un score ordonne la base pour la relecture; il n'affirme jamais une catégorie, et le statut de validation accompagne chaque rangée tel quel.

Scores de référence d'un modèle non mature (critères de maturité non atteints, 7 itérations). Un score ordonne; il n'affirme jamais une catégorie.

Tête enseignante Opus0,053
Tête enseignante GPT0,401
Écart entre enseignants0,348 · la distance entre les deux têtes enseignantes sur ce seul travail
Statut de validationscore_only:v0-immature-baseline · tel quel depuis la passe de notation : score_only signifie que le nombre peut ordonner les travaux, et qu'aucune étiquette de catégorie n'en découle